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Resenha: Marley & Eu (John Grogan)

Por Érika dos Anjos

Começo esta resenha dizendo: ‘Não sou fã de cachorros. Não tenho cachorros. E não pretendo ter’. Isso é porque grande parte das pessoas que converso e que leram o livro tem fixação pelos animais. E, por isso, colocam a parte sentimental acima de qualquer coisa.

Marley e Eu conta, acima de tudo, sobre a criação de uma família. Desde seu embrião, literalmente, até três crianças correndo pela casa. Entremeando essas histórias, esta a presença onipresente de um cachorro bonachão e com ‘problemas de aprendizagem’.

No entanto, o que realmente engrandece o livro é a forma como John Grogan o escreve. Exatamente, como é necessário para prender a atenção do leitor, citando fatos que ainda acontecerão e deixando claro que ‘continuem lendo que ainda tenho mais coisas interessantes para contar’. E, isso não é ruim, muito pelo contrário, é a garantia que ele consegue de manter o leitor fiel como um cão (com trocadilho, por favor) até o fim.

Não entra na lista de melhores livros de todos os tempos, mas é um bom passatempo. Bem gostoso de ler!

Ficha técnica:

  • Livro: Marley & Eu
  • Autor: John Grogan 
  • Editora: Prestígio
  • Nº de páginas: 272
  • ISBN: 8599170848
  • Sinopse:  John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, “um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro”, que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos.Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a “escola de boas maneiras”, de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.

Roleta para faquir

Há algumas semanas notei que a Supervia instalou barras de ferro na parte de dentro de uma das catracas da estação do Engenho de Dentro. Aparentemente o dispositivo tem o objetivo de impedir a entrada de mais de uma pessoa simultaneamente, já que ele mal deixa espaço para um adulto passar.


A sensação que eu tive ao passar por aquela roleta era de certeza de ficar preso ali. Fiquei imaginando a situação de pessoas obesas, idosas, com dificuldade de locomoção, crianças de colo ou mesmo alguém com algum volume.

Entrei em contato com a empresa, mas ainda não obtive resposta, mas independente da resposta, não consigo pensar em nenhuma explicação aceitável que justifique a instalação das tais barras.


A roleta em questão fica na entrada lateral da estação, na Av. Amaro Cavalcanti. Embora pareça uma mera entrada secundária, já que antes do Pan de 2007 a estação foi reformada e o acesso principal foi transferido para a passarela, é o acesso mais fácil para pessoas com dificuldade de locomoção, pois rampa de acesso só existe no lado do Engenhão.


Na última sexta (17/004/09) resolvi fazer algumas fotos, para minha surpresa o acesso estava fechado. Se era por causa da greve, vandalismo, problema no equipamento etc. eu não sei. Mesmo assim consegui algumas fotos bem de perto onde é possível ver as barras de metal.

Se já não bastassem os trens parecerem transportar gado os acessos estão se transformando em currais. Nas fotos abaixo é possível ver a adaptação eita nas roletas.



Cloverfield – Monstro

Não dei a menor importância para Cloverfiled na ocasião do lançamento, tampouco me interessei pelo DVD ou por assisti-lo no famigerado pay-per-view. Afinal para que assistir um filme onde não explicam de onde o monstro vem, e muito menos para onde ele vai. A idéia da câmera na mão também não me agradou.

Eis que ele foi programado para a super estréia do dia 11 de abril no canal Telecine Premium (todos os sábados às 22 horas o canal exibe um filme inédito), resolvi aproveitar e assistir este filme tão , por assim dizer, diferente. Ao fim ficou aquela sensação: ok eu já sabia que era um filme diferente, seguida de um perturbador sentimento, de perda de tempo.

Um amontoado de clichês que resolveram chamar de filme:

Um monstro gigante;
durante a noite;
todos os personagens principais morrem (aqui terei que ser justo, morrem todos mesmo. Os outros filmes sempre deixam pelo menos um vivo);
cidade destruída;
bomba atômica para eliminar o problema (ops, contei o final do filme).

Uma mariola, diet, para quem adivinhar a cidade atacada pelo inseto gigante. É , Nova Iorque mesmo. Quanta imaginação! Quanto a inovação da câmera na mão, um lembrete. O nacional Bicho de Sete Cabeças também foi totalmente rodado com câmera na mão, claro que ele sacode menos.

Só faltaram as Meninas Super Poderosas para enxotar o monstro e salvar o dia. Particularmente o filme teria terminado melhor.

Em resumo, Se quiser ver um filme de monstro não perca tempo e/ou dinheiro com esse traste cinematográfico. Assista Qualquer seriado japonês (Changeman, Jaspion, Jiraia etc.)< Guerra dos Mundos ( o antigo  o novo), Godzilla ou mesmo o desenho das Meninas Super Poderosas (disparado o mais violento de todos).

Caso não possua esses recursos ao seu alcance, mude paraa novela das oito lá na Globo.  Desligar a TV, ler um livro, revista em quadrinhos, jogar videogame ou fazer um “coelhinho” são opções muito melhores.

Se você é masoquista e quer comprovar com os próprios olhos ele está programado para passar no Telecine Premium nas seguintes datas:

Sex, 17/04 às 23h55
Dom, 19/04 às 18h00
Qui, 30/04 às 20h20
Sáb, 02/05 às 12h55
Ter, 19/05 às 22h00

Ficha técnica:
Cloverfield – Monstro (Cloverfield)  2008
84:00 Colorido – Ação – 14 anos

Sinopse
A população de Manhattan entra em completo pânico quando o local é atacado por um monstro gigante. Todo o terror espalhado pela criatura é acompanhado por meio de registros feitos por um grupo de amigos, que corre grande perigo, através de uma câmera de vídeo.

Resenha: 13 melhores contos de amor da literatura brasileira

Por Érika dos Anjos

A organizadora Rosa Amanda Strausz reúne muitos dos melhores autores brasileiros neste livro. No entanto, alguns textos poderiam ser substituídos ou trocados por outro do mesmo autor, para que potencializasse melhor o talento destes. Porém, mesmo assim, há momentos de pleno deleite nesta obra.

Como já é de praxe, temos Marina Colasanti, em Onde os oceanos se encontram, falando sobre o tema mais recorrente em sua bibliografia. E, especialmente, neste conto a autora parece dar vida a personagens tão produndos e apaixonados, que não há como não se encantar com eles.

Lya Luft, Lívia Garcia-Rosa e Caio Fernando Abreu também engrandecem o livro com seus excelentes escritos. E, para engrandecer a obra, temos mestres como o soberbo Carlos Drummond de Andrade, o perfeito Machado de Assis e, inesperadamente, um lindíssimo textos de Luis Fernando Veríssimo, chamado de Conto de verão nº 2: Bandeira branca.

Os outros textos não comprometem a obra, porém, ficam com um ar meio esquálido perto de belíssimosn escritos como os dos autores já citados.

Bom, o importante é que para quem está apaixonado, mais coraçõeszinhos aperecem ao redor dos pensamentos a cada linha!

Ficha técnica:

  • Livro: 13 melhores contos de amor da literatura brasileira
  • Organizadora: Rosa Amanda Strauz
  • Editora: Ediouro
  • Nº de páginas: 156
  • ISBN: 8500013567
  • Sinopse: Os 13 contos que compõem este livro mostram que a palavra ainda é a melhor arma da sedução. No livro estão alguns dos melhores escritores brasileiros, representados, entre outros, por Machado de Assis, Drummond, Luiz Fernando Veríssimo, Marina Colassanti, Caio Fernando Abreu.

Resenha: 13 melhores contos de vampiros da literatura universal

Por Érika dos Anjos

Sou completamente apaixonada por literatura sobrenatural. E posso garantir com propriedade que este livro contém um pouco da nata deste gênero, misturando clássicos a contos não tão conhecidos, mas tão bons quanto.

O grande destaque da obra, na minha opinião, vai para Carmilla, Sheridan le Fannu. Uma história para lá de conhecida, mas inquietante e envolvente, como já diz o início do conto: “… não anteciparei em nada as palavras da inteligente senhora que o relata; da mesma forma, depois de algumas considerações, decidi abster-me de apresentar qualquer resumo da argumentação do sábio doutor ou extrato de suas declarações sobre esse assunto, que ele chama de tão envolvente…”.

Como não poderia deixar de ser, também temos textos do ‘pai de todos’ Bram Stoker, com O hóspede de Drácula, e da ‘mãe’ dos vampiros modernos, Anne Rice, com O senhor de Rampling Gate.

Para quem gosta de vampiros e do gênero de terror é um prato cheio. Mas, não esqueça de estar sempre com um crucifixo na mão…
Ficha técnica:

  • Livro: Os 13 melhores contos de vampiros da literatura universal
  • Organização: Flávio Moreira da Costa
  • Editora: Ediouro
  • Nº de páginas: 314
  • ISBN: 8500013222
  • Sinopse: A impecável antologia de contos vampirescos organizada pelo escritor Flávio Moreira da Costa reúne em 13 histórias o que existe de melhor e mais representativo deste gênero de ficção. Vampiros são assunto desde os tempos mais remotos. A partir do final do século XVIII os vampiros, horripilantes criaturas que se alimentam do nosso sangue, garantindo, assim, forças para viver eternamente, começaram a habitar não só as mentes humanas, mas também, para o nosso deleite, as páginas dos livros. E, como as criaturas, este tema mantém seu encanto através dos séculos, ganhando de tempos em tempos destaque em filmes, novelas de televisão ou peças teatrais, despertando a curiosidade e seduzindo os humanos ´por toda a eternidade´.

Resenha: As 100 melhores histórias eróticas da literatura universal (Org. Flávio Moreira da Costa)

Por Érika dos Anjos

Quando fala-se em Histórias Eróticas, pensa-se em textos onde o sexo é a palavra chave, descrito cruamente e sem parar. No entanto, este livro mostra que há várias formas de se descrever o erotismo e, definitivamente, o sexo por si só é apenas uma delas.

As 100 melhores histórias eróticas da literatura universal retrata diferente épocas da humanidade, assim, o tema é tratado de maneiras bem distintas em cada uma delas. Pois, há uma grande distãncia entre Assim surgiu o amor, pertencente ao O Banquete, de Platão, e Dona Flor e seus dois maridos, de Jorge Amado. No entanto, a idéia inicial está sempre presente, sutilmente ou não, em cada um dos textos escolhidos pelo organizador.

Alguns dos destaques da obra estão em autores não tão conhecidos, como A nova empregada, de Octave Mirbaeu, e Suíte ensolarada, de Duílio Gomes. Isso não quer dizer, que os ‘grandes’ não tem vez, já que temos excelentes textos que vão de Shakespeare a Gustave Flaubert, passando por Marquês de Sade, que não poderia faltar, Bocage e os brasileiros João do Rio e Álvares de Azevedo.

Uma excelente escolha. Porém, que não dá para ler de uma vez, como o fiz em Os 100 melhores contos de crime e mistério da literatura universal.

Ficha técnica:

  • Livro: As 100 melhores histórias de crime e mistério da literatura universal
  • Organização: Flávio Moreira da Costa
  • Editora: Ediouro
  • Nº de páginas: 640
  • ISBN: 8500013346
  • Sinopse: Quantas vezes você ouviu dizer que amor e sexo movem o mundo? Quando se fala de amor e sexo, fala-se de erotismo, é claro, e dizem mesmo alguns autores que, de acordo com as estatísticas, não é o amor ou sexo o sentimento dominante na vida quotidiana, e sim o erotismo. Mas afinal o que é erotismo?

Resenha: Os 100 melhores contos de crime e mistério da literatura universal (Org. Flávio Moreira da Costa)

Por Érika dos Anjos

Quando digo que li, de uma só vez, Os 100 melhores contos de crime e mistério da literatura universal pouca gente acredita. No entanto, as mais de 800 páginas são tão bem escolhidas, tão deliciosas, que poucas foram as vezes em que pensei em abandonar a leitura para continuar depois.

É claro que dentre 100 contos o nível não é mantido em todos. Porém, Flávio Moreira da Costa, o organizador, tem o mérito de ter escolhido textos de grandes mestres da literatura, que, de uma forma ou de outra, têm algo para passar para o leitor.

O livro começa, por incrível que pareça, com textos retirados da bíblia (A história de Sansão e Assassinato em Isbaal); passa pela mitologia, com o genial Édipo Rei; chega a grande nomes da literatura mundial de antes do século XX, como Charles Perrault, Robert Louis Stevenson; continua com onipresentes autores, como Jose Luiz Borges e Dashiell Hammett; e, como não poderia faltar, os maiores do gênero: Agatha Christie, Edgar Allan Poe e George Simenon.

É claro que também há espaço para os brasileiros, como Machado de Assis, Monteiro Lobato, Marcos Rey, Lygia Fagundes Telles e o especialista Rubem Fonseca.

Enfim, é um mar delicioso de histórias bem contadas, que sempre fazem com que vc queira mais e mais. Tanto que nem dá para sentir que essas páginas todas passarm tão rápido.

Ficha técnica:

  • Livro: Os 100 melhores contos de crime e mistério da literatura universal
  • Organização: Flávio Moreira da Costa
  • Editora: Ediouro
  • Nº de páginas: 830
  • ISBN: 8500010835
  • Sinopse: “Flávio Moreira da Costa, a exemplo do que fez em Os Cem Melhores Contos de Humor da Literatura Universal, oferece novamente ao leitor o melhor, desta vez das histórias de crime e mistério. São quase três mil anos de excelente literatura, abrangendo autores de variados tempos, estilos e países, nestas memórias do crime que vão de Sófocles a Dashiel Hammett, de Maurice Leblanc a Rex Stout, passando ainda por Chandler, Poe, Machado de Assis, Borges e Simenon”.

Resenha: César (Allan Massie)

Por Érika dos Anjos

Frases como ‘Até tu, Brutus, meu filho!’, ‘Vim, vi e venci’ e ‘A sorte esta lançada’ fazem parte do dia-a-dia de todos nós e, segundo historiadores, foram proferidas a milhares de anos por César, o grande imperador de Roma.

A maior virtude deste livro e contar, sob a perspectiva de Décimo Bruto (da famosa frase) como era a vida nas batalhas, no Senado e, principalmente, ao lado de César, que precisa ofuscar todos a sua volta.

Mesmo romanceado, a livro é cuidadosamente meticuloso quando se trata dos hábitos e costumes daquela época; conseguindo o tom certo de sensualidade sem cair no mal gosto, já que um dos assuntos que o livro trata é sobre os casos amorosos entre homens e rapazes (sim, há essa diferença). Outro ponto interessante são os detalhes mitológicos e as crenças religiosas que sempre fizeram parte do cotidiano romano e que também fazem parte do livro.

Para quem gosta do assunto, é um excelente leitura.

Ficha técnica:

  • Livro: César
  • Autor: Allan Massie
  • Editora: Ediouro
  • Nº de páginas: 302
  • ISBN: 8500007745
  • Sinopse: Allan Massie faz um romance sobre a vida do imperador Júlio César.

Resenha: Escandalosa! (Nan Ryan)

Por Érika dos Anjos

Nunca tinha lido nada a autora Nan Ryan. E me surpreendi. O livro é muito bom, com uma história super interessante, marcada por reviravoltas, suspense e traição.
Um dos grandes destaques do livro é a parte em que Ladd Dashroom, depois Sutton Vane, é levado para a prisão durante a Guerra de Secessão, ali é muito torturado e humilhado por mais de dez anos. Enquanto isso, seu grande amor, Laurette Howard, o espera, como havia prometido. Mas, o melhor amigo de ambos, Jimmy, retorna da prisão e afirma que Ladd morreu. Assim, consegue se casar com a bela Laurette.
No entanto, para surpresa de todos, Ladd sai da solitária e está disposto a se vingar de todas as pessoas que ele acredita que o traíram, inclusive Laurette.
Uma história muito bem contada, que encanta pela delicadeza com que a autora trata alguns assuntos e choca pela frieza com que descreve as torturas que Ladd sofreu. Recomendadíssimo!

PS.: Mais uma vez, como acontece em vários livros, o nome não tem absolutamente nada a ver com a história. Porém, até em inglês esse erro foi cometido, já que o nome da obra é The scandalous Miss Howard.

Ficha técnica:

  • Livro: Escandalosa!
  • Autor: Nan Ryan
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas: 315
  • ISBN: -//-
  • Sinopse: Aquele homem poderoso, ameaçador e irresistivelmente sensual poderia faze-la perder a cabeça… O rapaz que partira para servir no Exército vinte anos atrás fora tolo e ingênuo. Acreditara na garota que prometera esperar por ele. Confiara no amigo que o traíra. Agora, ele voltava para vingar-se pelo que lhe haviam roubado: seu coração, sua alma, seu mundo. Laurette Howard também perdera sua inocência da maneira mais cruel: com a notícia de que o rapaz a quem amava morrera na guerra. Depois de um casamento sem amor, realizou-se cuidando de doentes, sabendo que seu próprio coração nunca poderia ser curado. Então, Sutton Vane apareceu, abalando Laurette, liberando a mulher sensual e apaixonada que ela julgava não mais existir. E Laurette se rendeu a uma paixão tão escandalosa, que só poderia ser entendida como destino…. Mas seria uma paixão calculada para destruí-la ou para resgatar a doce promessa de um amor que se recusava a morrer?

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente (Agatha Christie)

Por Érika dos Anjos

Com muito orgulho, digo que tenho todos os livros publicados por Agatha Christie. E, garanto, Assassinato no Expresso do Oriente está no TOP 5 da autora. É excelente e, como já disseram vários colegas, tem um final surpreendente, que faz com que vc queira voltar algumas páginas só para confirmar o que a autora cita na conclusão.

Como sempre, Hercule Poirot está escelente no livro. Com tiradas geniais e sarcásticas, o detetive desta vez não é chamado para resolver o problema e sim faz parte dele. Já que era um dos passageiros do trem em que, coincidentemente, aconteceu o crime.

Outro ponto que chama atenção no pequeno detetive belga é a forma como ele pensa e age após a descoberta do criminoso. Mais uma vez, ele demostra que, acima de tudo, tem bom coração e bom senso. Mais um clássico maravilhoso da Dama do Crime.

PS.: Na última versão do filme, Alfred Molina está genial interpretando o Poirot!

Ficha técnica:

  • Livro: Assassinato no Expresso do Oriente
  • Autor: Agatha Christie
  • Editora: Nova Fronteira
  • Nº de páginas: 189
  • ISBN: 8520912443
  • Sinopse: Pouco depois da meia-noite, uma tempestade de neve pára o Expresso do Oriente nos trilhos. O luxuoso trem está surpreendentemente cheio para essa época do ano. Mas, na manhã seguinte, há um passageiro a menos. Uma americano é encontrado morto em sua cabina, com doze facadas, e a porta estava trancada por dentro. Pistas falsas são colocadas no caminho de Hercule Poirot para tentar mantê-lo fora de cena, mas, num dramático desenlace, ele apresenta não uma, mas duas soluções para o crime.
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