Menu:

Links:

Publicidade

Busca no site

Categorias

Arquivo



Blogs parceiros


Pano pra que?


Pano pra que?



Mulheres Românticas

Atualizações do Twitter

Posting tweet...

Powered by Twitter Tools

Resenha: Emma (Jane Austen)

Por Érika dos Anjos

Como uma fã incondicional da Jane Austen, tenho vários elogios a mais esta obra da dama inglesa do romance. E somente nas hábeis mãos de Jane, Emma poderia se tornar uma anti-heroína adorável.

Dizem que a linha entre o amor e o ódio é muito tênue. Com relação a Emma, tanto livro quanto personagem, essa máxima é super verdadeira. Pois, não há como não adorar a forma como a mimada menina tenta fazer com que as pessoas gostem umas das outras; assim como, não é difícil odiá-la pela forma como ela trata o Sr. Knightley.

Emma deseja arrumar um marido para sua protegida Harriet Smith, que apesar de ‘caipira’ possui sentimentos e discernimentos que Emma ainda precisará aprender. Porém, o coração de Harriet já tem dono, mesmo que Emma, do auge de sua soberba, não acredite que aquele rapaz será páreo para a menina que escolheu ser sua amiga. Até que o áustero Sr. Knightley, sempre amigo e correto, começa a mostrar-lhe que para o amor não há forma, idade, jeito de falar ou dinheiro que possa impedí-lo.

A forma como Jane Austen domina o seu texto é inebriante. Pois, sua Emma, se caísse em outras mãos que não fossem tão talentosas, não teria esse gostinho de menina ou mulher que precisa crescer e deixar de ser intrometida, mas com um jeitinho apaixonante. Recomendadíssimo!

Ficha técnica:

  • Livro: Emma
  • Autor: Jane Austen
  • Editora: Nova Fronteira
  • Nº de páginas: 368
  • ISBN: 8520907628
  • Sinopse: Rica e esnobe, Emma Woodhouse tenta arranjar casamento para Harriet Smith, jovem pobre e de pais desconhecidos. Ao mesmo tempo, lança suspeitas sobre a reputação de Jane Fairfax. Quando suas conspirações ameaçam fugir do controle, seu vizinho e amigo, o senhor Knightly, intervém.

Diário de um pai atrapalhado – Resenha DVD “Galinha pintadinha e sua turma”

Por Leonardo Costa

A primeira vez foi a visão do inferno: um vídeo colorido e tosco, com uma música chata e repetitiva. Era o meu primeiro contato com o clipe Galinha Pintadinha, que na ocasião minha sogra colocava para  meu filho e o primo dele assistirem na internet.

João tinha apenas alguns meses mas a animação já despertava a atenção dele. Com o tempo vi que o referido vídeo nem era tão ruim assim, e melhor (ou pior, depende do ponto de vista): existiam outros vídeos da mesma série.

Então depois da Galinha, veio A Barata, Meu pintinho amarelinho, O Sapo… A essa altura já sabia da existência do DVD. Minha esposa depois de alguns meses acabou comprando o disco, que até então era vendido apenas no site dos produtores. Ele possui um total de 13 clipes, incluindo os quatro da internet, e uma versão karaôke (só com a música base).

Os clipes unem antigas cantigas de roda com uma animação simples e colorida (vamos deixar o tosco para trás, a simplicidade tem uma razão de existir).  A interpretação das músicas  é bem “agitada”, um clima de festa, bem diferente da forma original cantada pelas crianças. Ponto a favor.

A duração do DVD, apenas meia hora, parece pequena, mas é suficiente. Mais que isso a criança já começa a dispersar.

Quem quiser mais detalhes a respeito do DVD Galinha pintadinha e sua turma pode entrar no site www.galinhapintadinha.com.br

Resenhas: Amor imperfeito (Leigh Michaels), O destino de uma mulher (Jillian Hart) e Sedutor dos Mares (Merline Lovelace)

Por Érika dos Anjos

Amor Imperfeito

O tempo passa, o tempo voa e a velha história da secretária com o patrão permanece porreta! E em Amor Imperfeito, ela tem um plus: eles se casam por comodidade e não por aquele amor implacável… isso só vem depois!
Justin é um advogado muito bem-sucedido que trabalha exclusivamente com direito de família, mais precisamente com divórcios, guardas de crianças, divisões de bens etc. Laura, ou Mac para Justin, é uma secretária super eficiente que foi indicada por um grande amigo dele quando ela pediu demissão porque PRECISAVA sair da cidade. Isso porque o seu namorado na época, o idiota-sem noção-fdp do Clay, simplesmente casou com a irmã dela! Obviamente, o chão sumiu para Laura e ela resolveu abandonar tudo.
Sendo os dois tão eficientes e corretos, além de ambos precisarem de se casar (ele por imposição da tia e por estar se achando velho; ela porque a irmã e o cunhado-ex-namorado estão morando na casa dela), Justin e Laura decidem se unir sem aquela paixão tórrida, mas baseados em uma sólida amizade e em uma grande confiança mútua. Aí já viu! Em dois tempos o sexo esquenta e ambos se apaixonam perdidamente!
Um livro bem gostoso de ler, em que o leitor sente na pele o dilema da Laura e torce desesperadamente para eles ficarem juntos, principalmente quando Clay arma uma boa para ela e Justin consegue ser pior ainda! Porém, devidamente calçado pelo amor, é claro!

Ficha técnica:

  • Livro: Amor imperfeito
  • Autor: Leigh Michaels
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas: 220
  • ISBN: 0
  • Sinopse: Com o coração descompassado, Laura vê Justin se levantar para reavivar o fogo na lareira. Então, em vez de voltar para junto dela,ele se deita no sofá, com ar distante, pensativo. Decepcionada, Laura procura uma explicação para o comportamento de Justin.

O destino de uma mulher

É complexo resenhar esse livro. A história é boa. Índio com branca é um excelente mote. Porém, achei muito arrastada a forma como ela foi contada. Acho que poderia ter acontecido muito mais coisas ou o livro poderia ter sido diminuído em umas 30 ou 40 páginas. No entanto, isso não tira totalmente o brilho da obra.
Marie é a filha de um coronel super linha-dura, que nunca a viu como filha e sim como herdeira. Ao completar 21 anos, o coronel a chama para morar com ele (ela vivia com a tia) a fim de que ela se case com um dos seus majores. Porém, não é bem assim que a banda toca. Ao chegar no forte do pai, Marie conhece um índio tudo de bom: Falcão da Noite, um dos homens de confiança do seu coronel. Mas, mesmo assim, um homem que não poderia desposar uma mulher branca e bem nascida como ela.
Em pouco tempo, a paixão pelos cavalos e pelos animais em geral une Marie e Falcão da Noite. Eles passam a se amar e a lutar contra o preconceito. Só que, como não poderia deixar de ser, ela engravida e o pai fica uma fera, deserdando Marie e a obrigando a voltar para a casa da tia. Só que a menina é arretada e com 8 para 9 meses de gravidez faz uma viagem de duas semanas de volta para o forte a fim de dizer ao seu amado que quer ficar com ele, custe o que custar!
Os pontos fortes do livro na minha opinião são os animais, que tem função vital na obra, e a hombridade do major Ned, o homem que o coronel queria que se casasse com a Marie. Ah, e como não poderia deixar de ser, apesar de um pouco covarde por não querer assumir a Marie antes dela falar com o pai, Falcão da Noite é um hômi-tudo, mesmo tendo apenas 22 aninhos. Os pontos fracos são a história arrastada, como já disse no começo da resenha, e a pouca participação do núcleo índio da história, acho que ficaria bacana se eles se envolvessem mais.

Ficha técnica:

  • Livro: O destino de uma mulher
  • Autor: Jillian Hart
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas: 220
  • ISBN: 0
  • Sinopse: Em uma terra devastada pela guerra e pelo preconceito, Marie Lafayette conheceu o homem que se tornou seu destino. Falcão da Noite era gentíl, corajoso e nunca lhe pediu para desafiar as leis tácitas dos brancos. Mas, ao cair da noite e no auge da paixão, Marie pôde apenas seguir os apelos do seu corpo e de sua alma! Quando o pai de Marie descobriu seu romance com Falcão da Noite, ficou furioso. Então, ela partiu,acreditando que esse era o desejo do homem . No entanto, Marie esperava um filho do homem que jamais poderia esquecer, do homem que ansiava por sua volta. Teria Marie coragem de enfrentar a ira do pai e lutar pelo amor de Falcão da Noite?

Sedutor dos Mares

Gosto de livros com reviravoltas e Sedutor do Mares é assim, além disso tem como cenário a distante China, coisa difícil nos romances. Jamie era o capitão do navio Fênix que fazia uns discretíssimos contrabandos, mulherengo ao extremo e confiante até a ponta do dedinho do pé. Muito competente, foi expulso da marinha por pegar a mulher do comandante, fato que não esconde de ninguém mas que sempre o deixa chateado. Sarah é a filha mais velha de um missionário religioso pra lá de doido. O cara é maluquinho, maluquinho e vive se metendo em enrascadas. Numa dessas, foi parar em um além-mar desses da vida por muitos meses, fazendo com que a família ficasse preocupadíssima e obrigasse a destemida e teimosa Sarah a negociar com o infame Jamie.

Com discussões afinadas e humor mais do que cortante, os dois vivem as turras quando ela consegue entrar no navio escondida para viajar com ele. Em meio a muito perigo, eles conseguem achar o desmiolado do pai dela e é aí que a coisa muda de figura. Apesar de todos os defeitos, Jamie é um homem de palavra e promete ao missionário-doido que irá desposar uma das filhas dele, para desespero de Sarah. Então, entra em jogo uma ilha deserta, a irmã dela, o pequeno Charlie e o negócio fica bom!

Com umas tiradas bem engraçadas, Merline Lovelace coloca vários temas e lendas orientais na história enriquecendo bastante o texto. No entanto, a melhor parte e é história do livrinho de cabeceira da tripualção, o Ars Amatoria, uma espécie de Kamasutra dos marinheiros, com direito a várias posições sexuais como ‘macaco descansando na árvore’ e ‘cavalo selvagem pulando’, mas a melhor delas é ‘patos voando ao contrário’, que ninguém a bordo do Fênix conseguiu fazer ainda. Outra parte hilária, é quando um dos tripulantes conta para ela o motivo de terem a bordo, em uma caixinha estilizada, o pênis de um tigre!

Recomendo!

Ficha técnica:

  • Livro: Sedutor do Mares
  • Autor: Merline Lovelace
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas: 223
  • ISBN:0
  • Sinopse: Se Sarah Abernathy desejasse tornar a ver seu pai,unir forças ao devasso homem do mar parecia sua única escolha. Se bem que ela ficou com a impressão de que a busca por seu pai poderia resultar na perda de seu coração… para um aventureiro sem certos princípios. O capitão Jamie Kerrick tinha absoluto controle sobre seu navio e tripulação… assim como fazia com todos os aspectos de sua vida, incluindo suas emoções. Então, como era possível que a filha inocente de um simples missionário conseguisse tornar seu mundo ordenado um completo caos?

Resenha: Cristal na veia (Nic Sheff)

Por Érika dos Anjos

Livros sobre alguém que se afundou nas drogas e tenta largar existem aos montes por aí. Porém, Cristal na Veia tem um bom diferencial: você não fica com peninha do personagem principal. Pelo menos, eu não fiquei. Muito pelo contrário, em certos momentos, achei que ele estava até sofrendo pouco em comparação ao que fazia com as outras pessoas. E esse é o grande lance do livro, querer ver até onde Nic Sheff vai chegar e se, realmente, vai continuar merecendo aquilo.

Nic começa o livro mostrando o quanto estava afundado nas drogas. Sua receita diária incluia doses exageradas de metanfetamina (o tal cristal que dá nome ao livro), cocaína, maconha, álcool e o que mais lhe dessem. Ele rouba, furta, se prostitui e chega ao fundo do poço. No entanto, ele entra no programa dos 12 passos em uma clínica de reabilitação e começa a dominar o vício e mostrar que pode, a muito custo, ficar sóbrio.

Porém, quando as coisas estão se encaminhando, ele reencontra uma antiga namorada de adolescência que também luta contra as drogas; logo depois uma mulher mais velha por quem se apaixonou completamente há algum tempo, mas que agora se separou do marido e o quer de volta. Aí, não presta! Ele volta a se drogar e aparecem no seu caminho várias figuras que só o levam mais para baixo, tanto com os uso da metanfetamina quanto roubando-lhe o pouco dinheiro que tem. Além disso, sua família passa a evitá-lo, pois já haviam lhe dado todas as chances possíveis. E é aí que mora o x da questão: até aonde a família pode ajudar outra atrapalhar a vida de um viciado?

Assim como 95% dos usuários compulsivos de drogas, Nic Sheff no decorrer da narrativa usa vários flashbacks para mostrar sua infância difícil, a separação dos pais, a falta de atenção etc. que sempre caracterizam o motivo para que o drogado entrasse nesse mundo. Porém, durante muito tempo tanto seu pai quanto sua mãe o apoiaram, só que em um determinado momento não há mais o que fazer. E é aí que nosso protagonista começa a se coçar e vê que não há mais saída. Uma outra vez, ele se interna e mais outra e mais outra. Entre as internações, sofre o pão que o traficante amassou. No entanto, desta vez, antes de escrever o livro, ele diz que foi a última…

Assim, com uma narrativa rápida e envolvente, Nic é muito objetivo sofre as desgraças que atingiram sua vida e as que ele mesmo causou. Você nem sente que já se passarm tantas e tantas páginas, pois a curiosidade (e diria até mesmo o masoquismo) aumenta a cada segundo. O autor é cru em algumas passagens, como quando conta sobre suas relações sexuais com homens mais velhos para que eles lhe dessem dinheiro para droga, das dores que sentia por todo o corpo e, principalmente, durante suas crises de privação, o que dá vontade ao mesmo tempo de tentar lhe acudir e de ficar do lado somente assistindo ao que causou a si mesmo.

Tem uma frase perfeita que Nic escreve quase no fim do livro e que acho que retrata fielmente o que sentimos ao ler o livro, apesar dela ter sido usada em outro contexto: ‘é como colocar uma gase no buraco de um tiro’, já que sabemos que outras tantas pessoas passam por isso e que nem todas conseguem sair do precipício. No fim deste livro-que-parece-um-soco-no-estômago parece que Nic Sheff conseguiu… posso parecer muito pessimista, mas a pergunta é: até quando?

Para saber mais sobre o Nic Sheff e sobre o livro Cristal na veia, você pode acessar os seguintes links:

www.cristalnaveia.com.br
www.nicsheff.com
www.nicsheff.blogspot.com
www.myspace.com/nicsheff


Para matar a curiosidade da galera, uma fotinho do Nic Sheff

PS.1: Em um dos momentos contados no livro, Nic vai ao cinema com a mãe ver a estreia do nosso Cidade de Deus e o filme ganha vários elogios!

PS.2: O pai de Nic escreveu um livro contando o outro lado da história, como é a vida dos familiares de um viciado. O nome da obra é Beautiful Boy, mas acho que ainda não foi traduzido para o português.

Ficha técnica:

  • Livro: Cristal na Veia
  • Autor: Nic Sheff
  • Editora: Agir
  • Nº de páginas: 352
  • ISBN: 9788522008308
  • Sinopse: Cristal na Veia é um relato emocionante em primeira pessoa sobre o mundo das drogas. Nic Sheff conta tudo sobre sua relação com as drogas, o auge do vício, suas violentas recaídas e a necessidade de tratamento. O autor não poupa detalhes, conta seus frequentes encontros com a lei, as várias tentativas de tratamento e as vezes em que quase morreu. Um relato vivo, um desabafo atormentado e junto a tudo isso uma enorme esperança de viver.

Dor no coração de uma jornalista

Por Érika dos Anjos

Existem certos momentos em que nos perguntamos continuamente o porquê das coisas. Esse é um deles. Como alguém pode achar que um jornalista não precisa de diploma? E como contratar alguém que escreve Obestreta? Ai Deus, e eu esperando minha chance…

Segue o retrato da vergonha alheia de um jornalista!

Se eles não tiverem consertado, o link é esse aqui

Diário de um pai atrapalhado – Resenha “MPBaby Cantigas de roda”

Por Leonardo Costa

Conforme prometido no meu post anterior (Tecnologia acalma neném), faço agora a primeira resenha dos DVDs infantis disponíveis no mercado. Resolvi começar pelo MPBaby por ser 100% brasileiro e uma das nossas últimas aquisições.

Descobri o MPBaby em uma das minhas muitas buscas no You Tube or algo que acalmasse meu filho, na verdade que mo mativesse quisto por alguns minutos. E um dia encontrei esses clipes esquisitos, com uma animação aparentemente tosca e uma música violada. Tosco ou não João adorou, até dormia vendo isso.

Resolvi pesquisar na internet e descobri que o MPBaby é uma série de CDs e dois DVDs. Compramos o primeiro volume, o Cantigas de roda, já que o João não despertou o menor interesse pelos clipes do  Hora de dormir.

São 14 músicas,  todas arranjadas no violão. Embora não tenha vocais, O DVD possui letras em todos os vídeos, para ativar basta ligar as legendas e cantar junto.

As animações, com poucas exceções correspondema música. Adaptadas para o público infantil, então os pais podem ficar relaxados, pois ninguém se afoga após a virada da canoa nem atira pau em gato nenhum.

Atirei o pau no gato merece um comentário a parte.  Tá certo que maltratar animais é errado, inclusive considerado crime, e não é uma coisa que deve ser incentivada. Mas então que alguém me explique porque nessa música  aparece uma abelha, uma formiga e um vaga-lume jogando bola? A formiga leva bolada, não o gato, mas ela não morre, sai sorrindo. Talvez a única faixa que tenha ficado mal resolvida.

Os insetos aparecem apenas com dois pares de patas cada um. Quando o certo seriam três. E o tatu-bola é do tamanho da formiga. Fora esses detalhes,  o DVD é uma ótima opção para fazer os pimpolhos “reduzirem a marcha” ou para a hora de dormir.

Nunca vi os DVDs destá série nas lojas. Compramos o do João na Internet.

Veja no You Tube alguns dos vídeos do DVD:

Peixe Vivo

A Canoa Virou

Sapo Cururu

Samba Lelê

Muito bacana a iniciativa da produtora em colocar quatro dos dez vídeos do DVD na internet. Ao contrário de fazer desistir de comprar nos incentivou.

Na minha humilde e leiga opinião:

prós: música e animação suaves, valoriza a música brasileira, agradável para os pais.

contras: difícil de achar, tem a música Atirei o pau no gato, insetos de quatro patas.

No próximo post: DVD Galinha Pintadinha

Sinopse

Uma produção inovadora, que se destaca no mercado brasileiro como o primeiro lançamento do gênero dedicado às tradicionais cantigas de roda, o DVD MPBaby Cantigas de Roda contribui com pais e educadores na formação de uma cultura interativa de aprendizagem e de confraternização, fundamental para o desenvolvimento dos processos neurológicos, psíquicos e sociais da criança, desde a gestação até a idade escolar.
O conteúdo musical do DVD – 100% instrumental e acústico – foi desenvolvido a partir de cantigas de roda típicas do folclore brasileiro, especialmente recriadas pelo compositor e violonista Reginaldo Frazatto Jr. para o disco MPBaby Cantigas de Roda. Já o conteúdo visual do DVD MPBaby recebeu um tratamento multidimensional, no qual as imagens foram sobrepostas em diferentes níveis de profundidade, que vão além da simples perspectiva de figura e fundo.

Lançamento de Contos de todos nós na Bienal do Livro

Dia 19 de setembro de 2009. Vinte autores. Uma editora. E um sonho realizado.

Basicamente esta é descrição do que aconteceu no estande da Editora Hama (muito obrigada a todos de lá, principalmente a Rosângela Feitosa, organizadora do projeto) naquele delicioso e fatídico sábado. No entanto, esta história começou no fim de semana anterior (entre os dias 10 e 13 de setembro), quando mais 300 pessoas inscreveram seus contos para o projeto Contos de todos nós, uma obra que seria produzida, editada e lançada no decorrer dos dias da Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Durante toda a semana, o pessoal da editora e, é claro, os 20 autores escolhidos (grupo que tenho muito orgulho de participar) aguardavam ansiosamente às 18h do dia 19. E a espera não foi em vão. Em um clima de festa, Contos de todos nós foi lançado com muito sucesso e um agradável clima familiar entre autores, editores e convidados que durante 1h30 lotaram o estande da Hama.

Depois de muitos autógrafos, mensagens de apoio e promessas (já cumpridas) de mantermos contato e levarmos estes e outros projetos para frente, os 20 autores estavam em êxtase. E, particularmente eu, estava realizando um sonho de muito tempo e, quem sabe, estava dando um passo para a concretização de um desejo que há tempos está aqui, às vezes fingindo-se de morto, às vezes dando rumo à minha vida.

Abaixo, algumas das fotos que eternizaram o evento. A todos os presentes, um obrigado maior do que eu (o que é muita coisa, hein?!?!) e a todos que estiveram em pensamento comigo um agradecimento do mesmo tamanho!

Beijos literários!

Érika dos Anjos

Antes de sair de casa… feliz da vida!

Com o crachá de autora! Orgulho da mamãe! Esta é pra você, princesa!

Já no estande, assinando os livros dos colegas autores! Muito bom!

Momento único e cheio de emoção!

Sorriso rasgado de felicidade!

Autores reunidos e orgulhosos!

Maridão me fez uma surpresa, pois, inicialmente, ele não iria! Obrigada minha vida! Você é tudo o que eu sempre sonhei!

Amigos Antônio e Rose! Muito obrigada pela presença!

Lincoln e família também prestigiaram! É uma honra ter esse grande jornalista presente no nosso humilde lançamento.

Amigos do Skoob: Vânia, Roberto Laaf e Dominique. Ter o aval literário desses três grandes leitores não é para qualquer um! Obrigada!

Mais uma dos realizados autores!

Primos amadossss! Amei vocês terem ido! Muito thank you!!!!

Cansada e feliz!

Irmã, amiga, companheira e presente em todos os momentos da minha vida! Sem palavras para agradecer a tudo o que você é pra mim!

Os melhores cunhados do mundo não poderiam deixar de estar presentes!

Ai de quem falar mal de sogra perto de mim! Porque a minha é simplesmente M-A-R-A!

Para finalizar, uma fotinho com o ‘livro’ da minha grande fonte de inspiração: Nelson Rodrigues!

Lançamento do livro Conto de todos nós, com a participação de Érika dos Anjos

Resenhas: Mr. Playboy e Como salvar um casamento (Candy Halliday)

Por Érika dos Anjos

Mr. Playboy

Esse é um daqueles romances que você não dá nada no início, mas que, no fim, vc já está apaixonado pela leitura. A história é super envolvente, contando sobre um pai que tenta reconquistar o amor da filha depois de 13 anos. Porém, não é um pai qualquer. É o famoso Jack, o Lobo, Sims, um dos maiores jogadores de beisebol (ou seria futebol americano?) da história e conhecido como um devorador de mulheres, que estava a cada dia com uma modelo diferente.

A menina morava com a sogra dele, que o impedia de criá-la e que o culpava pelo destempero moral da filha e postereiormente pelo seu suicídio.

Após a morte da ex-esposa, Jack se muda para um novo condomínio onde o pessoal é super família e logo ele descobre que será o lugar cert para criar a rebelde Danielle. Só que ele também descobre que em Woodberry Park também mora Alicia Greene, uma mulher linda, loira, rica e que fica encantada com a beleza máscula do ex-jogador. Mas, para desespero de Alicia e do próprio Jack, as meninas do Clube das Fantasias das Donas de Casa também resolvem dar um ‘jeitinho’ para que eles fiquem juntos, só que o tiro pode sair pela culatra.

A forma como Alicia ajuda Danielle a se enturmar e a história da ‘princesa na banheira’ são ótimasssssss!!!

Ficha técnica:

  • Livro: Mr. Playboy
  • Autor: Candy Halliday
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas: 160
  • ISBN: 0
  • Sinopse: Alicia não se conforma que suas amigas queiram atirá-la nos braços de Jake Sims, o famoso jogador de beisebol que acabou de se mudar para o condomínio onde ela mora. Envolver-se com aquele playboy sedutor é confusão na certa, e confusão é a última coisa de que Alicia precisa… Jake mudou-se para Woodberry Park na esperança de reconquistar o amor de sua filha, disposto a tudo para restabelecer os laços de confiança na menina. O problema é que toda vez que ele vê a deslumbrante Alicia Greene, sua resolução de ser um pai solteiro exemplar e dedicado perde força… Alicia e Jack podem insistir em dizer não um ao outro, mas até quando serão capazes de resistir à força da paixão e à determinação de um leal grupo de amigas, dispostas a dar um empurrãozinho final para transformar o sonho em realidade?

Como salvar um casamento

Já tinha lido  Mr. Playboy há algum tempo e gostei. Um pouco depois, descobri que ele fazia parte de uma saga chamada O Clube da Fantasia. No entanto, como sempre, no Brasil só dois livros haviam sido lançados: Mr. Playboy  e Como salvar um casamento, que conta a história de Rick e Zada, anterior ao outro.

Os protagonistas começam o livro no tribunal, querendo o divórcio pois achavam que tinham sido muito impulsivos ao casarem após apenas dois meses juntos. A voluntariosa morena Zada não aguentava o estilo militar do sexy Rick Clark. Porém, era visível que assim como tomaram por impulsividade a decisão do casamento, tambémo fizeram quanto à separação, pois não podiam nem se olhar que saiam faíscas de desejos de ambos os lados. E meio que percebendo isso, meio que estressado com a quantidade de divórcios que estavam ocorrendo, o juiz decidiu que eles deveriam voltar ali após 90 dias com uma decisão sobre a casa e o cego e fofo cachorro Simon, que eram os motivos deles estarem na frente do magistrado naquele momento.

Rick então propõe que eles façam um espécie de reality show para que seja decidido quem vai ficar com os bens: a partir daquele momento, quem saísse da casa primeiro era o perdedor. E ambos sabiam que seria mjuito difícil um dos dois abrir a guarda, nem em 90 dias nem em 90 anos. Rick entraria em casa na manhã seguinte, então, Jen e Tish (as melhores amigas de Zada, que também tem um livro para si que não foram publicados aqui) ajudam-na a fazer o que o marido mais odeia: bagunçar totalmente a casa para que ele veja com quem está brincando. Assim que abriu a porta na manhã do do outro dia, Rick viu que tinha feito uma besteira ao fazer aquela proposta a Zada. Afinal, eles se separaram por incompatibilidade de gênios. Apenas isso. Já que no sexo, não havia nada, absolutamente nada melhor do que eles faziam.

Em meio a todos os ‘desafios’ que um fazia para o outro, surge o maior deles: Alicia Greene, a advogada linda e rica que também morava em Woodberry Park e que estava solteira. Logo, seus olhos se voltaram para o belo moreno que estava ’separado’ na casa em frente. Eles ainda não sabiam, mas Alicia seria um problema bem maior do que as briguinhas corriqueiras que estavam acostumados…

Os grandes destaques deste livro são a fofura de Simon, o cãozinho que perdeu a visão quando salvou a vida de Rick; as fantasias que elas descrevem durante as reuniões do Clube da Fantasia das Donas de Casa (acho que qualuer semelhança com Desperate Housewives não é coincidência); a tensão sexual que envolve Zada e Rick (prestar bastante atenção no momento em que eles fazem o acordo de ‘não-gozo); e, principalmente, a forma como Alicia entra no clube, no início da muita raiva dela, mas logo depois já torcemos para que tudo dê certo e o big-mega-perfeito JaKe Sims, o Mr. Playboy, entre logo na sua vida!

Ficha técnica:

  • Livro: Como salvar um casamento
  • Autor: Candy Halliday
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas: 125
  • ISBN: 0
  • Sinopse: Zada comparece ao tribunal, certa de que sairá de lá divorciada do homem com quem se casou por impulso, no auge da paixão, para logo descobrir que aquele amante perfeito não estava preparado para o compromisso da vida de casado. Mas a discussão sobre quem vai ficar com a casa e com o cachorro leva o juiz a estipular um prazo de três meses para que Zada e Rick cheguem a um acordo, se não quiserem arcar com conseqüências mais drásticas. Disposto a dar uma segunda chance ao casamento, Rick propõe a Zada que tentem resolver a questão de uma maneira diferente, numa espécie de reality show particular no qual o vencedor ficará com a casa e com o cachorro. Mas o que deveria ser um jogo de astúcia e estratégia acaba se tornando um jogo de sedução e desejo, cujo desfecho poderá ser surpreendente…

Diário de um pai atrapalhado – Tecnologia acalma neném

Por Leonardo Costa

Todos sabemos, embora muitos recusem admitir, que a televisão é de fato é a melhor babá do mundo. Com a popularização da TV a cabo tornou-se uma babá disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. E enquanto a criança está paralisada, em estado quase catatônico, assistindo pela centésima vez a reprise do HI-5, com uma expressão de deleite, alegria e surpresa (embora ainda catatônica) como se fosse um programa inédito. Você pode curtir alguns bons momentos da vida.

Oportunidade melhor que essa só quando ela está dormindo. A TV só perde para a casa da avó. Que também tem lá seus efeitos adversos, como biscoitos e bolos pouco antes das refeições; deixar dormir fora de hora entre outras coisas que é melhor nem citar, pois mesmo com os contras é a única oportunidade dos pais curtirem um momento a sós.

Mas voltando a vaca fria. Embora não de para se afastar enquanto o pimpolho está em frente a telinha mágica, você pode fazer algumas coisas boas da vida, por  exemplo: ler livros, jornais, quadrinhos etc.; fazer um lanchinho básico ou mesmo a refeição se for a hora (eu mesmo programo o jantar para o horário do desenho favorito dele); usar internet, computador, falar ao telefone ou mesmo não fazer nada.

Se o programinha for educativo melhor ainda. Você perceberá, que a TV não vai ser útil apenas para a criança te deixar em paz, mas para ela ficar calma e permitir a execução de tarefas simples, corriqueiras e indispensáveis. Como a troca de fraldas, hora da sopinha (a hora da sopinha, gororobinha, comidinha, não importa o período merecerá um post exclusivo), o momento de se arrumar antes da creche. Todas estas, são ocasiões onde ele se agitam, choram, cospem, enfim fazem da sua vida (seja pai, mãe, empregada ou algum parente que está de “bucha”) um inferno na Terra!

Esse nariz de cera, de quatro parágrafos, caminhando já para o quinto, era para entrar no seguinte mérito: o que fazer quando a TV não produz mais os resultados esperados? Acontece, afinal o HI-5 passa “apenas” duas vezes por dia. E a criancinha não quer saber disso. Sempre tem o YouTube, mas de cadeira eu digo: acostume a criança no YouTube e você vai criar um monstro. Jamais conseguira sentar no computador novamente. Salvo os momentos que você vai abrir o dito cujo para seu pimpolho assistir.

Tá certo, assistir aberturas de desenhos no YouTube com a criança tem toda aquela cândida ligação pai e filho etc. Mas isso as vezes cansa. E quem pensar em abrir a boca para me chamar de insensível que tente ficar duas horas vendo os vídeos do HI-5 e Galinha Pintadinha sem parar. Para diminuir o problema e tirar do YouTube o status de babá da casa apelamos para os DVDs.

Com os DVDs do Baby Einstein e Galinha pintadinha já consegui manter o garoto sossegado por mais de uma hora e meia seguida. Fiquei assustado. Em geral não deixo que ele assista mais de duas vezes seguidas. Nós próximos posts farei as resenhas de alguns volumes do Baby Einstein (Disney), MPbaby e da versão completa da Galinha Pintadinha.

Related Posts with Thumbnails