Menu:

Links:

Publicidade

Busca no site

Categorias

Arquivo



Blogs parceiros


Pano pra que?


Pano pra que?



Mulheres Românticas

Atualizações do Twitter

Posting tweet...

Powered by Twitter Tools

Promoção O Albatroz Azul (João Ubaldo Ribeiro)

 Amigos, chegou o dia do sorteio do livro O Albatroz Azul, do escritor João Ubaldo Ribeiro.

Seguindo a ordem em que os comentários foram colocados no blog, os concorrentes são os seguintes:

sorteio

PS.1: Os amigos Pobre Esponja e Fabrício Bezerra da Guia não responderam a pergunta e não poderão participar.

PS.2: O amigo Raphael Zarko não poderá participar pois respondeu após dia 31/03 (grrrrrrrrrr!!!)

PS.3: O amigo barney Gumble não via participar por ser um desenho animado, como ele mesmo disse!

O sorteio será realizado às 17h!

Resenha e promoção: O Albatroz Azul (João Ubaldo Ribeiro)

Por Érika dos Anjos

O_ALBATROZ_AZUL_1256068322PQuando você pensa que João Ubaldo Ribeiro não tem mais o que inventar, descobre-se que ele segue seus textos se reinventando. E em O Albatroz Azul, o baiano segue mais baiano do que nunca, conseguindo descrever com perfeição todo o pensamento, todo o entendimento e as tradições de um povo riquíssimo em cultura e ‘jeito de ser’.

Neste livro, Ubaldo nos brinda com a história de Tertuliano Jaburu, um homem que já viver muitos anos e que tem uma carga em sua vida, um escolha que precisou fazer, que faz com que ele nunca seja realmente livre, nunca seja realmente alguém profundo e verdadeiro.

Porém, antes de começar a contar ao leitor sua biografia, Tertuliano tem uma visão, tem um entendimento de tudo o que fez da vida até aquele sublime momento, o nascimento de um neto homem, como há muito não se via naquela família. Então, a partir daquele instante, o velho começa se sentir que a vida e a morte estão mais próximas do que se imagina. E se a vida chegou para um, a morte está chegando para outro.

Tertuliano começa, então, a antever e, até mesmo, desejar a morte, que seria muito bem vinda após todo o sofrimento de sua vida, após todos o revés que teve que enfrentar desde sempre, desde que ainda era um pequeno menino, que foi preterido e teve que enfrentar muitos momentos difíceis. Então, o derradeiro momento passa a ser não só uma consequência, mas uma delicada e deliciosa obsessão.

Em cada linha, em cada página percebe-se que o autor quis passar a maior humanidade possível ao seu personagem, que passou muitos anos para descobrir o que é a realidade de todos nós: a morte chegará, mais cedo ou mais tarde.

Para conhecer mais sobre o livro acesse http://www.oalbatrozazul.com.br
**************************************

Quer ganhar O Albatroz Azul??? É só responder a pergunta NOS COMENTÁRIOS , logo abaixo: Você tem medo de morrer? Por quê?

As inscrições vão até dia 31 de março, quando será publicada a lista de participantes e seus números. O sorteio será dia 1º de abril (E juro que não é mentira!) pelo site random.org. O envio, para qualquer lugar do Brasil, será feito pelo Quarto elemento.

Participe!

Resenha – O Mapa dos Ossos (James Rollins)

Por Leonardo Costa

Espionagem, religião e simbologia misturados em uma única história. Similar aos livros de Dan Brown? Sim. O Mapa dos Ossos é o primeiro volume da trilogia Força Sigma, escrito por James Rollins. O romance conta a história da busca por tesouros escondidos desde a antiguidade. A pista para estes tesouros está nos supostos ossos dos Reis Magos guardados em uma catedral alemã. Paro por aqui, porque já entreguei demais a história.
A intercalação de capítulos com duas ou três histórias diferentes segue o estilo de Dan Brown, assim como a história por muitas vezes rocambolesca e inverossímil. Mas ao contrário dos livros do autor de O Código da Vinci, O Mapa dos Ossos não possui capítulos de uma página, cujo intuito é apenas criar suspense e quebrar o ritmo da leitura, embora o leitor perceba que estas diferentes histórias contadas de forma intercalada se unam mais a frete. Às vezes fica cansativo ver a ação passar subitamente dos porões de um templo francês para uma fortaleza suíça. Como uma novela, que sempre termina em um momento de clímax.
No mais, a luta entre os mocinhos, uma equipe de agentes da Sigma (uma agência de espionagem norte americana), liderada pelo quase imortal agente Gray, um membro do Vaticano e uma policial romana, contra os vilões, uma obscura agência chamada Guida, aliada a uma sociedade secreta chamada Corte do Dragão, não passa de um amontoado de clichês. Com espaço até para uma super, e misteriosa, assassina oriental a serviço da turma do mal, perigosos artefatos antigos e muita violência.
Embora não seja especialista, na verdade não sou especialista em nada, achei os personagens interessantes. E querer descobrir se o autor desenvolve-os nos próximos livros despertou minha curiosidade para acompanhar o restante da trilogia.
O Mapa dos Ossos reúne momentos de muita ação, violência e clichês, mas afinal que mal tem já que a própria vida real é um amontoado deles, com momentos do mais puro tédio quando os personagens passam intermináveis páginas (que nem são tantas assim) tentando desvendar em minutos segredos que ficaram guardados por milhares de anos (e sempre conseguem). Longe de ser o melhor livro que já li, ainda é uma boa opção para aqueles que gostam deste gênero ou buscam uma leitura fácil para aliviar a tensão e passar o tempo.
Ficha técnica:
  • Nome:  O Mapa dos Ossos
  • Autor: James Rollins
  • Editora: Ediouro
  • Nº de páginas: 477
  • ISBN: 9788500330735
  • Sinopse: um grupo de mercenários disfarçados de monges rouba ossos dos Reis Magos e extermina fiéis com hóstias envenenadas. Ao seguir a única pista deixada pelos assassinos? O símbolo de dragão na roupa do líder?, a equipe de Gray Pierce se depara com um segredo sagrado há muito perdido e que colocará as chaves do mundo na mão do seu descobridor. É impossível largar esse romance enquanto não terminar a corrida contra o tempo para salvar o planeta de uma fraternidade tão antiga e secreta quanto mortal.

Resenha: O símbolo perdido (Dan Brown)

Por Érika dos Anjos

O_SIMBOLO_PERDIDO_1252019318PTem uma comunidade no orkut que se chama ‘Dan Brown sempre caga no final’. Achei-a genial, pois é exatamente isso que eu penso. E em O Símbolo Perdido acho que o início também deixou muito a desejar por ser arrastado e sem sal. Porém, o meio do livro é aquilo que esperamos mesmo do autor, adrenalina, mistérios e muita explicação sobre coisas que pouco se sabe.

A história começa com um Robert Langdon que ainda não entendeu que ele é o centro da inteligência mundial. E acredita em uma história furada de que seu velho amigo Peter Solomon está precisando dele com urgência para uma palestra em pleno Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, o máximo que ele escontra é a mão de Solomon, com seu anel de Maçom grau 33, apontando para o céu.

A partir daí, começa uma trama contra o tempo, com muitas explicações de rituais e da importância da maçonaria na história da evolução das civilizações, o que em partes é bem verdade. Robert, como não poderia deixar de ser, conta com uma ajuda feminina, neste caso da irmã de Peter, Katherine Solomon, cientista noética que fez revelações que podem mudar o mundo! Porém, acima de tudo, ela quer salvar o irmão, que já sofreu muito na vida, com o abandono da esposa, a morte do filho e da mãe.

Vocês devem estar se perguntando sobre o vilão, né?! É aí que Mr. Brown caga tudo. O cara, que se autodenomina Mal’akh, é o mal personalizado, mas sua identidade é MUITO óbvia. Em tudo o que ele diz, pensa e faz parece que tem sua assinatura, não dá nem a sensação de ‘quem será?’. Fora que a explicação final sobre suas atrocidades é o ó do borogodó, assim como seu desfecho! Enfim, defecar sobre o ‘the end’ é a especilidade da casa!

Concluindo, para quem já leu os outros livros do Dan Brown é um mais do mesmo apimentado e bem temperado. Para quem nunca leu nada do autor, acredito que seja melhor começar por outro livro, talvez Anjos e Demônios que é o melhor dele na minha opinião. Já que em O Símbolo Perdido a cagada final é maior. Mas isso não faz com que o livro perca totalmente sua graça. Vale a leitura e vale procurar as imagens que ele cita no livro, que ocorre todo na cidade de Washington, na internet. É bem bacana ‘estudá-las’ depois.

PS.: Duas partes que me chamaram atenção: 1º – O Langdon não pega a personagem principal, pelo menos não explicitamente, pois quando eles se encontram ela diz algo no sentido de ‘desde a última festa pensei que você não me ligaria mais’. Onde será que o simbologista colocou o totem dele? 2º – A parte em que Katherine descreve sua maior descoberta, na cena da ‘pesagem’, é muitoooo bacana. Fiquei pensando um tempão nisso.

Ficha técnica:

  • Nome:  O Símbolo perdido
  • Autor: Dan Brown
  • Editora: Sextante
  • Nº de páginas: 489
  • ISBN: 9788599296554
  • Sinopse: Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

Resenha: O mais querido do Brasil em quadrinhos (Ziraldo)

Por Érika dos Anjos

O_MAIS_QUERIDO_DO_BRASIL_EM_QUADRINHOS_1251824419PApesar de pessoalmente não ir muito com a cara do Ziraldo, ameiiiiiii o livreto sobre o Flamengo! É lindo, emocionante, único e muito real. Além diss, ter feito em primeira pessoa foi uma ótima ideia, pois deu um ‘quê’ de depoimento muito emocionante.

O livro começa com a descoberta do Flamengo por um pequenino Ziraldo, ainda em sua cidade natal. Depois disso, o autor vai narrando com delicadeza e um coração rubro-negro a história do Clube de Regatas Flamengo. desde os primórdios, quando ainda tinha somente o remo, até a conquista do penta-tri campeonato estadual no primeiro semestre de 2009.

Uma das partes que mais gostei, foi quando ele mostrou a história dos grandes ídolos rubro-negros, como Dida, Júnior, Rondinelli e, claro, Zico, maior ídolo do clube. Outra parte muito legal é a galeria de títulos brasileiros, onde é contada a história dos campeonatos e as emoções da final.

Enfim, para todos os flamenguistas é um prato cheio de gols, vitórias e ídolos. Recomendadíssimo!!!!!!

PS.: Foi uma pena não ter entrado o hexacampeonato! Espero que façam um nova edição incluindo-o.

PS.2: O livro me foi presenteado pelo Leonardo Costa (Diário de um pai atrapalhado) que é vascaíno e anti-flamenguista, não necessariamente nesta mesma ordem! rssss Isso é que é uma prova de amizade!

Ficha técnica:

  • Livro: O mais querido do Brasil em quadrinhos
  • Autor: Ziraldo
  • Editora: Globo
  • Nº de páginas: 112
  • ISBN: 9788525047526
  • Sinopse: Com uma das maiores torcidas do mundo – 35 milhões de torcedores espalhados por todo o país – só mesmo um verdadeiro apaixonado pelo rubro-negro poderia ser escalado para relembrar as glórias do Flamengo. São as ilustrações do Ziraldo e os personagens que ele criou que contam a história do time no livro “>O Mais Querido do Brasil em Quadrinhos.

Li Turma da Mônica e não sou delinquente!

Por Érika dos Anjos

Às vezes fico preocupada quando meu nível de insatisfação sobe demais. E ontem, quando li o texto “Violência na Turma da Mônica“, ele chegou na estratosfera! Por um motivo simples: a pessoa que o escreveu, que nem sei quem é, não se deu ao trabalho de entender, pesquisar e estudar o que realmente a Turma da Mônica representa para as milhares de pessoas que a leem atualmente e para outros tantos milhões que cresceram com esses personagens.

Não quero nem partir para o mérito da velha história de “com tantas coisas no mundo para se preocupar, vai logo encher o saco dos gibis”; quero apenas mostrar a importância que a Turma da Mônica tem para mim e, certamente, para outras pessoas que até hoje são fãs dos escritos de Maurício de Sousa.

Bom, começarei assumindo que sou assinantes dos quadrinhos até hoje. Todos os meses, entre os dias 7 e 10, chegam lá em casa as revistinhas da Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento e Ronaldinho Gaúcho. Sim, gasto meu rico dinheiro com os gibis e não me arrependo de nenhum centavo. Outro detalhe é que, junto comigo, assinam meu marido (que tem 30 anos), minha cunhada (23) e meu cunhado (32), além do pequeno Lucas, de 8 anos, que também ama as historinhas. Muitas pessoas riem quando digo isso, mas acho essencial para mim hoje, assim como foi para minha infância, quando aprendi a ler e logo me atracava com as revistinhas que minha avó comprava. Ávida por livros como sou, posso estar lendo Dostoiévski, como já aconteceu, mas paro tudo o que estiver fazendo para ler os gibis. É como se pudesse, de alguma forma, voltar para aquela infância em que não tinha preocupações e a minha grande diversão era somente ler, ler e ler sem compromisso. E, logo depois, digitar (ai Deus, acho que é melhor dizer datilografar) todos os diálogos na minha máquina de escrever. Deliciosamente.

Fora que rio muito com eles, rio mesmo, com vontade. Rio da raiva da Mônica, rio da gulodice da Magali, rio das fugas do banho do Cascão, rio (muito) dos planos infalíveis do Cebolinha, rio da ingenuidade deliciosa do Chico Bento e até do Ronaldinho Gaúcho estou gostando. E sabem porque? Por que desde que eu era criança, aprendi que ali estão personagens, não são pessoas verdadeiras (apesar de todos terem sido baseados em familiares do Maurício). E nunca, em momento algum, achei que deveria ‘resolver tudo na força’ como a Mônica, nem que se comesse descontroladamente como a Magali não iria engordar, assim como outras situações. Mesmo porque nunca fui idiota, poderia ser criança e pequena, mas idiota nunca. Sabia muito bem que uma melância inteira não caberia na minha boca e que se ficasse sem tomar banho, ficaria com cheiro ruim. Graças a Deus, nunca fui tratada como demente pela minha família, como algumas pessoas querem fazer com as crianças de hoje, que são criadas em redomas e que ao primeiro ‘não’ gritam e esperneiam até não poder mais.

Para não me alongar mais, quero dizer apenas que nada do que esse senhor Dioclécio Luz disse faz sentido para mim. Oxalá todas as crianças brasileiras tivessem oportunidade de ler a Turma da Mônica e com ela aprender valores realmente importantes, como a amizade que une os meninos e meninas da Rua do Limoeiro e todos nós, que lemos estes gibis desde sempre e não somos delinquentes!

turma_monica

Realmente, eles são maléficos!!!!

Resenha: Calandra (Pery Cotta)

Por Érika dos Anjos

CalandraHá muitos anos queria ler esse livro, afinal, foi escrito pelo meu ex-professor e orientador da minha monografia, Pery Cotta. Enquanto pouquíssimo alunos da faculdade gostavam de suas aulas, eu passei grande parte do tempo ansiando por elas, pois, no fim, sempre ficava conversando com ele e ouvindo histórias maravilhosas dos tempos aureos do jornalismo e dos tempos de chumbo da ditadura.
No entanto, por melhores que fossem suas explanações durante nossas conversas, o livro acabou deixando um pouco a desejar. É bom, sim, mas acredito que o Pery tenha se atido apenas a alguns momentos, ou melhor, apenas aos momentos do qual ele fez parte. Ou seja, o título ‘O sufoco da imprensa nos anos de chumbro’ deveria ser ‘O MEU sufoco na imprensa nos anos de chumbo’.
Mesmo com essa pequena ‘diferença’, o livro traz momentos emocionantes, como a prisão e a quase fuga do angar; e a invasão da redação do Correio da Manhã, outro ponto que foi bastante lembrando (na verdade, exaustivamente) pelo querido professor. Outra parte muito bacana foi a explicação de como surgiu a apuração do Caso PARA-SAR, o responsável por toda a perseguição política que sofreu (neste projeto militar, as lideranças partidárias, políticas e estudantis que iam contra o governo seriam raptadas e jogadas de avião a quilômetros da costa).
Enfim, é um livro forte, que fala de pessoas que fizeram parte da nossa história e que, principalmente, lutaram para que tivéssemos a liberdade (contestada pelo autor, mas afirmada por mim – tadinha!) de fazer o jornalismo que temos hoje. Para quem gosta do assunto, vale muito a pena.

PS.: Amei a parte em que o Pery fala que na redação, como editor, raramente dava elogios aos seus comandados. Posso dizer por experiência própria que para os alunos também não! rs Suei muito para conseguir um elogio dele… e depois de um árduo esforço, conquistei meu ‘ESSE TEXTO ESTÁ REALMENTE BOM’! rssss

Ficha técnica:

  • Nome: Calandra
  • Autor: Pery Cotta
  • Editora: Bertrand Brasil
  • Nº de páginas: 240
  • ISBN:
  • Sinopse: Movimentado e inédito relato a respeito do lado oculto da recente história do Brasil, ainda hoje pouco conhecido até dos que viveram os chamados anos de chumbo, Calandra conta principalmente, como o regime autoritário sufocou a liberdade de imprensa e o principal jornal político da época o Correio da Manhã.

Resenha: Crônicas de um solteiro (Lissa Manley)

Por Érika dos Anjos

Crônicas de um solteiroAdoroooo livros com repórteres, mas achei a tônica desse meio fraca. Os personagens são até interessantes, sendo a Elizabeth muito sagaz e o Jared forte e delicado na medida certa, porém, não sei se por culpa da autora ou da edição, parece que faltam nuances da personalidade e da vida dos dois.
Além disso, algumas passagens do livro não têm absolutamente nada a ver com o contexto e acabam ficando soltas e sem função, como Jared ter pegado a sobrinha para criar após a morte da irmã e a depressão da mãe de Elizabeth. São episódios que não acrescentam em nada ao livro.
Por outro lado, gostei bastante da forma como é retratado o dia a dia da redação, o jeito como ela trabalha, prazos, envio de matérias etc. Isso ficou bastante real, o que me agradou muito e contou pontos positivos para o livro.
Na história, ela é divorciada e o marido a abandonou com uma dívida enorme. Então, ela vê no concurso dentro da redação para escrever a ‘Crônica de um Solteiro’, que lhe daria um dinheiro a mais, a chance da redenção. Ela escolhe então entrevistar o milionário Jared Warfild, dono de uma rede de restaurantes. O início não é dos melhores e ele recusa a entrevista, mas como boa repórter que é, Elizabeth tenta de outra forma e aos poucos vai conquistando a confiança dele.
Como não poderia deixar de ser, a atração mútua é praticamente palpável, mas o ciúme pode acabar estragando a relação…

PS.: Comentário básico sobre a capa. É bem bonita e pode até ter a ver com o história, mas como a parte física e as situações hots são MUITO poucas, não dá pra saber direito.

Ficha técnica:

  • Livro: Crônicas de um solteiro
  • Autor: Lissa Manley
  • Editora: Nova Cultural
  • Nº de páginas:  126
  • ISBN: 0
  • Sinopse:  Elizabeth James precisava ganhar o concurso do jornal onde trabalhava para escrever a série “Crônicas de um solteiro”. Para isso, escolheu o mais misterioso e reservado dos milionários de Portland, Jared Warfield. No entanto, o que era para ser uma entrevista ganhou proporções muito maiores e a história de um homem poderia virar a história de um casal…

Resenha: Toda mulher é meio Leila Diniz (Mirian Goldenberg)

Por Érika dos Anjos

Toda mulher é meio Leila DinizO mito que envolve Leila Diniz continua firme e forte na memória do Rio de Janeiro. E é mais ou menos isso que a autora Mirian Goldenberg quer mistificar ou desmistificar nesse trabalho acadêmico. Isso mesmo, o livro ‘Toda mulher é meio Leila Diniz’ é o trabalho de doutorado da autora. Então, para isso, ela conseguiu entrevistas preciosíssimas de pessoas muito ligadas à atriz, como os irmãos, tios e grandes amigos.
E este é o ponto alto do livro: as revelações e histórias contadas por essas pessoas. São momentos da Leila irmã, da Leila amiga, da Leila mãe, da Leila mulher, independente da revolucionária e rebelde (mesmo sem querer ser) que conhecemos.
Momentos únicos como a entrevista para o Pasquim, que fez com que ela fosse perseguida pelos militares da ditadura e censurada em todo seu esplendor; ou o grande instante em que ela saiu linda e glamourosa da água com sua barriga de mulher grávida de seis meses e completamente feliz! A ela devemos muito nesse sentido de libertação, de liberação, de podermos mostrar o que quisermos!
Agora, infelizmente, os maus momentos que fizeram com que a leitura se tornasse chata e modorrenta, como quando ela tenta desmistificar a Leila, dizendo que era uma mulher comum, com problemas familiares etc; ou quando comparou a trajetória dela com a de Cacilda Becker, o que achei muito sem graça, apesar da peculiaridade da vida das suas atrizes.

Bom, no geral, é um belo tratado sobre o mito e a mulher Leila Diniz, mas se você pular algumas partes, ficará com uma ideia muito melhor do que ler o livro na íntegra!

Abaixo, seguem algumas fotos da diva, incluindo a polêmica da gravidez!

leila1

 

leila2

 

leila3

 

leila4

Meia Hora me surpreende a cada dia!

Gente, todos vocês sabem que eu AMO as capas do jornal Meia Hora. E hoje, mais uma vez, eu me surpreendi com a audácia e sagacidade dessa turma que faz a publicação! A capa está demais! Segue, com comentários, a dita cuja!

Meia-Hora-Tessalia

Viram só? Dessa vez não foi apenas uma chamada genial, foram TODAS! Vamos por partes:

1º – TESSÁLIA – Pessoas, não há nada mais in no mundo da internet por esses dias, principalmente no twitter, o tal do boquete da Tessália no Michel do BBB10. É um tal de #tessaliaserveparatudo e #boquetessalia que não para! Então, o Chupa com totallll duplo sentido é perfeito!

PS.: Não é por nada não, mas a produção do BBB 10, sabendo dessa repercussão toda, colocar picolé para os participantes chuparem no dia seguinte foi de uma maldade única! Boa Boninho!

2º FLAMENGO – Outra coisa que já está enchendo é a história do Pet e do Marcos Braz. E como também não poderia deixar de ser, a Nação está com o gringo. Então, CARTOLA PIPOCA ficou maravilhoso!

3º MORTE DO ET – Cara, colocar o cartaz do poster do filme ET, de 1982, foi sublime! Só faltou a Drew Barrymore chorando ao lado! rs

4º MODELO COM CRACK – Gata Cracuda é de uma falta de delicadeza maravilhosa! E o chapéu com Vai embelezar o xadrez ficou show!

Conclusão da ópera: O Meia Hora arrebenta! E tenho dito!

Related Posts with Thumbnails