Resenha: Um romance conveniente (Stella Cameron)
Por Érika dos Anjos
Já havia recebido críticas e elogios quando peguei esse livro para ler. Porém, como todos sabem, preciso fazer a leitura para tirar minhas próprias conclusões. Descobri que o mote é muito bom, a história boa e personagens interessante (como direito a um vilão de matar, literalmente). No entanto, há muita, muita, muita embromação por parte da autora, o que deixa o livro com uma barriga terrível, que praticamente faz com que você durma lendo; e o outro grande defeito é a falta de uma revisão de qualidade por parte da editora. Uma tremenda bola fora da Harlequin Books. O que há de erros de digitação, erros de português, falta de palavras, frases desconexas e até palavras que não foram traduzidas, não está no gibi. Esses dois fatores fizeram com que o livro caísse muito de qualidade.
A história é sobre Hattie, que aos 21 anos é obrigada a casar com um homem de 62 para saldar a dívida de seus pais. Só que o cara é o cão, um vilão de marca maior, que a trata como uma vagabunda em casa e na rua a exibe como um troféu. Só que há um problema: ele não consegue “consumar o casamento”, ou seja, é brocha. E mesmo com quase 2 anos de casados ela ainda é virgem e as pessoas ficam cobrando a eles um herdeiro.
Como não é flor que se cheire, o marido, Leggit também estava envolvido na morte dos primos do Lorde Granville, que resolve se vingar usando a esposa dele como isca. Ele decide seduzi-la para humilhar o malvado publicamente. Só que não contava com a inocência, inteligência e a situação triste que ela vivia. Assim, como não poderia deixar de ser, eles se apaixonam e começam a ter muitos problemas para conseguirem ficar juntos.
Um dos grandes destaques da trama são os personagens secundários, que também tem histórias paralelas que aos poucos são resolvidas, como a tias solteironas de Granville e seus dois irmãos, que chegam no meio do livro. Ainda tem as empregadas esquisitas de Hattie e a doida, e cativante, Snowdrop que salva o Lorde da morte.
Uma leitura que não é obrigatória, mas que diverte razoavelmente. Ainda mais se der uma puladinha nas partes chatas e repetitivas, além de não ligar para erros. Mas, se não quiser ler, te garanto que há livros bem melhores dando sopa por aí!
PS.: Capa bem ok.
PS.2: Parece que há os livros dos outros irmãos. Mas, não sei nada sobre isso. Será que procede?
Ficha técnica:
- Livro: Um romance conveniente
- Autor: Stella Cameron
- Editora: Harlequin Books
- Nº de páginas: 396
- ISBN: 857687170X
- Sinopse: Um romance conveniente é uma história de amor divertida e sensual, com um elenco de personagens fabulosos em um enredo construído com toques de mistério, vingança e muita paixão.
Postado: October 20th, 2010 em Literatura Internacional
por Érika dos Anjos.
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Depois de um tempo sem aparecer por aqui (viajei e tive muito estresses), estou de volta para falar de um dos livros mais polêmicos e visionários da história da literatura.
Foi com um pouquinho de pé atrás que fui ver o blockbuster brasileiro, que já é a 10ª maior bilheteria do ano, Nosso lar. Como já li a obra em livro e conheço razoavelmente sobre espiritismo, que é minha religião, sabia que algumas da ‘licenças poéticas’ do filme me incomodariam. Mas, felizmente, isso não aconteceu. Fora a utilização de laptops para psicografia, que achei meio forçado demais, a adaptação da parte espiritual ficou ótima, linda mesmo. Mas, há um porém: faltaram explicações.
que deixou um pouco a desejar. Explico o motivo. Alguém que nunca leu um livro sobre espiritismo ou não está ligado à crença vai entender o que é perispírito, umbral ou quantas são as colônias espirituais e porque todo mundo que está ali fala português? Acredito que não. Meu marido, que pouco entende sobre o assunto, me perguntou porque não havia nenhum japonês na colônia! Essas pequenas coisas não são explicadas no filme e, acredito eu, para o espectador leigo acaba fazendo diferença.
Mesmo com esta derrapada, o filme é lindíssimo e, em certos pontos, emocionante mesmo para quem não acredita em vida após a morte. A história do médico André Luiz, baseado no livro psicografado por Chico Xavier, que chega à colônia sem nada saber e aos poucos vai entendendo como funciona aquele mundo espiritual é delicada, fiel à descrição de outros livros espíritas e ainda ganha toques de humor refinados, que fazem o espectador gostar ainda mais do protagonista.
E como falei acima, Renato Prieto merece uma atenção especial nesse texto. Poucas vezes vi um ator ser tão convincente em um papel com essa densidade e polêmica. Sinto que por acreditar tanto naquilo que ele está representado, Prieto consegue transmitir essa crença de forma especial e sincera. Você olha aquele homem e vê o André Luiz que leu nos livros. Uma atuação como poucas. Obviamente, os ‘coadjuvantes’ da obra também merecem muitos aplausos, como Paulo Goulart, Chica Xavier e Ana Rosa (espíritas convictos) e Werner Schumermann, que não sei qual é a religião, mas que está ótimo com o papel de Emmanuel, o espírito guia de Chico Xavier, como foi mostrado no filme homônimo lançado no ano passado.

A noite havia sido animada. Dorival e mais dois amigos foram ao show de um cantor badalado, conheceram mulheres interessantes e beberam durante quase cinco horas. Nada de anormal. Porém, sabe-se lá o porquê, o dia seguinte, um domingo, foi injusto. Uma ressaca de fazer os cabelos do braço ficarem eriçados a cada instante fez com que Dorival desejasse nunca ter nascido.
aquela situação novamente. Dorival conseguiu ficar de pé por 5 minutos e fazer um miojo. Com bastante água que é pra ajudar a descer. E esta foi a única “refeição” que ficou no seu estômago durante aquele maldito domingo.
Há exato um ano, em setembro de 2009, eu e mais 305 pessoas enviamos contos para a Editora Hama durante a Bienal do Livro do RJ. A intenção era fazer um livro em apenas uma semana, que seria lançado n o outro fim de semana do evento. Desses 306 textos, apenas 20 foram selecionados!
Começarei esse post de forma bem clara e direta. Sou gorda. Assim sendo, quero (e principalmente preciso) emagrecer para atingir meus objetivos, leia-se ter dois lindos filhinhos. Bom, vamos ao que interessa. Achei que uma das forma mais fáceis seria correndo. Afinal, todo mundo corre. Desde criança é algo que inerente ao ser humano, faz parte da “continuação” do andar. Moleza! Ledo engano!
Depois de ler toda a saga Crepúsculo (veja
Peguei Melancia emprestado com uma colega e fiquei pensando: “será que vai ser mais uma série que vou querer ler completa? Se for, haja dinheiro, afinal já são uns sete livros”. Porém, por mais divertidinho que seja, não é daquelas obras que te façam ficar acordada até o final, nem que te façam sair correndo para a livraria mais próxima atrás do segundo volume. Concluindo, é bacana. Mas não é o último biscoito do pacote.

