Os melhores de 2010
Por Érika dos Anjos
Depois das férias de dezembro, estou de volta ao blog. E para manter o ritmo e exorcizar 2010, farei o já tradicional top 10 dos livros lidos no ano que passou. No total, 66 obras passaram pelas minhas mãos. Foram romances (muitos), suspense, livros espíritas, quadrinhos e biografias. No entanto, acabou sendo difícil realizar esse top 10 pois o nível geral dos livros foi relativamente fraco. Acho que andei escolhendo mal no ano que passou…
De qualquer forma, consegui pincelar bons títulos para meus queridos 8 leitores deste blog que podem até vir a ser boas indicações.
Saõ eles:
1º Para minhas filhas (Barbara Delinsky) Veja a resenha aqui

2º O mais querido do Brasil em quadrinhos (Ziraldo) Veja a resenha aqui

3º Última conquista (Lori Foster) Veja a resenha aqui

4º Admirável mundo novo (Aldous Huxley) Veja a resenha aqui

5ºImortal – Histórias de amor eterno (organizado por P.C. Cast) Veja a resenha aqui

6º Aconteceu na casa espírita (Emanuel Cristiano, pelo espírito Nora)

7º A volta (Andrea Leininger, Bruce Leininger e Ken Gross) Veja a resenha aqui

8º MSP 50 anos (Maurício de Sousa por 50 artistas) Esse ainda não tem resenha, mas veja porque amo tanto a Turma da Mônica aqui

9º Gêmeas – Não se separa o que a vida juntou (Monica de Castro, espírito Leonel) Veja a resenha aqui

10º Era uma vez no passado (Nora Roberts) Veja a resenha aqui

Menção honrosa de pior livro de 2010:
Eclipse (Stephenie Meyer – terceiro da saga Crepúsculo) Veja a resenha aqui

Depois das férias de dezembro, estou de volta ao blog. E para manter o ritmo e exorcizar 2010, farei o já tradicional top 10 dos livros lidos no ano que passou. No total, 66 obras passaram pelas minhas mãos. Foram romances (muitos), suspense, livros espíritas, quadrinhos e biografias. No entanto, acabou sendo difícil realizar esse top 10 pois o nível geral dos livros foi relativamente fraco. De qualquer forma, consegui pincelar bons títulos para meus queridos oito leitores que podem até vir a ser boas indicações. Saõ eles: 1º Para minhas filhas (Barbara Delinsky) 2º O mais querido do Brasil em quadrinhos (Ziraldo) 3º Última conquista (Lori Foster) 4º Admirável mundo novo (Aldous Huxley) 5ºImortal - Histórias de amor eterno (organizado por P.C. Cast) 6º Aconteceu na casa espírita (Emanuel Cristiano, pelo espírito Nora) 7º A volta (Andrea Leininger, Bruce Leininger e Ken Gross) 8º MSP 50 anos (Maurício de Sousa por 50 artistas) 9º Gêmeas - Não se separa o que a vida juntou (Monica de Castro, espírito Leonel) 10º Era uma vez no passado (Nora Roberts) Menção honrosa de pior livro de 2010: Eclipse (Stephenie Meyer - terceiro da saga Crepúsculo)
Postado: January 7th, 2011 em Literatura Internacional, Literatura Nacional, Outros
por Érika dos Anjos.
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Definitivamente, não gosto de livros de viagem no tempo ou os chamados ‘místicos’. São pouquíssimos que me apetecem e que a história não parece forçada demais para existir e as autoras ainda colocam um q de mistério maior do que o necessário. Porém, não é o que acontece em Era uma vez no passado, da Nora Roberts, que consegue dosar muito bem a situação etérea dos vindos do futuro e um romance bem construído. E na duas histórias. O que é mais difícil ainda.

Um Dan Brown piorado. Assim pode ser descrito o livro Os ossos sagrados pois, ao contrário do autor de O código Da Vinci, 
Talvez, este tenha sido o livro que mais procurei para trocar ou comprar nos últimos tempos. Foram dias em busca de uma promoção bacana ou alguém que quisesse fazer um escambo por algum dos meus livros. Mas, consegui lê-lo graças ao empréstimo da minha prima (Valeu, Lica!) e se por um lado gostei bastante da obra, por outro, menor é verdade, fiquei um tanto decepcionada. Explico.
Dizem que amor de mãe não tem tamanho. E este livro da Barbara Delinsky comprova isso. Porém, Virgine St. Claire não é uma mãe normal e suas filhas se ressentem muito disso. Com este mote, a autora consegue comover os leitores e fazer com que nos apaixonemos por todos os seus personagens. Cada um com uma particularidade e características diferentes, mas recheados de emoções verdadeiras e aquela sensação de ‘isso pode acontecer comigo’ ou ‘também penso assim’. Há muito tempo não dava cinco estrelas para um livro, mas este romance merece isso e muito mais.
Espiritualmente verdadeiro. Historicamente fascinante. Literariamente fraco. Assim pode ser definido o livro A volta, feito pelos pais do pequeno James, Bruce e Andrea Leininger e pelo escritor Ken Gross. O relato conta a incontestável história de um menino de dois anos que afirma, com provas, ter sido um piloto morto na Segunda Guerra Mundial.
Andreia, a mãe, foi a primeira a aceitar a ideia de reencarnação. No entanto, Bruce, o pai, era veementemente contra isso, já que sempre foi um católico fervoroso que não aceita outra visão do que lhe foi ensinado durante toda a vida.
muito mais ligações com o ‘lado de lá’ do que nós, adultos, que já temos pré-conceitos formados sobre tudo. No entanto, acho que o livro peca literariamente, no sentido de haver parte muito maçantes, chatas e repetitivas, fazendo com que a leitura não flua como deveria. por exemplo, são incontáveis vezes em que Bruce reafirma sua condição de católico e aponta os possíveis furos, que depois ele veria serem reais, da história do filho. Uma vez vai, duas ok, três começa a encher, mas 347 não dá. E isso acontece em vários momentos, deixando um livro que poderia ser perfeito bem menos atrativo. Além disso, acho que poderia ter havido um enfoque maior em James e menor nas dificuldades financeiras da família ou nas situações vividas pelos parentes de Andreia, que acabam tendo um destaque não mereciam e que não faz diferença na história.
com momento de extrema delicadeza e emoção, que podem facilmente levar o leitor às lágrimas. Recomendo o livro para todos que creem ou não na existência de algo depois daqui.