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Adiado o sonho do hexa…

Por Érika dos Anjos

kakaÉ… acabou a Copa para nós, infelizmente. Não culparei um jogador ou outro. O Felipe Melo errou? Sim. O Kaká não jogou nada? Sim. O Júlio César falhou? Aham. O Lúcio não foi o capitão que se esperava? É aí que mora grande parte da questão.
Na minha humilíssima opinião, como já havia dito aqui, o que faltou à seleção brasileira deste ano foi alguém que chamasse a responsabilidade para si, que não deixasse o Brasil esmorecer após levar o segundo gol. O baque é grande? Óbvio. Mas, deveria haver um cara que colocasse a equipe nas costas e não deixasse que o Robinho perdesse a cabeça, que o Kaká ficasse firulando, que o Juan ficasse dandos trotinhos em campo em vez de marcar com afinco… ou seja, faltou ‘o’ homem, ‘o’ líder, como foi o próprio Dunga em 94 e como tivemos em todos os títulos mundiais.
Agora, isso leva a outro problema: a escalação brasileira para este a Copa. Muito se falou de Neymar e Ganso, jogadores que estão em excelente fase, mas que não têm, ainda, nenhuma história com a amarelinha; no entanto, mais uma vez na minha opinião, faltou o cara experiente e seguro, que soubesse que poderia resolver. Atualmente, acho que esse nome seria o de Ronaldinho Gaúcho, que já foi campeão e que já passou por altos e baixos, sabe o que é vencer e ganhar e que pode resolver uma partida. O Lúcio é experiente e tal, mas não resolveria… o Nilmar é bom, mas é um garoto… como poderia unir os dois?

Enfim, não adianta chorar sobre o suco de laranja derramado. Vamos ver se em 2014 teremos um técnico de verdade (não leva jca mal, mas o Dunga nunca treinou nem o Oswaldo Cruz Atlético Clube), um líder em campo (nem sei quem pode ser) e, principalmente, um time com sangue, com raça, que se entregue… três coisas que faltaram na  seleção da Copa de 2010.

Que o hexa seja no Maraca! Amém.

Diário de um pai atrapalhado – Toys from hell

Por Leonardo Pereira

Parece exagero, mas somente aqueles que têm filhos ou netos (nesse caso, o sofrimento tem um gosto de déjà vu) concordarão com a afirmação de que alguns brinquedos parecem ter sido feitos pelas mãos do capeta.  Não que sejam perigosos ou ruins para as crianças, longe disso. Eles só existem para você começar a pagar seus pecados aqui na Terra. A lista é pequena porque me baseei apenas em brinquedos do meu João.

Mini laptop Dican

lap´top

O bichinho até que é bonitinho, pisca luzes, toca musiquinhas. Bem simples. João ganhou este antes de nascer. Porém, duas coisas fazem deste brinquedo infernal: o volume dos sons, que é excessivamente alto, e uma trava na tampa, que o bebê sempre fechava a tampa e não conseguia abrir. Resultado? Choro. Mas você abre e ele fecha novamente no segundo seguinte. Como todo o castigo é pouco, ele ganhou um novo de aniversário, presente da tia-avó.

E foi na má intenção mesmo. Vingança por causa de presentes do gênero para sua filha no passado. Mas, como Deus existe, e ainda gosta de mim não sei o porquê, o priminho do João estava perto e se apaixonou pelo brinquedo. Claro, nem pensamos duas vezes, demos o mini laptop novo para ele. Cunhada foi embora feliz da vida. Coitada, nem sabia que eu estava era passando o batata quente. O antigo já estava escondido no fundo do armário há um tempo.

Máquina fotográfica Dican

maquina

Pode paracer campanha contra a Dican, mas eu juro que não é. O que posso fazer se essa maquininha também é vendida por eles? Nesse brinquedo o diabo fez hora extra. É a essência do lobo em pele de cordeiro saltitante. Pisca o flash, grande, colorida e tem vários sons pré-gravados. O problema começa quando a criança começa a apertar os botões sem parar e os Sorria, Olha o passarinho, Vamos tirar uma foto e outros sons se repetem de forma tão rápida e interminável que você nem vai mais achar o CRÉU na velocidade cinco tão ruim. Essa foi presente da tia!

Chocalho lagarta

lagarta

Essa eu não sei de onde veio, nem o fabricante. Se você encontrar essa carinha sorridente, só posso sugerir que você faça a coisa mais sensata ao seu alcance: saia correndo. Ela é bonitinha. Fato. O barulho de chuva em telhado de metal nem incomoda tanto. O problema é o peso da criatura. Lagartas são molengas, mas essa atinge o chão como uma marreta. A vizinha de baixo deve ser uma santa, pois quando João inventava de usá-la como bate estacas no chão a sensação era que o prédio ia desabar. Potencialmente perigosa para pés, cabeças e dentes. Morte certa para TVs e monitores LCD.

Piscina de bolas

bolas_big

Antes restritas aos parquinhos de shoppings, chegaram às festas infantis e finalmente aos nossos lares. Faça seu filho aprender que piscina de bola “é para brincar no parque ou na festinha, não para ter em casa”. Ignore aqueles e-mails alarmistas que alertam para o perigo de cobras venenosas nessas piscinas.

Sabe o que uma criança faz com a piscina de bolas em casa? Joga todas as bolas para fora. E não cata. E chora para você catar… Enfim, infernal. Se mesmo assim você quiser embarcar nessa aventura (seja porque seu filho te enche o saco ou porque você ainda acredita no e-mail da cobra) tenha o cuidado de comprar uma piscina de bolas e não uma piscina que vem com bolas. Avó do João fez isso. Comprou uma “piscina de bolas” de dois metros e meio de comprimento, acompanhada de 50 bolas. Foi engraçado ver as bolas correndo pelo fundo como bolas em uma mesa de bilhar.

Tico-ticos, carinhos andadores e coisas do tipo

tico tico speed pequenaJoão já ganhou vários. Inclusive da companheira aqui do BLOG, mas a Érika dos Anjos um dia vai ter bebê também! Quando esse dia chegar vou dar um lindo casal de periquitos para ela :OP

O velocípede, inclusive, rendeu um braço engessado. Fora esses ossos do ofício, estes brinquedos só oferecem dois problemas: quando acertam seus pés e canelas (dói pra chuchu) e quando arremessados pela criança enfurecida, o que invariavelmente leva a outro momento “parece que o prédio vai desabar”.

Pensando na minha infância, lembrei que eu tive uma metralhadora da estrela, cujo nome eu não lembro, que só brinquei uma vez. Depois, as pilhas sumiram e ninguém nunca comprava pilhas para ela. Passei mais de um ano pedindo pilhas e sempre me enrolavam. Agora, sei o motivo…

E você, já teve, conhece ou presenteou alguém com um brinquedo infernal?

O que falta na seleção brasileira de 2010

Por Érika dos Anjos

Bom jogador, mas não empolga

Bom jogador, mas não é 'o cara' de que precisamos

Escrevo este post logo depois da vitória, com gostinho de derrota, do Brasil na estreia da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Colocarei em letras o que já penso há algum tempo: esta seleção não empolga, não tem carisma e vai ter que se reinventar para vencer. Mas, vamos por partes.

Não empolga porque foi mal convocada. No sentido de não ter jogadores interessantes, que possam ser o ‘tcham’ da seleção, que possam dar um sal maior ao caldo. O Kaká é um bom jogador? Sim, claro. Mas, não é aquele cara que possa ser definido como ‘o cara’, que chama a responsabilidade para si, que tenha culhão de aguentar uma saraivada de críticas e ainda dizer que vai resolver. Não é esse o perfil dele e nem de nenhum dos jogadores. E o Brasil precisa disso, de alguém que seja a referência, que possamos cobrar (mesmo que para a televisão, of course). Nos nossos títulos mundiais, tínhamos Didi, Newton Santos e Bellini, em 1958; na Copa seguinte já existia a liderança de Pelé, que mesmo sem ter jogado muito (o Garrincha carregou a equipe nas costas nesse ano) é um baita símbolo e inspiração; em 1970, o rei do futebol continuava em ação, apoiado em caras como Gérson, Rivellino e Jairzinho; já em 1994, havia o maior expoente desse tipo de jogador nos últimos anos, o baixinho Romário, o cara sabia puxar a responsabilidade para si como poucos; e, finalmente, em 2002, Cafu e Ronaldo faziam esse papel a contento. Em 2010, quem pode ser esse cara? O Lúcio? Not. Kaká? Nem pensar. Robinho? Um fofo mas não rola. Quem?

Esse sabia ser 'o cara', chamava a responsabilidade

Esse sabia ser 'o cara', chamava a responsabilidade

Quanto ao carisma, é inegável que esta é a pior seleção de todos os tempos, começando pelo técnico. Nunca vi ninguém tão pouco carismático como o Dunga e sua comissão técnica. Tratam os jornalistas como se fossem inimigos, quando, ao contrário, são esses caras que fazem grande parte da imagem deles para o público. Merecem, pelo menos, respeito. Quantos aos jogadores, Júlio César e Robinho são minhas esperanças de que haja um remelexo naquela equipe, porque no que depender dos outros, a situação será, no mínimo, sonolenta. Não venho nenhum desses caras fugindo da concentração ou armando um pagode (lembram em 2002 da música do Zeca Pagodinho e da história da Fátima Bernardes? Pelo menos era bacana). Vocês sabem qual é a diversão deles nas horas livres: BINGO! Tem coisa mais sem graça que isso? Me diz se conquista uma nação de 170 milhões de pessoas? Não, não e não. Prefiro a concentração da Argentina, onde o Maradona liberou o sexo, churrasco e vinho. Aposto que os jogadores, e a torcida, são muito mais felizes.

Agora, quanto ao futebol em si, só tenho uma coisa a falar: tomar suor da Coreia do Norte é bizarro, tosco e inaceitável! Se quiser vencer, tem que melhorar, tem que ter mais vontade e sangue na veia, parecem um monte de baratas em campo. Cadê a garra? Cadê a vontade? Cadê a gana de ser campeão do mundo? Deve ter ficado no feijão com que marcaram o bingo, só pode…
PS.: A parte mais emocionante Todo mundo fez nhóóóóó!do jogo foi o choro do Jong Tae Se durante o hino. Fofura mode on, né?

Resenha: O roubo do punhal sagrado (Amâncio Leão)

Por Érika dos Anjos

O_ROUBO_DO_PUNHAL_SAGRADO_1272645210PComo as pessoas que acompanham O quarto elemento já devem saber, sou apaixonada por livros de suspense e por livros infanto-juvenis. Quando encontro algo que consiga unir essas duas paixões – menção honrosa para Os Karas, do eterno e maravilhoso Pedro Bandeira -, fico bastante contente. Todo esse nariz de cera serviu para dizer que O roubo do punhal sagrado é um baita livro de detetives para adolescentes!
A história é sobre um grupo de amigos que são impelidos a descobrir o que, realmente, aconteceu com o francês namorado da mãe da menina da história. Com isso, eles se metem em um intrincada história que envolve policiais, colecionadores, ciganos e organizações secretas. Um prato cheio para esse tipo de obra!
As personalidades de cada um dos personagens é bem delineada com os clichês básicos do grupinho de adolescentes, porém, com uma pitada de humor em todos eles, o que faz com que o leitor sinta uma grande simpatia pelo grupo e que os adolescentes até se identifiquem com eles, como quando matam aula ou quando são repreendidos pelos pais. Nesse sentido, o autor conseguiu colocar a dose certa, sem apelar para o pieguismo, nem ser grosso ou insípido.
Quanto a narrativa em si, obviamente, há alguns furos, porém, nada que atrapalhe a trama, que mesmo não sendo brilhante (dá para saber bem antes quem é o cabeça da história) prende o leitor e, no fim, ainda guarda uma boa surpresa, além do épico final meio ‘O código Da Vinci’.
Para quem gosta deste tipo de literatura ou para aqueles que têm o poder de influenciar adolescentes a ler, esta é uma boa opção, que irá deliciar um ou outro do início ao fim.

Ficha técnica:

  • Livro:  O roubo do punhal sagrado
  • Autor: Amâncio Leão
  • Editora: Escrita fina
  • Nº de páginas: 95
  • ISBN: 9788563248053
  • Sinopse: No Rio de Janeiro, um punhal muito antigo é roubado de um colecionador. Mas não se trata apenas do roubo de uma relíquia de valor histórico. Através do punhal, uma milenar e cruel divindade pode ressurgir e dominar o mundo.
    Perseguidos por um grupo de fanáticos que deseja o místico objeto, quatro adolescentes tentam assim mesmo impedir a reencarnação da sinistra entidade. Mas o que pode um grupo de garotos contra o poder das trevas?

Resenha: Punição para a inocência (Agatha Christie)

Por Érika dos Anjos

imgUma das grandes virtudes de Agatha Christie é tentar sempre reinventar o tema do crime, normalmente, um assassinato. Neste livro, a autora resolveu reviver o acontecido após a morte do réu que, condenado, pereceu na prisão. Porém, não é tão fácil, pois Jacko Argyle foi preso pela morte da própria mãe adotiva… só que o Dr. Calgary apareceu dois anos depois para limpar sua memória! Será tarde demais?

Este livro deixa claro a fragilidade familiar dos Argyles, que adotaram cinco filhos durante a vida… mas, agora, após sofrer por um deles ter “matado” a matriarca do clã, descobre-se que ele era inocente e qualquer outro poderia tê-lo feito. Como olhar para o pai, a irmã ou o irmão com medo de ser o próximo a ser assassinado?

Nesta obra, Agatha cria um thriller bastante psicológico, onde desvenda aos poucos como cada um dos personagens é, até mesmo com um pouco de minúcia demais, deixando a trama lenta em alguns momentos; e suas influências genéticas e de criação, gerando até mesmo uma discussão complexa, já que nos idos dos anos 30 e 40 pouco se sabia sobre o assunto. Com isso, algumas bizarrices, para o padrão atual, são descritas no livro, mas que devem ser relevadas devido ao tempo em que foi escrito.

Enfim, não há muito o que falar sem revelar spoilers ou detalhes que podem tirar um pouco a graça do livro. Mas, Ághata se mostrou uma boa relatadora dos sentimentos humanos em qualquer idade… vale a pena ler este romance e entendê-lo nas entrelinhas, principalmente, levando em conta quando foi escrito. Recomendo.

PS.: Descobri o assassino e a trama faltando poucas páginas do final… nada que possa me enaltecer na verdade… rs. Ainda mais porque no decorrer do livro desconfiei de outras duas pessoas!

PS.2: Na edição que eu li, a capa não tem absolutamente nada a ver com o livro? Editora Record, quem fez esta capa nem leu a sinopse, pois não tem nem revólver na trama… a morte principal é com um atiçador de lareira! REVÓLVER NOT!

Ficha técnica:

  • Livro: Punição para a inocência
  • Autor: Agatha Christie
  • Editora: Record
  • Nº de páginas: 260
  • ISBN: 9788520905210
  • Sinopse: Enquanto cumpria a pena pelo assassinato de sua mãe – um crime de que se dizia inocente – Jacko Argyle morre na prisão. Dois anos depois, surge um homem que possui um álibi para inocentar Jacko e fazer lembrar a todos que o crime ainda é parte daquela desgraçada família.

Comidinhas – Pamonha

Por Leonardo Costa

Pamonha

Você gosta de pamonha? Eu, apesar de ser um pamonha, nunca comi uma, até a manhã de hoje. Acabei perdendo a virgindade com uma congelada. Pois é, a pamonha entrou para o hall das comidas congeladas, mas a gente come quente. O fato de ela ser produzida por um frigorífico especializado em frangos não me inspirou confiança. Mas como a curiosidade foi mais forte que a desconfiança comprei.

Encontrei a iguariacongelada em um mercadinho perto de casa. Elas custavam R$ 1,69 e estavam disponíveis nas versões salgada e doce (receita do sucesso, veja exemplo do biscoito Globo que só existe nos sabores sal e doce). Reparei que ela também é vendida como “pamonha de goiana”, o porque eu sinceramente não sei, nem tive paciência de perguntar ao oráculo.

Acho que podemos classificar a pamonha entre as confort foods (frescura de estrangeiro para definir aqueles pratos que a gente come no aconchego do lar, sozinho ou acompanhado), bem, elevada agora a comida de elite, afinal confort food é chique, aproveitei uma fria manhã de terça-feira para testar. Que por um mero acaso também é dia primeiro de junho, mês típico para comer pamonha. Agora chega de enrolação e vamos ao que interessa.

Pamonha congelada

Pamonha salgada ainda na embalagem.

A aparência da embalagem não ajuda. E o conteúdo não é muito melhor, parece um bloco de plástico (como todo congelado, convenhamos). Cinco minutos no microondas em potência máxima resolvem o problema da aparência. A casa inteira estava empesteada com um cheiro estranho de milho (espero que a empregada consiga resolver o problema do cheiro). Da para fazer na água quente, leva 10 minutos, mas qal é a graça de usar gás quando se pode usar radiação?

Pamonha congeladaPronta para entrar no microondas. Repare na aparência de plástico. E sim, é mesmo um elástico de borracha.
No microondas

Saindo do microondas, repare como a aparência melhorou. Já se parece com algo comestível.

Pronta e desembrulhada. Bem coragem de provar. Quente, macia, sabor de milho verde salgado. De fato a pamonha pura é sem graça. Com algum tempero fica melhor. Com molho de alho e Tabasco ficou ótimo. Não tenho como comparar com uma pamonha “de verdade” porque nunca comi uma. Então quem já conhecer as duas pode ficar a vontade para escrever um comentário comparativo.

Pamonha quentinha

Embora não traga o aviso "cuidado ao abrir, conteúdo quente", tome cuidado ao tirar as cascas.

É pratica, pode ser preparada a qualquer hora, como todo alimento congelado. É a chance de comer pamonha sem o vendedor chato acordando você sábado de manhã.

Mas como pamonha sem o cara gritando PAMONHAAAAAAAAA no teu ouvido às seis da manhã de sábado é como beijo sem língua, você pode baixar o áudio do vendedor de pamonha no link abaixo para criar o clima ideal.

Vendedor de pamonhas.mp3

Ps.: esse arquivo de audio eu peguei no You Tube

Resultado do sorteio Crocodilo Sonhador

Caros amigos e visitantes do blog,

É com muito orgulho que venho apresentar o resultado do sorteio de cinco exemplares do livro Crocodilo Sonhador, da autora Vanda Amorim.

Trinta e nove pessoas responderam corretamente à pergunta e estão participando da promoção. São elas:

Participantes Sorteio Vanda Amorim

E, conforme anunciado, o sorteio será feito pelo site random.org

Os felizes ganhadores são:

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Parabéns Léo Sardou, Fernanda, Lívia Canavarro, Mauro César e Tales Azigon!

Vocês serão contatados por email e receberão o livro, autografado pela autora, no endereço que passarem. Também estão convidados a enviarem suas resenhas de Crocodilo Sonhador para O quarto elemento, para que outras pessoas conheçam esta obra maravilhosa!

Beijos a todos
Érika

Sorteio de 5 exemplares do livro Crocodilo Sonhador (Vanda Amorim)

Por Érika dos Anjos

Às vezes, nos pegamos sentindo um grande prazer na primeira espreguiçada da manhã ou insconcientemente sentindo raiva de alguém muito próximo, até mesmo desejando algo que não se pode ter, como o namorado (a) de uma amiga (o).

É exatamente sobre as pequenas coisas da vida que fala Crocodilo Sonhador, livro de Vanda Amorim, que está fazendo um grande sucesso entre os leitores.  A autora mostra com perspicácia o que há de mais intrínseco no ser humano e nas relações com o mundo!

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Esse excelente obra está na promoção do mês de maio, em uma parceria entre O Quarto elemento e Vanda Amorim. No dia 31 de maio, 5 leitores serão sorteados e receberão, devidamente autografado, o livro Crocodilo Sonhador!

Para participar basta responder, logo abaixo, no comentário deste post: “Qual a coisa ou gesto corriqueiro da vida que você mais gosta de fazer?”. No meu caso, como não poderia deixar de ser, é ler, ler muito! E você? Responda e participe.

A promoção é válida até o dia 30 de maio. Os ganhadores serão sorteados através do site random.org e divulgados aqui no blog no dia 31. Não esqueça de deixar seu e-mail correto para entrarmos em contato.

Ficha técnica:

  • Nome: Crocodilo Sonhador
  • Autor: Vanda Amorim
  • Editora: Globo
  • Nº de páginas: 244
  • ISBN: 9788525046628
  • Sinopse: Como afirma José Renato Nalini no “Prefácio”: “Os personagens de Vanda Amorim são reais. Têm história, têm endereço, têm profissão. Os laços de afeto e repulsa lembram a corrente afetiva já explorada na poesia. Pois Eugênia amava Júlio, que amava Eduardo, que procurou, à sua maneira, amar Eugênia, que descobriu que o amor verdadeiro era Gabriel. Rede conflituosa de sensações turbulentas ata e desata vários destinos”. Gabriel que “tem gosto de lágrima, cheiro de saudade e rosto de esperança”, e foi um dos “acertos” ? e também um dos grandes “erros” ? da vida de Eugênia.O livro é, na verdade, uma rememoração dos erros e acertos dessa vida, a começar de um primeiro amor adolescente na cidade do Porto. Um amor que quase desanda em tragédia. Mas é, porém, substituído por outro. Maior talvez, e que se revela, por sua vez, repleto de dramas. Brigas, expectativas de gravidez, inseminação artificial, separação. E também reencontro. Ou melhor, reencontros. Qualquer semelhança com a vida não é mera coincidência.

Siga-nos no twitter:

@erika_dos_anjos

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Capa do Meia Hora de 12 de maio de 2010

Por Érika dos Anjos

O Meia Hora não poderia deixar de lado a tristeza do Imperador! E, sempre genial, mostrou que Adriano pode sim ir à Copa! Bem parecida com aquela do ‘Washington vai ao Mundial’, tudo bem, mas, ainda assim, óteeeeeeeema!!!!

Adriano na Copa

Diário de um pai atrapalhado – Pocoyo, descobrindo o mundo (DVD)

Pocoyo - Conhecendo o mundo (DVD)

Certa madrugada, como todo insone, eu estava trocando aleatoriamente de canal até que ao passar pelo Discovery Kids o desenho de um garotinho azul em um bizarro cenário branco chamou minha atenção. Afinal, não é todo o dia que vemos personagens infantis atuando no cenário do filme THX 1138… como eu já disse: bizarro! Ainda bem que as semelhanças com o filme param por aqui.

Passado o choque inicial, você se acostuma com os personagens coloridos atuando no branco sem fim (objetos de cena aparecem quando necessários para o desenrolar da trama), as estórias são interessantes, feitas para crianças pequenas e, além de despertarem a atenção dos miúdos, passam valores fundamentais, como a necessidade de compartilhar, do por favor e obrigado, reconhecer os erros e desculpar-se etc.

Meu filho, apesar de pequeno, parecia gostar desse desenho (depois do episódio da madrugada, encontrei passando em horário mais adequado para crianças), então comprei o DVD logo quando lançado. Ele trás 11 episódios e nenhum extra. Infelizmente, assim como fez com o Pingu, a  editora agrupou os episódios por tema e não por ordem cronológica. Mas fique tranquilo, garanto que as crianças não ligam para esse pequeno detalhe.

Porém, para nós adultos e pais carinhosos que nos obrigamos a ver os desenhos com nossos filhos (tá bom, é bacana, sim), duas coisas irritam tanto que eu espero que tenham sido revistas nas novas edições:

1. A demora para começar, antes que você possa fazer qualquer coisa, uma narradora com voz de criança lê vagarosamente o título de todos os episódios, diz onde o idioma pode ser trocado e onde você deve clicar para ver os episódios restantes. Perturbador, da vontade de arremessar na parede. Quem fez isso não tem criança em casa. O pimpolho no pé esperneando por que quer ver o “coyo” e aquele “cardápio”* maldito fazendo apresentações… Talvez eu seja só mal humorado mesmo, ou acelerado demais, a vida de fato está assim, muita pressa para tudo

2. O segundo problema irritante é que não existe a opção “ver todos”, ou seja, ao fim de cada episódio você precisa iniciar o próximo manualmente. Não, você não vai escutar a menininha novamente, ele já coloca o cursor sobre o episódio seguinte. Graças a este fabuloso recurso não é possível usar o DVD como babá eletrônica, já que a cada sete minutos sua presença será requisitada.

Mesmo com esses problemas, Pocoyo é no momento um dos desenhos infantis favorito do meu filho. Todo dia é a mesma coisa, entra em casa e aponta para a prateleira de DVDs dizendo “COYO COYOOO”, nem adianta tentar colocar outro. Ele só quer saber das aventuras do Pocoyo e seus amigos. Talvez seja a identificação com a faixa etária que fica em torno de 2 anos. Ainda não comprei os outros volumes da série porque sinceramente achei muito caros, cerca de R$ 44,90 cada (além do medo do menu). Pesquisando para este post vi que este primeiro DVD foi relançado, agora com extras e de brinde vem um pequeno boneco (representado na foto que ilustra este post).

Rir e aprender, esse é o slogan da série. João sempre ri muito assistindo e tenta repetir o que vê na aventuras do Pocoyo, arrumar os brinquedos por exemplo,  então ela cumpre o que promete. Pelo menos isso…

*Escrevi menu, mas o M$ Word pediu para trocar por cardápio, achei engraçado e acabei deixando.

Episódios do DVD:

1. Varrendo tudo

2. Bolinhas de sabão

3. Pega Loula! Pega!

4. Borboleta

5 . Não toque

6. Pegadas misteriosas

7. Brilha, brilha

8. As manchinhas da Elly

9. Hora de dormir

10. O carteiro Pato

11. Pato Bagunceiro.

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