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Feliz Natal

Aos amigos do Quarto Elemento

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*F é*

*E moção*

*L uminosa*

*I maginação*

*Z iguezagueando*

*N aturalmente*no*ar*

*A dvento*da*esperança*

*T udo*conspira*para*o *amor*

*A inda*podemos*acreditar *na*vida*

*L embrando*de*Jesus,*nosso*Salvador*

*Feliz*

*Feliz*

*Feliz *Natal*!*

*FELIZ *2009*!*

Diário de um pai atrapalhado – Derretendo a bombinha

Demorou a acontecer, mas… Aconteceu novamente. Desta vez a vitima não foi nenhuma pobre mamadeira (quem não leu post original pode clicar aqui para ver). O objeto destruído foi o famigerado aspirador nasal. Particularmente prefiro chamar a coisa de “bombinha de meleca”.

Eis que fui colocar chupetas, mordedores e mamadeiras para ferver, afinal alguns até pelo chão do supermercado passearam, quando olhei para a bombinha e pensei: “por que não?). Taquei ela no meio das outras coisas, liguei o fogo e fui cuidar da vida. Depois do derretimento fiquei esperto e não deixo mais nada no fogo sem alarme!

É, secar não secou. O único senão era o fato da bombinha não poder ser fervida. Quando cheguei encontrei uma massa azul, disforme e molenga agarrando-se aos brinquedos dentro da panela.

Saldo do prejuízo: R$ 9,90 da compra de um novo aspirador e um bebê entupido até o dia seguinte.

Abaixo você pode ver o objeto após a “cirurgia plástica”.

A dica que fica é: leia sempre as instruções.

Assistencialismo Maquiavélico

 

Chama-se assistencialismo às políticas de Assistência Social, mas a maioria dos governantes não possui a noção exata do que isso seja. Deveriam existir políticas públicas com propósito voltado à recuperação da dignidade e auto-estima da população carente.

 Ao se procura garantir o mínimo àqueles que se encontram em situação difícil, dando-lhes as condições para que usufruam seus direitos, a começar pelo direito ao amparo, há que se estabelecer critérios para identificar esses indivíduos, cujos direitos lhes têm sido sonegados.

 Haverá segundas intenções ao se ajudar as camadas mais pobres, com aquilo que é chamado de bolsa família. É como se fosse um jogo para conservar o poder, manipulando-se as políticas do bem estar da população de baixa renda que é a maior parcela e que certamente será aliciada para fins eleitoreiros.

Essas ações não são fiscalizadas e assim a plebe não evolui socialmente servindo aos propósitos deles…

 E a população carente joga também, decidindo se quer ou não trabalhar.

Entre deixar o couro para ganhar um salário de fome, ou receber de mão beijada, um salário equivalente; escolhe então o ócio, é óbvio.

Esse tipo de assistencialismo não modificando nem ajudando a mudar esse estado de coisas, cria pessoas inaptas ou de uma baixa produtividade

O incentivo é dado a quem não produz, ou ao que não tem qualificação profisional, quando isso deveria ser feito a quem rala. Como se costuma dizer: dá-se o peixe, mas não se ensina a pescá-lo.

 Este assistencialismo, ao dar atenção às populações desfavorecidas, oferece a própria atenção como uma “ajuda”.

 É pela “gratidão” que os carentes se atrelam àquele que o assiste, e vai-se distanciando da noção elementar de que tais pessoas possuem o direito a esse amparo. Não é favor, é obrigação dos governantes ampará-los.

O que se constata no assistencialismo, é a possibilidade dos assistidos “retribuírem” eleitoralmente e por isso, os socorridos devem ser submissos e condicionados, não devendo se organizar de forma independente e, muito menos, expressar ações políticas como se pessoas fossem.

O assistencialismo é, por isso, uma prática de dominação ao produzir indivíduos obedientes e manobráveis.

 O governo aumenta impostos e não os aplica em benefício da coletividade, não exige do assistido nada em troca, nem que reverta isso, na reintegração no mercado de trabalho ou freqüentado cursos profissionalizantes como acontece nos Estados Unidos. Mas que também aqui, não são oferecidos normalmente.

E quem paga essa pesada conta?

Nós da classe média que estudamos e investimos em nós mesmos e com nossos próprios recursos.

É de nosso bolso que sai a transferência de renda para as classes pobres, pois nós, não representamos número suficiente para decidir as eleições.

Será o fim de uma classe. Somos animais em extinção e não apareceu até agora,ninguém quem possa nos salvar… Será que deveremos apelar para o Chapolin e gritar:

E agora, quem poderá nos defender? 

Na pura expressão da palavra eu afirmo: Isto é maquiavélico!

Mas… Como dizia Chaplin em “O Grande Ditador”:

Lutemos por um mundo novo… Um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

 

Meus Parabéns!

 

Êêêêbaaaaaa!

Hoje é o seu aniversário, que legal
Todo mundo está feliz, que beleza
Você tem muitos amigos, com certeza
E a sua amizade é o nosso diferencial!

Nós estamos reunidos nesta festa
Homenageando sua linda pessoa
Também festejaremos, numa boa
Comemorando esta data tão bonita!

Você tem coração de criança
Você faz da amizade um prazer

Queremos dizer da nossa emoção
A você que está em nosso coração!

 

Você conhece o Haikai?

Haikai, 俳句, Haiku ou Haicai - é um forma poética de origem japonesa, que valoriza a concisão e a objetividade.

Haikai no Brasil

. O primeiro autor do haikai no Brasil foi Guilherme de Almeida,  dotando-o  de estrutura métrica rígida, de rimas e título. No esquema proposto por ele, o primeiro verso, rima com o terceiro e o segundo verso possui uma rima interna (a 2ª sílaba rima com a 7ª sílaba).

. Outra corrente do haikai brasileiro é a tradicionalista. Promovida inicialmente por imigrantes ou descendentes de imigrantes japoneses: Haikai seria um poema escrito em linguagem simples, sem rima, com três versos que somam dezessete sílabas poéticas (cinco sílabas no primeiro verso, sete no segundo e cinco no terceiro). Além disso, o haikai tradicional deve conter sempre uma referência à estação do ano, expressa por uma palavra (o chamado kigo = palavra de estação).

E há a terceira forma de haikai no Brasil, a mais interessante, onde não há necissidade da métrica nem de referência à estação do ano em que o poema foi composto.

Em resumo: atualmente, nós também poderemos nos aventurar a escrever HAIKAIS, pois são poemas de três versos, linguagem simples, sem título, sem rima, sem um número determinado de sílabas, valorizando a concisão e a objetividade, e sem a obrigatoriedade de referir-se à qualquer estação do ano. É como um flash fotográfico!

Hummm… Assim, fica mais fácil!

Vejamos um exemplo:

vento de inverno:
o gato de olho vazado
procura seu dono

(Edson Kenji Iura)

uma pétala caída
que torna a seu ramo
ah! É uma borboleta!

(Afrâneo Peixoto)

Agora o meu:

primavera florida…
pêssego carnudo dentado
meio bicho? Que nojo!!

(Lourdes Ramos)

Tente, agora compor o seu HAIKAI: descontrai e diverte… Invente!!

Azul Pintado de Azul

 

 

 

 

Você disse-me que eu escrevia azul
Azul também é a sua e a minha cor
Ao observarmos nossos tons de azul
Dão-nos suavidade, sintonia e amor

Pense em um belo céu azul de brigadeiro
Com aquele azul que invade o céu e o mar
Entra em nossos poros e em nossa mente
E vai purificando o nosso o corpo inteiro!

Passa como um rio nos lavando a alma
Depois traz ternura, paz e a meditação
Expurga tristezas e vai trazendo calma

Neste intenso azul nós vamos nos deter
Fazendo muitas piruetas como um avião
Pintando-nos de azul com muito prazer!
 

 

O Rio ainda será de Gabeira

Em meio a tristeza generalizada que me encontro, assim como muitos amigos, tenho recebido vários e-mails e textos sobre a não-eleição de Fernando Gabeira para prefeito do Rio. Prestem atenção, não recebi, e imagino que ninguém mais, nada sobre a eleição do Eduardo ‘Upa Upa’ Paes; apenas, sobre a não-eleição do Gabeira. Algo inimaginável há três meses. E, no meio de todos esse contexto e correios eletrônicos, me chamou a atenção a excelente coluna de hoje (29/10/2008) de Augusto Nunes, diretor editorial do Jornal do Brasil, sobre essa situação. É exatamente o que eu vinha percebendo nesses três dias pós-derrota.

Assim, não tinha como deixar de postá-lo aqui,  não só como homenagem ao excelente jornalista, mas, por ser exatamente o que eu penso. E vocês, o que acham?

 Érika dos Anjos

 

Coisas da Política
Augusto Nunes
Os 1.640.970 do Rio de Janeiro

Convidado a disputar a prefeitura do Rio pela coligação que juntou o PV, o PSDB e o PPS,  o deputado federal Fernando Gabeira condicionou a aceitação a cinco pré-requisitos. Primeiro: a campanha deveria ser limpa em todos os sentidos. Sem faixas nem galhardetes pendurados em postes, sem panfletos nem outras velharias que  poluem a paisagem urbana. E sem ataques pessoais, truques eleitoreiros e outras espertezas que poluem a paisagem eleitoral.
Segundo: o programa do candidato passaria ao largo de questões nacionais para se restringir a propostas e idéias vinculadas aos problemas da cidade. Terceiro: tanto as quantias arrecadadas quanto os gastos de campanha seriam divulgados diariamente pela internet, com a especificação da origem e do destino do dinheiro. Quarto: se chegasse ao segundo turno, a coligação não negociaria alianças nem adesões.
Quinto: alcançada a vitória, a montagem do secretariado não obedeceria a imposições partidárias ou conveniências políticas. Em vez do indecoroso loteamento de cargos, o prefeito usaria o critério do mérito para a montagem do primeiro escalão: seriam secretários municipais os melhores e mais brilhantes. Alguns camuflando o espanto, os líderes dos três partidos toparam. Parece mentira, decerto pensaram. Parece mentira, concordaram os eleitores.
Segundo todas as pesquisas, Gabeira largou com menos de 5% e entrou na reta final da campanha com índices pouco animadores. Faz sentido. Exauridos por bandalheiras protagonizadas pelas quadrilhas de pais da pátria, afrontados pela descoberta de que a imunidade parlamentar virou salvo-conduto forjado para livrar da cadeia bandidos homiziados no Congresso, os brasileiros desistiram da esperança como profissão e decidiram que os políticos eram todos iguais.
Só a duas semanas da eleição milhares de cariocas compreenderam que havia mesmo um candidato honesto, coerente, inventivo, preocupado não com o próprio futuro mas com o destino da cidade humilhada pela procissão de governantes ineptos. E cumpria o prometido: a campanha avançou sem zonas de sombra, com pouco dinheiro, sem comitês nem papelório, sem ofensas nem insultos.
Os 839.994 votos obtidos por Gabeira no primeiro turno escancararam duas constatações espantosas. Os três primeiros pré-requisitos haviam sido plenamente atendidos. Mais importante ainda, o Rio avisara ao Brasil que, apesar de tudo, a tribo dos decentes é bem maior do que se imaginava.
A passagem para o segundo turno permitiu a Gabeira mostrar que, como estabelecera a quarta cláusula do contrato verbal, não negociaria adesões. Até domingo passado, o candidato foi visto ao lado de gente como Oscar Niemeyer, Caetano Veloso ou Marina Silva. Paes submergiu em conversas clandestinas com o porteiro do céu Marcelo Crivella, a comunista  domesticada Jandira Feghali, o estafeta petista Vladimir Palmeira ou com os fora-da-lei do PTdoB.
Na etapa final do duelo, Paes foi amparado pela nada santa aliança que incluiu um balaio multipartidário, o governador, o presidente da República e um pelotão de especialistas em guerra suja. Os candidatos barrados no primeiro turno embarcaram no iate de Paes. O resultado final demonstra que os eleitores preferiram a onda Gabeira. Juntos, Jandira e Crivella conseguiram quase 1 milhão de votos. Entre uma rodada e outra, o crescimento de Paes não chegou a 650 mil votos. O de Gabeira passou de 800 mil.
Tudo somado, os 1.640.970 eleitores do candidato que há três meses parecia um sonho impossível protagonizaram o mais belo, abrangente e empolgante fenômeno da temporada eleitoral – e fizeram de Gabeira uma prova de que o Brasil decente está pronto para a resistência. Faltou platéia para comemorar a vitória de quem será prefeito. O povo festejou nas ruas o desempenho de quem por pouco não foi. No restante do país, ninguém se interessou pela sorte de Paes, ninguém viu algo de novo no que dizia. Em contrapartida, distribuídos por todos os Estados, milhões de brasileiros juntaram-se à distância ao bom combate.
Os 1.640.970 do Rio de Janeiro transformaram o que parecia apenas uma onda num genuíno movimento popular. O movimento já exibe dimensões impressionantes. E só começou.

Diário de um pai atrapalhado – Acessórios “inúteis”

Meia hora antes de ir para a maternidade minha esposa pede que eu aproveite a ida a farmácia e traga um conjunto de pente e escova para bebê. Minha resposta imediata foi: sim, eu trago. Tomei meu caminho, blasfemando, em pensamento, e imaginando para que gastar com tamanha inutilidade. Afinal nosso bebê nasceria careca.

Comprei o tal kit, colocamos na mala e fomos para o hospital. Já instalados no quarto, chega a mocinha do berçário para levar o enxoval do bebê. Perguntamos o que ela precisaria levar. Qual era o primeiro item (entre fraldas, blusinha, sapatinho, luvinhas etc.) da lista? Ela, a escova de cabelo. Imaginem minha cara nessa hora.

Para você não passar uma vergonha do tipo, muito menos ser pego desprevenido, aqui vai uma pequena lista de acessórios aparentemente inúteis que podem salvar o dia.

  1. Escova para bebê. Agora ela figura em primeiro lugar da lista, até porque é a primeira coisa que pedem na maternidade.
  2. Fita crepe para fraldas. Sim, as fraldas descartáveis possuem fitas próprias… Que falham de vez em quando, nessa hora, a fita crepe resolve.
  3. Mamadeiras. Compre uma para recém nascido e outra pequena para quando ele estiver um pouco maior. Mesmo que todo mundo a sua volta afirme que sua esposa será uma autentica vaca holandesa e não terá a menor necessidade de apetrechos do tipo.
  4. Pinça para mamadeiras. Esse até você deve ter pensado: para que tamanha inutilidade. Faça o que quiser, mas depois não reclame dos dedos queimados.
  5. Aspirador nasal. Esse parece mais um instrumento de tortura. Muito falam que é absolutamente inútil. Os pediatras também não gostam. É nessa hora que eu digo: faça então o bebê assoar o nariz.
  6. Lenços umedecidos. “Isso dá assadura”. Não economize, compre de uma boa marca. São muito práticos.
  7. Leite em pó para recém nascido. Idem o comentário da mamadeira. Útil em situações de “emergência”. Coloque na cabeça: melhor leite em pó a morrer de fome.
  8. Tesourinha. Bebês parecem gatos raivosos, este instrumento, aliado a um pouco de habilidade resolve.
  9. Fraldas de pano. Aparentemente ultrapassadas, servem para limpar os litros de saliva e vômito que os bebês liberam diariamente.
  10. Chupeta. Os chatos de plantão sempre falam que chupeta faz mal, vicia, estraga os dentes etc. Esse povo não tem filhos, queria ver aturarem o molequinho aos berros e abrir mão da chupeta quando ela é o último recurso.
Já foi salvo por algum acessório de aparente inutilidade? Escreva nos comentários.

Ser especial

Seguro. Correto. Pertinente. Simpático, Competente. Humilde. Sensível. Inovador. Político. Realista. Sincero. Prático. Objetivo. Diferente. Moderno. Inigualável. Forte. Supremo. Líder. Convincente. Perseverante. Brioso. Perfeito… qual seria a melhor definição de alguém especial?

Ser especial é fazer a diferença! É ser além daquilo que esperam de você. Ter fé e coragem de que a vitória chegará. Ter o bom senso de saber quando parar e prosseguir. Ter a consciência de que, no mundo de hoje, se não for especial será só um número e um crachá. Ser alguém especial é trabalhar duro para mudar a vida, o jeito, o pensamento… não só de alguns, e sim de muitos. Ser alguém especial é poder ser o diferencial na vida daquele que nunca esperou nada demais do mundo. É aprender a perceber que a vida não se resume àquelas oportunidades que batem à nossa porta; também é aquilo que nós corremos atrás e brigamos para conseguir.
É certo que cada um de nós e especial para alguém. Mas existem pessoas que querem ser mais especiais ainda! São aquelas que não têm medo algum de enfrentar desafios, de demonstrar garra, de expor seus pensamentos; é aquela profissional, com metas definidas e que não me esforços para alcança-los, sem nunca se acomodar e querer sempre mais.

Se você se identificou com algumas dessas palavras ou sentiu que algumas dessas frases poderiam ter saído da sua boca… sim, você é especial! Pena que só eu e você sabemos…

Um nojo não classificável se apoderou de mim neste filme

* Kiki Black

Se arrependimento matasse, estaria mais morta do que a montanha de corpos que apareceram em Encarnação do demônio, de José Mojica Marins, o famoso Zé do Caixão. Não sei nem por onde começar a criticar este… hã… filme, na falta de melhor definição. Comecemos pelo milionário orçamento: mais de R$ 1 milhão para ver mulher saindo nua de dentro de um porco? É demais para minha cabeça; vejamos outro ponto: vocês lembram daquela parte de Tropa de Elite em que respinga sangue na tela? Pode-se resumir este filme em uma reprodução de centenas cenas dessa!; mais um porém: Encarnação do demônio é a última parte de uma trilogia… perceberam a incógnita? Uma trilogia, ou seja, já existiram dois filmes, À meia-noite levarei sua alma e esta noite encarnarei no teu cadáver, que culminaram nesta… hã… obra! Agora, imaginem, caros leitores, a produção disso nos anos 60, quando foram feitas as primeiras partes… com pouquíssimos recursos visuais e, acredito eu, quase nenhuma verba! Deve ter sido, com trocadilho please, uma coisa de outro mundo! E falando no Além, depois de 40 anos ‘afastado’ do personagem Zé do Caixão, o Mojica bem que poderia ter cortado aquelas unhas, não? Imagine a quantidade de cutícula, fungos e outros seres ainda não estudados pela ciência deve ter por ali? Deus me livre…

* Kiki Black é um personagem de ficção que odeia qualquer filme… que não seja Harry Potter

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