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	<title>Comments for O Quarto Elemento</title>
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	<description>Ouça o que o quarto elemento tem a dizer</description>
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		<title>Comment on Sorteio Contos de todos nós by Romulo</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2010/09/03/sorteio-contos-de-todos-nos/comment-page-1/#comment-4062</link>
		<dc:creator>Romulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 14:36:15 +0000</pubDate>
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		<description>Perdoaria, sim (não guardar mágoa), mas não esqueceria (não quero estar nessa situação de novo).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perdoaria, sim (não guardar mágoa), mas não esqueceria (não quero estar nessa situação de novo).</p>
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		<title>Comment on Sorteio Contos de todos nós by Milenna Barbosa</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2010/09/03/sorteio-contos-de-todos-nos/comment-page-1/#comment-4017</link>
		<dc:creator>Milenna Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 14:49:13 +0000</pubDate>
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		<description>Perdoaria sim, pois na Biblia fala que devemos perdoar e fala que quando nos baterem na face esquerda, que ofereçamos a direita. Só que com esse perdão também viria a perda da conficança, o que acho que é mais importante num relacionamento, tanto amoroso quanto outro qualquer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perdoaria sim, pois na Biblia fala que devemos perdoar e fala que quando nos baterem na face esquerda, que ofereçamos a direita. Só que com esse perdão também viria a perda da conficança, o que acho que é mais importante num relacionamento, tanto amoroso quanto outro qualquer.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Resenha: Noah (Jacquelyn Frank) by Érika dos Anjos</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2009/07/22/resenha-noah-jacquelyn-frank/comment-page-1/#comment-3980</link>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:31:27 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;em&gt;OI Rafaela!

Olha, dizem por aí que haverá uma continuação sim. No caso, seria a Jasmine que se apaixonaria por um simples humano... mas, a Jacquelyn Frank ainda não confirmou nada. E ficamos nós, reles fãs, aguardando uma posição da autora. 
Vamos ver no que dá!
Beijos
Érika dos Anjos&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>OI Rafaela!</p>
<p>Olha, dizem por aí que haverá uma continuação sim. No caso, seria a Jasmine que se apaixonaria por um simples humano&#8230; mas, a Jacquelyn Frank ainda não confirmou nada. E ficamos nós, reles fãs, aguardando uma posição da autora.<br />
Vamos ver no que dá!<br />
Beijos<br />
Érika dos Anjos</em></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Resenha: Noah (Jacquelyn Frank) by rafaela</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2009/07/22/resenha-noah-jacquelyn-frank/comment-page-1/#comment-3970</link>
		<dc:creator>rafaela</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 02:23:59 +0000</pubDate>
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		<description>gostaria de saber se haverá continuação, ficaram alguns fios soltos...se souberem me digam, sou grande fã da serie...beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria de saber se haverá continuação, ficaram alguns fios soltos&#8230;se souberem me digam, sou grande fã da serie&#8230;beijos</p>
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		<title>Comment on Diário de um pai atrapalhado &#8211; Tecnologia acalma neném by adriana</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2009/09/06/diario-de-um-pai-atrapalhado-tecnologia-acalma-nenem/comment-page-1/#comment-3934</link>
		<dc:creator>adriana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 02:50:40 +0000</pubDate>
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		<description>Olá gosto muito de ler seu blog dou muitas risadas gostaria que vc comentasse o dvd aline barros e cia 2 meu deus é evangelico mas quando meu victor começa a gritar pulapula só deus comente o dvd por favor!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá gosto muito de ler seu blog dou muitas risadas gostaria que vc comentasse o dvd aline barros e cia 2 meu deus é evangelico mas quando meu victor começa a gritar pulapula só deus comente o dvd por favor!</p>
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	<item>
		<title>Comment on Resenha: Um toque de paixão (Anne Marie Winston) by juliana</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2009/08/29/resenha-um-toque-de-paixao-anne-marie-winston/comment-page-1/#comment-3874</link>
		<dc:creator>juliana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:39:03 +0000</pubDate>
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		<description>Eu adoro livros e musicas românticas eles me fazem ser outra pessoa mas amoroza,carinhosa e etc...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adoro livros e musicas românticas eles me fazem ser outra pessoa mas amoroza,carinhosa e etc&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Comment on A origem (Inception) by Fernando</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2010/08/12/a-origem-inception/comment-page-1/#comment-3682</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:56:50 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acredito que todos os elementos desse filme servem como referência para a compreensão do todo. Inception está a anos-luz na frente de outros filmes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito que todos os elementos desse filme servem como referência para a compreensão do todo. Inception está a anos-luz na frente de outros filmes</p>
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		<title>Comment on A origem (Inception) by Guilherme Scalzilli</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2010/08/12/a-origem-inception/comment-page-1/#comment-3637</link>
		<dc:creator>Guilherme Scalzilli</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 18:54:22 +0000</pubDate>
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		<description>“A origem”

Mesmo que levássemos em conta apenas a superfície imediata do entretenimento, o filme superaria a média industrial hollywoodiana. Nem tanto por mérito do jovem e talentoso Cristopher Nolan, mas graças ao arrojo técnico empregado para contar sua história mirabolante. Os efeitos visuais atingem um grau de ilusionismo assombroso. A edição é exemplar. Prêmios técnicos não faltarão ao filme.
Há, no entanto, um pequeno detalhe.
A música “Je ne regrette rien”, cantada por Edith Piaf, surge freqüentemente, servindo a necessidades dramáticas. Os protagonistas a utilizam como uma espécie de gatilho para retornar das viagens pelos sonhos. Depois que os inconscientes foram devidamente treinados, basta-lhes ouvi-la e todos despertam imediatamente, salvando-se de apuros eventuais.
Mas trata-se também de uma referência exterior ao próprio filme: a canção desloca nosso raciocínio da personagem-chave “Mal” para sua intérprete, a francesa Marion Cotillard. Pois é impossível não lembrar a própria Cotillard no papel de Edith Piaf, cantando exatamente “Je ne regrette rien”.
Enquanto “Mal” só existe no mundo onírico, a identificação da atriz com seus trabalhos anteriores faz sentido apenas no plano dos espectadores conscientes. A citação extrai os personagens de suas imersões pela fantasia e ao mesmo tempo nos retira de “A origem” (ou do “sonho” representado pelo filme) para devolver-nos à realidade exterior. 
Se qualquer outra canção preservasse o mesmo sentido conveniente à trama (“não lamento nada”), as lucubrações acima virariam delírios absurdos. Mas a escolha dessa música, entre inúmeras possíveis, é precisa e enriquecedora demais para soar casual. E assim descobrimos a essência do código metalingüístico em sua plena realização.

http://guilhermescalzilli.blogspot.com/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“A origem”</p>
<p>Mesmo que levássemos em conta apenas a superfície imediata do entretenimento, o filme superaria a média industrial hollywoodiana. Nem tanto por mérito do jovem e talentoso Cristopher Nolan, mas graças ao arrojo técnico empregado para contar sua história mirabolante. Os efeitos visuais atingem um grau de ilusionismo assombroso. A edição é exemplar. Prêmios técnicos não faltarão ao filme.<br />
Há, no entanto, um pequeno detalhe.<br />
A música “Je ne regrette rien”, cantada por Edith Piaf, surge freqüentemente, servindo a necessidades dramáticas. Os protagonistas a utilizam como uma espécie de gatilho para retornar das viagens pelos sonhos. Depois que os inconscientes foram devidamente treinados, basta-lhes ouvi-la e todos despertam imediatamente, salvando-se de apuros eventuais.<br />
Mas trata-se também de uma referência exterior ao próprio filme: a canção desloca nosso raciocínio da personagem-chave “Mal” para sua intérprete, a francesa Marion Cotillard. Pois é impossível não lembrar a própria Cotillard no papel de Edith Piaf, cantando exatamente “Je ne regrette rien”.<br />
Enquanto “Mal” só existe no mundo onírico, a identificação da atriz com seus trabalhos anteriores faz sentido apenas no plano dos espectadores conscientes. A citação extrai os personagens de suas imersões pela fantasia e ao mesmo tempo nos retira de “A origem” (ou do “sonho” representado pelo filme) para devolver-nos à realidade exterior.<br />
Se qualquer outra canção preservasse o mesmo sentido conveniente à trama (“não lamento nada”), as lucubrações acima virariam delírios absurdos. Mas a escolha dessa música, entre inúmeras possíveis, é precisa e enriquecedora demais para soar casual. E assim descobrimos a essência do código metalingüístico em sua plena realização.</p>
<p><a href="http://guilhermescalzilli.blogspot.com/" rel="nofollow">http://guilhermescalzilli.blogspot.com/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Resenha: O símbolo perdido (Dan Brown) by Celtapp</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2010/03/15/resenha-o-simbolo-perdido-dan-brown/comment-page-1/#comment-3553</link>
		<dc:creator>Celtapp</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:09:17 +0000</pubDate>
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		<description>Logo a cena da pesagem...em termos puramente leigos, achei um pouco rebuscado pois ele continuava ligado ao oxigenio, pelo menos penso que sim, mas mesmo que não chegaria o suspirar da chorosa esposa para fazer variar o peso sentido na balança. resumindo achei o meio pouco esteril para a experiencia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Logo a cena da pesagem&#8230;em termos puramente leigos, achei um pouco rebuscado pois ele continuava ligado ao oxigenio, pelo menos penso que sim, mas mesmo que não chegaria o suspirar da chorosa esposa para fazer variar o peso sentido na balança. resumindo achei o meio pouco esteril para a experiencia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on O que é isso? Chouriço! by Celtapp</title>
		<link>http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2008/01/14/o-que-e-isso-chourico/comment-page-1/#comment-3552</link>
		<dc:creator>Celtapp</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 14:58:18 +0000</pubDate>
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		<description>O que é isso? -&quot;Chouriço&quot;
Sou português e já não ouvia essa expressão faz bastante tempo.
Quanto ao chouriço propriamente dito, e referindo apenas aqueles artesanais ou tradicionais, já que os industriais perdem significativamente as caractristicas originais, é preciso dizer que os &quot;enchidos&quot; são uma forma tradicional de conservação da carne de porco tão necessária antes da invenção do frigorifico. Existem duas formas de conservação tradicional, a salga (guardar a carne em caixas de madeira seladas com sal) e o fumeiro, expor os enchidos ao ao fumo da lenha, durante os meses de outono. Um bom enchido tradicional tem obrigação de durar pelo menos um ano, desde que limpo de vez em quando com azeite, isto serve para manter a pele impermiavel e sem estalar por secura.
Quanto aos sabores e texturas à para todos os gostos, desde os paios de Lamegos, foitos de carne magra do lombo com uma tira de gordura e temperos, chouriços de carne, tipicamente temperados com alho, pimentão doce, sal, e outras variedades, como vinho, ervas aromaticas, cebola, e enchidos de sangue, regra geral temperados com cominhos, ortelã e vinagre, e ainda temos um enchido que leva carnes de caça mas não contêm carne de porco, que noutra altura posso contar a historia. Bom apetite</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é isso? -&#8221;Chouriço&#8221;<br />
Sou português e já não ouvia essa expressão faz bastante tempo.<br />
Quanto ao chouriço propriamente dito, e referindo apenas aqueles artesanais ou tradicionais, já que os industriais perdem significativamente as caractristicas originais, é preciso dizer que os &#8220;enchidos&#8221; são uma forma tradicional de conservação da carne de porco tão necessária antes da invenção do frigorifico. Existem duas formas de conservação tradicional, a salga (guardar a carne em caixas de madeira seladas com sal) e o fumeiro, expor os enchidos ao ao fumo da lenha, durante os meses de outono. Um bom enchido tradicional tem obrigação de durar pelo menos um ano, desde que limpo de vez em quando com azeite, isto serve para manter a pele impermiavel e sem estalar por secura.<br />
Quanto aos sabores e texturas à para todos os gostos, desde os paios de Lamegos, foitos de carne magra do lombo com uma tira de gordura e temperos, chouriços de carne, tipicamente temperados com alho, pimentão doce, sal, e outras variedades, como vinho, ervas aromaticas, cebola, e enchidos de sangue, regra geral temperados com cominhos, ortelã e vinagre, e ainda temos um enchido que leva carnes de caça mas não contêm carne de porco, que noutra altura posso contar a historia. Bom apetite</p>
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