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	<title>O Quarto Elemento &#187; Cultura</title>
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	<description>Ouça o que o quarto elemento tem a dizer</description>
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		<title>Comidinhas &#8211; Pamonha</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 16:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[comida típica]]></category>
		<category><![CDATA[festa junina]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa


Você gosta de pamonha? Eu, apesar de ser um pamonha, nunca comi uma, até a manhã de hoje. Acabei perdendo a virgindade com uma congelada. Pois é, a pamonha entrou para o hall das comidas congeladas, mas a gente come quente. O fato de ela ser produzida por um frigorífico especializado em frangos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por Leonardo Costa</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00278.JPG"><img class="alignleft size-full wp-image-1007" style="margin: 0px 10px;" title="Pamonha" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00278.JPG" alt="Pamonha" width="200" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Você gosta de pamonha? Eu, apesar de ser um pamonha, nunca comi uma, até a manhã de hoje. Acabei perdendo a virgindade com uma congelada. Pois é, a pamonha entrou para o hall das comidas congeladas, mas a gente come quente. O fato de ela ser produzida por um frigorífico especializado em frangos não me inspirou confiança. Mas como a curiosidade foi mais forte que a desconfiança comprei.</p>
<p style="text-align: left;">Encontrei a iguariacongelada em um mercadinho perto de casa. Elas custavam R$ 1,69 e estavam disponíveis nas versões salgada e doce (receita do sucesso, veja exemplo do biscoito Globo que só existe nos sabores sal e doce). Reparei que ela também é vendida como “pamonha de goiana”, o porque eu sinceramente não sei, nem tive paciência de perguntar ao <a title="Oráculo" href="http://www.google.com.br" target="_blank">oráculo</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Acho que podemos classificar a pamonha entre as <em>confort foods</em> (frescura de estrangeiro para definir aqueles pratos que a gente come no aconchego do lar, sozinho ou acompanhado), bem, elevada agora a comida de elite, afinal <em>confort food</em> é chique, aproveitei uma fria manhã de terça-feira para testar. Que por um mero acaso também é dia primeiro de junho, mês típico para comer pamonha. Agora chega de enrolação e vamos ao que interessa.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00269.JPG"><img style="margin: 5px 10px; border: 0pt none;" title="Pamonha  congelada " src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00269.JPG" alt="Pamonha congelada " width="150" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pamonha salgada ainda na embalagem.</p></div>
<p style="text-align: left;">A aparência da embalagem não ajuda. E o conteúdo não é muito melhor, parece um bloco de plástico (como todo congelado, convenhamos). Cinco minutos no microondas em potência máxima resolvem o problema da aparência. A casa inteira estava empesteada com um cheiro estranho de milho (espero que a empregada consiga resolver o problema do cheiro). Da para fazer na água quente, leva 10 minutos, mas qal é a graça de usar gás quando se pode usar radiação?</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 210px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00270.JPG"><img style="margin: 10px; border: 0pt none;" title="Pamonha congelada" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00270.JPG" alt="Pamonha congelada" width="200" height="150" /></a>Pronta para entrar no microondas. Repare na aparência de plástico. E sim, é mesmo um elástico de borracha.</dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1010" class="wp-caption alignnone" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00274.JPG"><img class="size-full wp-image-1010 " style="border: 0pt none; margin: 10px;" title="No microondas" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00274.JPG" alt="No microondas" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Saindo do microondas, repare como a aparência melhorou. Já se parece com algo comestível.</p></div>
<p style="text-align: left;">Pronta e desembrulhada. Bem coragem de provar. Quente, macia, sabor de milho verde salgado. De fato a pamonha pura é sem graça. Com algum tempero fica melhor. Com molho de alho e Tabasco ficou ótimo. Não tenho como comparar com uma pamonha “de verdade” porque nunca comi uma. Então quem já conhecer as duas pode ficar a vontade para escrever um comentário comparativo.</p>
<div id="attachment_1008" class="wp-caption alignnone" style="width: 210px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00279.JPG"><img class="size-full wp-image-1008 " style="margin: 10px;" title="Pamonha quentinha" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00279.JPG" alt="Pamonha quentinha" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Embora não traga o aviso &quot;cuidado ao abrir, conteúdo quente&quot;, tome cuidado ao tirar as cascas.</p></div>
<p style="text-align: left;">É pratica, pode ser preparada a qualquer hora, como todo alimento congelado. É a chance de comer pamonha sem o vendedor chato acordando você sábado de manhã.</p>
<p style="text-align: left;">Mas como pamonha sem o cara gritando PAMONHAAAAAAAAA no teu ouvido às seis da manhã de sábado é como beijo sem língua, você pode baixar o áudio do vendedor de pamonha no link abaixo para criar o clima ideal.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/imagens/vendedor_de_pamonhas.mp3">Vendedor  de pamonhas.mp3</a></p>
<p style="text-align: left;">Ps.: esse arquivo de audio eu peguei no You Tube</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Alice no País da Maravilhas, o filme</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[alan rickman]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Érika dos Anjos
No início do ano, li novamente o livro Alice no País da Maravilhas, do Lewis Caroll (você pode ler a resenha aqui), já me preparando para a versão de Tim Burton. No entanto, a comoção pública que o filme conseguiu é algo que me surpreendeu. Tanto que no dia da estreia só consegui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><em>Por Érika dos Anjos</em></em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-933" title="tim-burtons-alice-in-wond-005" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/04/tim-burtons-alice-in-wond-0052.jpg" alt="tim-burtons-alice-in-wond-005" width="162" height="268" />No início do ano, li novamente o livro Alice no País da Maravilhas, do Lewis Caroll (você pode ler a resenha <a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2010/01/13/resenha-alice-no-pais-das-maravilhas-lewis-caroll/" target="_blank">aqui</a>), já me preparando para a versão de Tim Burton. No entanto, a comoção pública que o filme conseguiu é algo que me surpreendeu. Tanto que no dia da estreia só consegui um ingresso para ver o filme às 00h30, no Largo do Machado. Todas, eu disse, todas as outras sessões estavam lotadas. A expectativa cresceu e fiquei me perguntando o porquê da dupla Depp/Burton causar tanto frison&#8230; Independente disso, cheguei no cinema, coloquei meu digníssimo óculos 3D e aguardei o início do filme.</p>
<p>Um espetáculo visual do início ao fim! Assim pode ser definida a película, no <img class="alignright size-full wp-image-903" title="alice_no_pais_das_maravilhas_tim_burton_11" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/04/alice_no_pais_das_maravilhas_tim_burton_111.jpg" alt="alice_no_pais_das_maravilhas_tim_burton_11" width="165" height="258" />entanto, segue o caminho de Avatar ao pecar no roteiro, que visivelmente foi feito para agradar as crianças, somente as crianças, inclusive com um momento &#8216;vergonha alheia&#8217; quando o Chapeleiro do grande Jonnhy Depp dança o Futterwack.  Com uma história fraca e que prende muito pouco a atenção do espectador, a história se desenrola alguns anos depois da primeira visita de Alice ao País da Maravilhas, no entanto, ela nada se lembra disso, apenas em seus sonhos vê os personagens que fizeram parte da sua primeira aventura. Chegando lá, ela percebe que o mundo está aguardando o Dia Frabuloso, quando a Rainha Vermelha, magnificamente interpretada pela Helena Bonham Carter, seria derrotada e a Rainha Branca voltaria ao poder. Porém, para isso, Alice deveria matar a fera mais temida do reino&#8230; o grande problema é que Alice não queria matar ninguém, nem mesmo uma fera. E é esse &#8220;grande&#8221; problema que leva grande parte do filme, até culminar em uma boa cena final, no entanto, bem menos interessante do que se espera.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-904" title="2009-07-23-sdcc-alice01-533x376" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/04/2009-07-23-sdcc-alice01-533x376.jpg" alt="2009-07-23-sdcc-alice01-533x376" width="192" height="136" />Dentre os pontos altos do filmes está, como já citei acima, a deliciosa atuação da sra. Burton; as piadinhas sobre a cabeçona da Rainha Vermelha; os fofíssimos Gato Risonho e o cãozinho Bayard; o cuidado da produção em colocar a roupa de Alice idêntica ao do filme homônimo da Disney de 1951 em uma cena de &#8216;remember&#8217;; a voz de Alan Rickman na Lagarta Azul e, como não poderia deixar de ser, os efeitos especiais e a irretocável imagem. Já os pontos fracos ficam por conta da &#8216;queda&#8217; de Alice no buraco, que para mim é a melhor cena do livro; a falta de elementos 3D em diversas cenas &#8211; parece que só alguns pedacinhos estavam em 3D, em vários momentos não era necessário nem usar o óculos -; o excesso de cores em muitas cenas, causando até mesmo confusão; e, infelizmente, o &#8216;clima&#8217; entre Alice e o Chapeleiro, que achei desnecessário demais, chegou a dar nojo. Pode até parecer puritanismo meu, pois nessa versão ela já é mulher, que inclusive está sendo pedida em casamento no &#8216;mundo real&#8217;, mas para mim foi apelar para clichê, não havia a mínima necessidade de um romance ali.</p>
<p>Enfim, é um filme obrigatório para os cinéfilos, sem dúvida, e para quem quer ter <img class="size-full wp-image-916 alignleft" title="caterpillar-550x401" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/04/caterpillar-550x4011.jpg" alt="caterpillar-550x401" width="185" height="135" />conversa na roda de amigos durante a semana. Para aqueles que não curtem muito os efeitos especiais e se ligam em um bom roteiro, acredito que haja opções melhores no mercado&#8230;</p>
<p><span style="color: #ffcc00;"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #ffcc99;">PS.: Jurei para mim mesma que não iria fazer comentários sobre isso, mas não resisto&#8230; esse filme está parecendo uma sucursal da franquia Harry Potter. Prestem atenção: Helena Bonham Carter é a Rainha Vermelha e Belatrix Lestrange; Alan Rickman é Snape e a voz da Lagarta Azul; Timonth Spall é o Rabicho e a voz do Bayard; Frances de la Tour é a Tia Imogene e a Madame Maxime; e a Imelda Stauton como a voz das florzinhas e Dolores Umbridge! Haja coincidência!</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ovos de Páscoa</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 03:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
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		<category><![CDATA[feriado]]></category>
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		<category><![CDATA[páscoa]]></category>

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		<description><![CDATA[A terceira data mais esperada por mim quando criança, só perdia para o aniversário e para o Natal, a Páscoa era sinônimo de muitos ovos de chocolate. E tudo se resumia a isso: ganhar e comer ovos de chocolate.
Lembro bem daqueles ovos. A maioria era ao leite e recheados com bombons ou pequenos confeitos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira data mais esperada por mim quando criança, só perdia para o aniversário e para o Natal, a Páscoa era sinônimo de muitos ovos de chocolate. E tudo se resumia a isso: ganhar e comer ovos de chocolate.</p>
<p>Lembro bem daqueles ovos. A maioria era ao leite e recheados com bombons ou pequenos confeitos de chocolate. As embalagens eram geralmente feitas de papel brilhante com temas da páscoa ou padrões abstratos (imaginem um caleidoscópio). Brincar com aqueles papeis era tão legal quanto comer os ovos. Bons tempos aqueles antes da invasão dos &#8220;Ovos temáticos&#8221;. Minha única tristeza foi nunca ter ganho um ovo crocante.</p>
<p>Hoje, o trauma do ovo crocante já está superado. E meu maior problema agora é comprar ovos. O preço deles faz com que eu já não goste mais tanto da Páscoa assim.</p>
<p>Isso e a visão que eu tive das lojas hoje (lotadas de gente brigando por ovos), me fez lembrar que a Páscoa não se resume a dar e receber chocolate. Ela é muito mais do que isso. Assim como o Natal, a Páscoa é um feriado onde devemos celebrar o simples fato de ter a família únida e lembrar que a felicidade não está restrita ao poder de consumir um produto.</p>
<p>Não que eu não goste mais de chocolate, eu amo, e ainda quero meu OVO CROCANTE!</p>
<p>Quanto aos ovos temáticos, eles são legais. O que me incomoda é todos os ovos serem &#8220;a versão ovo&#8221; de algum chocolate. O que é o fim são aqueles com formatos de diamante, coração, baton gigante etc. Acho eles horríveis e sem sentido, pois fogem daquilo que significa um ovo de páscoa, mas isso é questão de gosto. Ainda bem que podemos escolher.</p>
<p>Quando eu voltar a escrever a Páscoa já terá passado. Então desejo desde já para todos os leitores uma Páscoa MUITO FELIZ, com saúde, paz e é claro MUITO OVO!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adjetivos &#8220;in English&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 19:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Para inaugurar os posts sobre língua inglesa em O Quarto Elemento, escrevo sobre um assunto que costuma confundir na hora de falar ou escrever: a ordem dos adjetivos.
O texto é uma breve explicação com objetivo de ajudar em momentos de dúvida. Se você quer saber sobre outros pontos de inglês, mande sua sugestão por e-mail [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para inaugurar os <em>posts</em> sobre língua inglesa em <em>O Quarto Elemento</em>, escrevo sobre um assunto que costuma confundir na hora de falar ou escrever: a ordem dos adjetivos.</p>
<p>O texto é uma breve explicação com objetivo de ajudar em momentos de dúvida. Se você quer saber sobre outros pontos de inglês, mande sua sugestão por e-mail ou deixe um comentário.</p>
<p>Enjoy! <img src='http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Em inglês, os adjetivos aparecem de duas maneiras. Uma delas é antes de substantivos (Ex.: I bought a <strong>new</strong> <em>dress</em>.) e depois de alguns verbos (Ex.: His car <em>is</em> <strong>new</strong>.). Até aí, tudo bem. A dúvida surge quando usamos mais de um termo para qualificar os substantivos (Ex.: Paul likes <strong>big black</strong> <em>dogs</em>.). Como saber em que ordem eles devem aparecer na frase?</p>
<p>Por convenção, os adjetivos que expressam <strong>opinião</strong> em relação ao substantivo vêm primeiro. Em seguida, usamos os que expressam <strong>fatos</strong> sobre o substantivo.<br />
Ex.: He bought a <strong>nice French</strong> <em>car</em>.<br />
(<strong>nice</strong> expressa a opinião de quem fala e <strong>French</strong> é uma característica real do substantivo)<br />
Jane has <strong>beautiful black </strong><em>hair</em>.<br />
(<strong>beautiful</strong> é opinião de quem fala sobre a Jane e <strong>black</strong> é uma qualidade de fato)</p>
<p>Entre os adjetivos de qualidades reais também existem ordem: <strong>tamanho</strong>, <strong>idade</strong>, <strong>forma</strong>, <strong>cor</strong>, <strong>material</strong>, <strong>origem</strong>. Ih&#8230; complicou? rs  Vejam se o exemplo ajuda:</p>
<p>Maggie wants a <strong>big, old, square, black, wooden Chinese</strong> <em>table</em>.<br />
(Melhorou? A frase acima traz os adjetivos na ordem para facilitar a decoreba.)</p>
<p>É preciso lembrar que antes dos adjetivos – de opinião ou fato – usamos os determinantes. São artigos <em>(a, the)</em>, pronomes possessivos <em>(my, your&#8230;)</em>, demonstrativos <em>(this, that&#8230;)</em>, quantificadores <em>(some, any, few, many&#8230;)</em> e números <em>(one, two…)</em>.<br />
Ex.: <strong>Two nice old round red</strong> <em>candles</em> were found yesterday.<br />
(<strong>Two</strong>: número, <strong>nice</strong>: opinião, <strong>old</strong>: idade, <strong>round</strong>: forma, <strong>red</strong>: cor)</p>
<p>Os adjetivos também vêm depois do verbo <em>to be</em> e daqueles que expressam sentido <em>(become, get, seem, look, feel, sound, smell, taste)</em><br />
Ex.: Ram <em>is</em> <strong>English</strong>.<br />
Because she had to wait, she <em>became</em> <strong>impatient</strong>.<br />
Is it <em>getting</em> <em>dark</em>?<br />
The examination did not <em>seem</em> <strong>difficult</strong>.<br />
Your friend <em>looks</em> <strong>nice</strong>.<br />
This towel <em>feels</em> <strong>damp</strong>.<br />
That new film doesn&#8217;t <em>sound</em> very <strong>interesting</strong>.<br />
Dinner <em>smells</em> <strong>good</strong> tonight.<br />
This milk <em>tastes</em> <strong>sour</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Thriller Special Edition</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 19:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[A mais nova tentativa de Michael Jackson para arrecadar fundos e engordar sua desnutrida conta bancária é o lançamento de uma edição comemorativa pelos 25 anos do álbum Thriller. O disco, sexto álbum solo do cantor, originalmente lançado em novembro de 1982, vendeu mais de 104 milhões de cópias sagrando-se o álbum mais vendido de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/thriller.jpg" />A mais nova tentativa de Michael Jackson para arrecadar fundos e engordar sua desnutrida conta bancária é o lançamento de uma edição comemorativa pelos 25 anos do álbum <em>Thriller</em>. O disco, sexto álbum solo do cantor, originalmente lançado em novembro de 1982, vendeu mais de 104 milhões de cópias sagrando-se o álbum mais vendido de todos os tempos.</p>
<p>Mais do que um time que está ganhando, <em>Thriller</em> é uma seleção que ganhou Copa do Mundo. Quatro canções do disco foram escritas por <em>Jacko</em> – como o cantor é conhecido na Inglaterra – em parceria com Paul McCartney. Das 9 canções do álbum, 7 estiveram no Top 10. Thriller foi o #1 da Billboard por 37 semanas e figurou entre os 10 mais por 80 semanas. Vencedor de 8 prêmios Grammy em 1984, <em>Thriller</em> foi incluído no Hall da Fama da premiação em 2008.</p>
<p>Com tanto sucesso, seria <em>Thriller</em> definitivo? Não sei dizer. Mas, sem dúvida, o álbum é atemporal.</p>
<p><em>Thriller Special Edition</em> traz além das faixas já conhecidas, versões remixadas modernosas de 5 canções. Kanye West (<em>Billie Jean</em>), will.i.am (<em>The Girl Is Mine</em>), Akon (<em>Wanna Be Startin&#8217; Somethin&#8217;</em>) e Fergie (<em>Beat It</em>) participaram do projeto, em uma tentativa de conquistar o público mais jovem.</p>
<p>Até aí, tudo bem. Já nos deparamos com interpretações modernas de canções da antiga. O problema é tentar dar nova roupagem a um trabalho, digamos, definitivo. Seria como relançar <em>Sargent Pepper’s</em>. É preciso muito cuidado e competência porque está em jogo um passado glorioso que pode ser arranhado por conta de alguns deslizes. O bom é ouvir a versão, reconhecer sua origem e concebê-la como um olhar diferente. Há espaço para as duas coisas.</p>
<p>Ouvindo as versões de <em>Special Edition</em>, quase não percebi a questão da releitura. Honestamente, pensei: “Meu Deus, por quê?” Gosto muito do trabalho de Kanye West e will.i.am, mas confesso que me decepcionei. Faltou criatividade e consistência. Estamos falando de <em>Billie Jean</em>!</p>
<p>Ainda estou tentando entender o que Fergie está fazendo em <em>Beat It</em>. O timbre da cantora é parecido com o de Jackson e isso causa certa estranheza a quem ouve a canção. Ela canta uma estrofe, Michael canta outra e tudo parece um karaokê no final.</p>
<p>Mas nem tudo está perdido. A participação de Akon em <em>Wanna Be Starting Something</em> é o mais próximo que se chega de uma versão bem-sucedida neste álbum. A roupagem ficou interessante e merece respeito.</p>
<p>A música que dá nome ao álbum permaneceu intacta. (Ufa!) É claro que é difícil produzir boas releituras de canções como as de <em>Thriller</em>.  Mas, se esta é a proposta, é preciso suar e fazer bem feito. Esperava mais pela importância do disco na indústria fonográfica.</p>
<p>A edição especial conta com 6 entrevistas com o produtor Quincy Jones, a versão demo do hit <em>Billie Jean</em> e <em>Carousel</em>, música que ficou de fora do disco para a entrada de <em>Human Nature</em>. O pacote também inclui um encarte de 48 páginas com letras e fotos de Michael Jackson na época do lançamento de <em>Thriller</em>, e um DVD com clipes.</p>
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		<title>Novidade</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 11:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi pessoal!
A partir deste sábado O Quarto Elemento publicará textos de colaboradores. Os posts tratarão de assuntos variados. Não deixe de conferir!  
Abraços a todos!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal!</p>
<p>A partir deste sábado <strong>O Quarto Elemento</strong> publicará textos de colaboradores. Os <em>posts</em> tratarão de assuntos variados. Não deixe de conferir! <img src='http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços a todos!</p>
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		<title>Livros do &#8216;nosso&#8217; tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 12:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu pensando cá com meus botões o quanto importante um livro pode ser para uma pessoa. No meu caso, e acredito que de muitas pessoas, não foi só um livro, mas uma coleção de livros e outros soltos, que também formaram minha paixão pelas letras.
Quem tem mais de 20 anos, com certeza, deve se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu pensando cá com meus botões o quanto importante um livro pode ser para uma pessoa. No meu caso, e acredito que de muitas pessoas, não foi só um livro, mas uma coleção de livros e outros soltos, que também formaram minha paixão pelas letras.</p>
<p>Quem tem mais de 20 anos, com certeza, deve se lembrar, mesmo que vagamente, de algo chamado ‘coleção vaga-lume’. O que era aquilo? Como diria o Américo: a coqueluche da época. Todos os professores de português e literatura passavam um, ou uns, desses livros por bimestre. Era delicioso! Ficava encantada sempre que tinha que pedir um livro novo para minha mãe. E lia e relia e fazia todos aqueles exercícios que vinham e sempre me dava bem nas provas. Depois que passavam os exames eu continuava a lê-los, assim, como quem não quer nada&#8230; e sempre adorei!</p>
<p>Acho que li a maioria. E os meus preferidos nunca foram os usuais, como encontro a maioria das pessoas falando por aí, como ‘Um cadáver ouve rádio’ ou ‘O mistério do cinco estrelas’&#8230; os meus eram mais alternativos digamos: ‘Bem-vindos ao Rio’ e ‘Os pequenos jangadeiros’. Lembro-me que quando li ‘Bem-vindos’ pela primeira vez fiquei pensando se realmente era possível existir aquele mundo&#8230; eu morava em Oswaldo Cruz e o Catete era outra cidade praticamente para mim, além do mais, nós não estávamos acostumados a ver tantos seqüestros, ainda mais planejados por crianças. E o pior, essas crianças morriam. Caraca! Elas morriam&#8230; era meio que um nó na minha cabeça. Mas, mesmo assim, eu adorava!</p>
<p>Já em ‘Os pequenos&#8230;’, a história foi diferente! Acho que foi uns dos primeiros que li, com uns nove ou dez anos&#8230; era genial! Que aventura! Cheia de perigos e encontrando alguém mais sábio para ajudá-los, sempre gostei dessa parte do sábio.. eheheheheheh!! O vício era tanto que não sosseguei enquanto não convenci meu pai a me levar para comer moquém, que é o rabo do jacaré. Pedi, pedi, pedi, pedi e consegui depois de muito esforço. Fomos na Barraca da Baiana, na Pedra de Guaratiba. Sempre íamos lá, mas nunca havíamos comido moquém. Era gostoso, mas uma carne um pouco dura e salgada. Fiquei feliz de Ter comido&#8230; mas nada que eu queira repetir.</p>
<p>Agora, o que aconteceu com esses livros? Não sei! Quando me mudei para casar, achei apenas ‘Os pequenos jangadeiros’ e ‘O Feijão e o sonho’. Mas, quase na mesma semana, fui a um sebo e comprei outros. E ao juntar meus livros com do meu marido, adivinhem com qual livro eu dei de cara? ‘Bem-vindos ao Rio’. Foi um êxtase totalllll!!! Li na mesma hora! Uma delícia. Hoje, juntando todos, tenho quase uns 10&#8230; mas ainda quero completar minha coleção!!! E você? Qual é o seu livro preferido da ‘coleção vaga-lume’?</p>
<p>Gosta de outro livro sem ser da coleção? Eu também&#8230; vou dar uma procurada e colocá-los no próximo post&#8230; mas se quiser, pode deixar a sua idéia!</p>
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		<title>Eu quero livros de papel</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 01:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
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		<category><![CDATA[Sony]]></category>
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		<description><![CDATA[Lembro-me de ler no início dos anos 90 a respeito de tecnologias que poderiam aposentar o papel dos livros no futuro. A internet se expandiu, o e-book nasceu, o Século XXI chegou e com ele as tecnologias que iriam aposentar o papel. Não vou entrar no mérito da aposentadoria dos documentos de papel, pois embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me de ler no início dos anos <st1:metricconverter productid="90 a" w:st="on">90 a</st1:metricconverter> respeito de tecnologias que poderiam aposentar o papel dos livros no futuro. A internet se expandiu, o <em>e-book</em> nasceu, o Século XXI chegou e com ele as tecnologias que iriam aposentar o papel. Não vou entrar no mérito da aposentadoria dos documentos de papel, pois embora seja tecnicamente possível, o mundo (na minha opinião) não tem maturidade para isso. E paradoxalmente aumentou o consumo após o advento da informática. Mas isso, é outra história.</p>
<p>Voltemos aos livros. A internet é um lugar perfeito para encontrar títulos difíceis e muitas vezes de graça (também não vou entrar no mérito do direito autoral). Só que ler na tela é chato demais, muito cansativo e pouco prático. Imprimir é caro, gasta e acumula muito papel e continua não tendo cara de livro. Há quem goste disso, para a sorte destas pessoas.</p>
<p>No início deste ano a Sony lançou um aparelho que resolve os problemas da impressão e da leitura na tela. O <em>Reader Digital Book</em> permite ao usuário ler livros eletrônicos em qualquer lugar, possui tela de cristal liquido e pesa apenas 250grs. Já está disponível no mercado norte-americano e custa US$ 299,99. Maiores detalhes sobre o aparelho podem ser encontrados na página da <a href="http://www.sonystyle.com/webapp/wcs/stores/servlet/CategoryDisplay?catalogId=10551&amp;storeId=10151&amp;langId=-1&amp;categoryId=16184&amp;SR=sony_search_sem&amp;SQS=sony%20reader" target="_blank">Sony.</a> O kindle da Amazon é outra opção de leitor de livros eletrônicos. Custa US$ 399 no site da empresa.</p>
<p>Novamente. Para quem gosta de novas tecnologias, e pode pagar, isso é um prato cheio. Para quem não pode, ou se recusa a pagar quase R$ 700 por um simples leitor de livros, é só esperar um pouco que em breve eles estarão baratos (quem não acredita que olhe para o exemplo do aparelho de DVD).</p>
<p>Não posso dizer que eu jamais compraria um deles, tampouco eu diria para alguém: não compre esse negócio. Eles são muito práticos. Imagine eu poder levar dezenas de livros nas viagens&#8230;</p>
<p>Tudo isso é muito legal, bonitinho, prático, leve, não ocupa espaço, não fica empoeirado etc. Mas eu pergunto: qual é a graça disso?</p>
<p>Não consigo me imaginar sem meus livros de papel. Em o cheiro de um livro novo recém comprado. A alegria do início da leitura, aquele mundo de páginas pelo qual você ainda vai atravessar. O prazer de chegar no último capítulo, na última página, na última palavra e finalmente jogar o marca páginas longe fechar e dar a ele um lugar na estante.</p>
<p>Imaginar que um dia pegarei esse exemplar na estante, sacudirei a poeira e oferecerei para meu filho, contando para ele de como foi bom ler aquela história muitos anos antes. Como aconteceu comigo ao receber o <em>Menino do Dedo </em>Verde das mãos de uma tia. Tomara que até lá ainda existam os livros de papel. Tomara que ele aprecie tanto a leitura quanto eu. E que os livros de papel ainda existam.</p>
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		<title>Feliz Ano Novo &#8230; chinês!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 13:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se pode negar a importância da China no contexto econômico mundial. Há cinco anos consecutivos, o PIB do país cresce mais de 10%. A China já figura entre as maiores economias do mundo – atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e da Alemanha – e, por isso, as atenções estão voltadas para seu mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/anochina.jpg" />Não se pode negar a importância da China no contexto econômico mundial. Há cinco anos consecutivos, o PIB do país cresce mais de 10%. A China já figura entre as maiores economias do mundo – atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e da Alemanha – e, por isso, as atenções estão voltadas para seu mercado promissor.</p>
<p>Tão rica quanto suas possibilidades de negócio é sua cultura. Este mês, comemora-se o Ano Novo chinês ou Festival da Primavera, o feriado mais importante do país. Ele começa tradicionalmente no primeiro dia do calendário lunar, adotado na China, e termina no 15o dia; conhecido como Festival da Lanterna. O ano do Rato, signo do horóscopo chinês que rege 2008, começa hoje: dia 7 de fevereiro.</p>
<p>É neste clima que publico o <em>post</em> de hoje. Abaixo, segue um pequeno resumo desta comemoração cheia tradição, simbolismo e superstição.</p>
<p>Nos dias que antecedem a celebração do Ano Novo, as famílias chinesas capricham na faxina em suas casas. Eles acreditam que isso afasta a má sorte do ano anterior e prepara seus lares para as vibrações boas do ano novo. As casas recebem decoração especial com detalhes em vermelho e <em>paper cuts</em> chineses – desenhos minuciosamente cortados em papel de seda.</p>
<p>Assim como no ocidente, é comum comprar roupas novas e dar aquela melhorada no visual. A idéia é renovar mesmo. Uma semana antes do ano novo, as decorações dos altares são retiradas, queimadas e substituídas por novas. O vermelho predomina nas roupas e nos enfeites, pois os chineses acreditam que a cor assusta os maus espíritos e a má sorte.</p>
<p>O maior evento do Ano Novo chinês é o jantar em família, no dia da virada. Um prato de peixe estará presente nas mesas das famílias chinesas. No norte da China, também é comum servir bolinhos (como almôndegas) neste jantar. Eles simbolizam riqueza porque sua forma é como a de uma pepita de ouro chinesa. Este evento é comparado à ceia de Natal no ocidente, só que com muito mais comida.</p>
<p><strong>Primeiro dia do Ano Novo<br />
</strong>O primeiro dia do ano novo é pra dar as boas vindas às divindades do céu e da terra. Muitas pessoas, especialmente os Budistas, não comem carne porque acreditam que isto os garantirá longevidade. Alguns acham que acender fogo e usar facas no dia de Ano Novo traz má sorte, então toda a comida é preparada na véspera. Este dia é reservado ainda para que as pessoas visitem os membros mais velhos de suas famílias.</p>
<p>O período de transição é marcado pela dança do leão, parte do ritual simbólico para conduzir ao Ano Novo Lunar e evitar maus espíritos. A distribuição de pacotes ou envelopes vermelhos com dinheiro também é parte da tradição. Os membros casados das famílias e os mais velhos presenteiam os mais novos com os envelopes que devem conter uma quantia ímpar, já que os valores pares são associados ao dinheiro dado em funerais. Um envelope jamais terá $4, por exemplo, porque a palavra “quatro” soa parecido com “morte” em chinês. O receio aos números pares só não vale para o número 8, já que este tem som parecido com “prosperidade” e, por isso, traz sorte, segundo a cultura chinesa. Há quem substitua o dinheiro por moedas de chocolate.</p>
<p>A passagem do ano conta ainda com uma tradicional queima de fogos. Os chineses acreditam que isto também afasta os maus espíritos do ano novo.</p>
<p><strong>Segundo dia do ano novo<br />
</strong>No segundo dia do Ano Novo chinês, as filhas casadas visitam seus parentes, pois podem não ter a oportunidade de fazer isso com freqüência. Neste dia, o povo pede proteção aos seus ancestrais e a todos os deuses. Acredita-se que o segundo dia do ano é o dia do nascimento de todos os cachorros, por isso, os chineses reforçam os cuidados com os bichinhos neste dia.</p>
<p><strong>Terceiro e quarto dias do ano novo<br />
</strong>O terceiro e o quarto dias do Ano Novo chinês são considerados inapropriados para visitas a parentes e amigos. Há quem diga que o período é propício a discussões. Há quem considere de mau agouro visitar qualquer casa neste período porque o terceiro dia do Ano Novo é destinado à visita de sepulturas e isto seria desrespeitoso com os mortos.</p>
<p><strong>Quinto dia do ano novo<br />
</strong>No norte da China, as pessoas comem Jiaózi (bolinhos de carne) na manhã do <em>Po Wu</em>. No quinto dia do Ano Novo é também o aniversário do deus chinês da prosperidade. Em Taiwan, os comércios tradicionalmente reabrem neste dia, acompanhados de fogos de artifício.</p>
<p><strong>Sétimo dia do ano novo<br />
</strong>O sétimo dia, tradicionalmente conhecido como <em>renri</em>, o aniversário do homem comum. É o dia em que todos ficam um ano mais velho. Funciona como um aniversário coletivo.<br />
Come-se salada de peixe cru, <em>yusheng</em>. As pessoas se juntam para jogar a salada colorida e pedir riqueza e prosperidade. Este é um costume primário entre os chineses do sudeste da Ásia, como Malásia e Cingapura. Para muitos budistas chineses, este é mais um dia para se evitar carne.</p>
<p><strong>Nono dia do ano novo<br />
</strong>O nono dia do Ano Novo é para os chineses oferecerem preces ao Imperador do Céu Jade, no Panteon Taoísta.</p>
<p>A data é especialmente importante para <em>Hokkiens</em> (pessoas que falam <em>Min Nan</em>). À meia-noite, eles agradecem por meio de preces ao Imperador do Céu. As ofertas incluem cana-de-açúcar, já que foi ela que os protegeu do extermínio gerações atrás. Chá é servido como parte do protocolo e sinal de respeito.</p>
<p><strong>Décimo quinto dia do ano novo<br />
</strong>O décimo quinto dia do ano novo é celebrado como <em>Yuánxiāo jié</em>, também conhecido como <em>Chap Goh Mei</em> no dialeto <em>Fujian</em>. É dia de comer os bolinhos <em>Tangyuan</em>, uma bola de arroz glutinoso e doce misturada em uma sopa. Velas são acesas fora das casas para guiar espíritos perdidos. Neste dia, comemora-se o Festival da Lanterna e as famílias andam pelas ruas carregando lanternas acesas. O evento marca o fim das festividades do Ano Novo chinês.</p>
<p>O Ano Novo Chinês tem grande influência nas comemorações de países vizinhos e povos culturalmente relacionados, como coreanos, mongóis e vietnamitas.</p>
<p>Para começar o ano novo chinês com o pé direito, seguem dicas para garantir boa sorte no ano do rato.</p>
<p><strong>Para garantir boa sorte:<br />
</strong>• Abra portas e janelas para que a boa sorte entre, literalmente;<br />
• Troque lâmpadas queimadas, pois a luz assusta os fantasmas e espíritos da má sorte;<br />
• Coma doces para que o ano seja doce;<br />
• Capriche na faxina antes do Ano Novo chegar;<br />
• Algumas pessoas acreditam que o que acontece no primeiro dia do ano é uma prévia do que vem pelo resto dele. Os asiáticos costumam fazer apostas no início do ano, na esperança de ter boa sorte e prosperidade;<br />
• Use chinelos novos, comprados antes do ano novo, porque significa pisar nas pessoas que fazem fofoca a seu respeito;<br />
• Na noite anterior ao ano novo, tome banho com folhas de pomelo para garantir saúde o ano todo.</p>
<p><strong>Evite:<br />
</strong>• Comprar pares de sapatos, pois a palavra “sapato” tem som parecido com “mau”, em mandarim;<br />
• Comprar calças, pois a palavra “calça” se parece com “amargo”, em cantonês;<br />
• Lavar o cabelo para que sua sorte não vá pelo ralo;<br />
• Varrer o chão no primeiro dia do ano para que sua sorte não vá embora;<br />
• Falar sobre morte nos primeiros dias do Ano Novo chinês;<br />
• Comprar livros, porque a palavra “livro” soa como “perder”;<br />
• Usar roupas pretas e brancas, já que preto simboliza má sorte e branco é a cor tradicional de funerais.</p>
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		<title>Mulheres com “H”</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 11:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Miguel Falabella, na zona norte do Rio de Janeiro, recebe de 10 de janeiro a 30 de março, Ensaio de Mulheres, adaptação da Cia. de Teatro Atores de Laura para o texto “L’Orchestre” de Jean Anouilh – um dos grandes nomes do teatro francês do século XX. Anouilh é autor de peças que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/ensaio.jpg" alt="" /><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">O Teatro Miguel Falabella, na zona norte do Rio de Janeiro, recebe de 10 de janeiro a 30 de março, <em>Ensaio de Mulheres</em>, adaptação da Cia. de Teatro Atores de Laura para o texto “L’Orchestre” de Jean Anouilh – um dos grandes nomes do teatro francês do século XX. Anouilh é autor de peças que mesclam o grotesco e o trágico, a sátira social e o lirismo ligado à evocação de valores ameaçados como o amor e a pureza. </span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">Dirigido por Daniel Herz, o espetáculo retrata tais aspectos com humor elegante e ácido, bem distribuído entre as representações de estereótipos femininos, interpretados por homens. É a primeira montagem da Atores de Laura com participação apenas dos homens da companhia, do processo de criação à formação de elenco. </span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">Foram seis meses de profunda investigação do universo feminino. A partir das reflexões, surgiram a histérica, a virgem, a casada e a amante – todas violinistas de uma pequena orquestra de café-concerto decadente. Em cada uma há um certo grau de frustração, revelado no texto e ressaltado na impressão dos atores durante o processo de construção de seus personagens. </span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">Há momentos diferentes. A transição entre eles é perfeitamente compreensível graças ao trabalho do light designer Aurélio de Simoni. Funciona como uma observação, um parêntese, no meio do texto. Cenas desmontam diante da voz grave do ator narrando sua experiência. O universo feminino é, então, apresentado através da ótica masculina.</span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">A desconstrução também é retratada no cenário de Ronald Teixeira – composto por gaiolas a aprisionar bonecas inofensivas que insistem em transcender os limites de suas grades – e no figurino de Marcelo Marques – formado por vestidos de época esfarrapados. </span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">No palco, Anderson Mello, Charles Fricks, Felipe Mônaco, Leandro Castilho, Luiz André Alvim e Paulo Hamilton dão vida às crônicas caricatas das violinistas. Marcio Fonseca interpreta o único papel masculino. Sua figura contrasta bastante com o porte das “senhoras”.</span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma">Formada em 1993,  a Atores de Laura dirige o Teatro Miguel Falabella desde 2000 e, assim, vem desenvolvendo um projeto de formação de público na Zona Norte do Rio.<em> Ensaio de Mulheres</em> é capaz de agradar públicos variados. É uma boa opção para quem quer fazer um programa de qualidade sem gastar muito por isso.<strong> Assista a um trecho de  <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WjChgoQGTnE" target="_blank">Ensaio de Mulheres</a></em></strong><br />
</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma"> </span></strong></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma">Ensaio de Mulheres</span></em> <span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma"><br />
Teatro Miguel Falabella<br />
Av. Dom Helder Câmara , 5474 – Cachambi<br />
Tels: 2597-4452 / 2595-8245<br />
De 10 de janeiro a 30 de março<br />
De quinta a sábado às 21h e domingo às 20h<br />
Classificação: 12 anos</span></p>
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