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	<title>O Quarto Elemento &#187; Culinária &amp; Restaurantes</title>
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		<title>Comidinhas &#8211; Pamonha</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 16:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa


Você gosta de pamonha? Eu, apesar de ser um pamonha, nunca comi uma, até a manhã de hoje. Acabei perdendo a virgindade com uma congelada. Pois é, a pamonha entrou para o hall das comidas congeladas, mas a gente come quente. O fato de ela ser produzida por um frigorífico especializado em frangos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por Leonardo Costa</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00278.JPG"><img class="alignleft size-full wp-image-1007" style="margin: 0px 10px;" title="Pamonha" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00278.JPG" alt="Pamonha" width="200" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Você gosta de pamonha? Eu, apesar de ser um pamonha, nunca comi uma, até a manhã de hoje. Acabei perdendo a virgindade com uma congelada. Pois é, a pamonha entrou para o hall das comidas congeladas, mas a gente come quente. O fato de ela ser produzida por um frigorífico especializado em frangos não me inspirou confiança. Mas como a curiosidade foi mais forte que a desconfiança comprei.</p>
<p style="text-align: left;">Encontrei a iguariacongelada em um mercadinho perto de casa. Elas custavam R$ 1,69 e estavam disponíveis nas versões salgada e doce (receita do sucesso, veja exemplo do biscoito Globo que só existe nos sabores sal e doce). Reparei que ela também é vendida como “pamonha de goiana”, o porque eu sinceramente não sei, nem tive paciência de perguntar ao <a title="Oráculo" href="http://www.google.com.br" target="_blank">oráculo</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Acho que podemos classificar a pamonha entre as <em>confort foods</em> (frescura de estrangeiro para definir aqueles pratos que a gente come no aconchego do lar, sozinho ou acompanhado), bem, elevada agora a comida de elite, afinal <em>confort food</em> é chique, aproveitei uma fria manhã de terça-feira para testar. Que por um mero acaso também é dia primeiro de junho, mês típico para comer pamonha. Agora chega de enrolação e vamos ao que interessa.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00269.JPG"><img style="margin: 5px 10px; border: 0pt none;" title="Pamonha  congelada " src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00269.JPG" alt="Pamonha congelada " width="150" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pamonha salgada ainda na embalagem.</p></div>
<p style="text-align: left;">A aparência da embalagem não ajuda. E o conteúdo não é muito melhor, parece um bloco de plástico (como todo congelado, convenhamos). Cinco minutos no microondas em potência máxima resolvem o problema da aparência. A casa inteira estava empesteada com um cheiro estranho de milho (espero que a empregada consiga resolver o problema do cheiro). Da para fazer na água quente, leva 10 minutos, mas qal é a graça de usar gás quando se pode usar radiação?</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 210px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00270.JPG"><img style="margin: 10px; border: 0pt none;" title="Pamonha congelada" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00270.JPG" alt="Pamonha congelada" width="200" height="150" /></a>Pronta para entrar no microondas. Repare na aparência de plástico. E sim, é mesmo um elástico de borracha.</dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1010" class="wp-caption alignnone" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00274.JPG"><img class="size-full wp-image-1010 " style="border: 0pt none; margin: 10px;" title="No microondas" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00274.JPG" alt="No microondas" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Saindo do microondas, repare como a aparência melhorou. Já se parece com algo comestível.</p></div>
<p style="text-align: left;">Pronta e desembrulhada. Bem coragem de provar. Quente, macia, sabor de milho verde salgado. De fato a pamonha pura é sem graça. Com algum tempero fica melhor. Com molho de alho e Tabasco ficou ótimo. Não tenho como comparar com uma pamonha “de verdade” porque nunca comi uma. Então quem já conhecer as duas pode ficar a vontade para escrever um comentário comparativo.</p>
<div id="attachment_1008" class="wp-caption alignnone" style="width: 210px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00279.JPG"><img class="size-full wp-image-1008 " style="margin: 10px;" title="Pamonha quentinha" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/DSC00279.JPG" alt="Pamonha quentinha" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Embora não traga o aviso &quot;cuidado ao abrir, conteúdo quente&quot;, tome cuidado ao tirar as cascas.</p></div>
<p style="text-align: left;">É pratica, pode ser preparada a qualquer hora, como todo alimento congelado. É a chance de comer pamonha sem o vendedor chato acordando você sábado de manhã.</p>
<p style="text-align: left;">Mas como pamonha sem o cara gritando PAMONHAAAAAAAAA no teu ouvido às seis da manhã de sábado é como beijo sem língua, você pode baixar o áudio do vendedor de pamonha no link abaixo para criar o clima ideal.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/imagens/vendedor_de_pamonhas.mp3">Vendedor  de pamonhas.mp3</a></p>
<p style="text-align: left;">Ps.: esse arquivo de audio eu peguei no You Tube</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Já é Natal &#8211; Panetone</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 15:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa
O que seria do Natal sem o Panetone. O bolo de origem italiana e recheado com muitas frutas cristalizadas  é presença garantida nas festas natalinas.
Como tudo nesse mundo, ele foi &#8220;modernizado&#8221; para se adaptar aos paladares das pessoas frescas que não gostam de frutas cristalizadas (eu me incluo nesse grupo). Então primeiro surgiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Leonardo Costa</em></p>
<p>O que seria do Natal sem o Panetone. O bolo de origem italiana e recheado com muitas frutas cristalizadas  é presença garantida nas festas natalinas.</p>
<p>Como tudo nesse mundo, ele foi &#8220;modernizado&#8221; para se adaptar aos paladares das pessoas frescas que não gostam de frutas cristalizadas (eu me incluo nesse grupo). Então primeiro surgiu o panetone de chocolate, esse ainda tinha passas, depois o de chocolate sem passas, só de passas, além das versões <em>maxi</em> com mais recheio de chocolate. Daqui a pouco vão inventar um panetone sem massa, só com os recheios, para agradar quem não gosta da massa.</p>
<p>Lembro da minha felicidade quando vi pela primeira vez um de chocolate no supermercado ainda na década de 80. Lembro também como torrei a paciência de todos porque queria aquele, sem as horríveis frutas dentro. Reclamavam que a tal novidade custava caro, mas acabaram cedendo e compraram um.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-752" title="panetone_bauduco" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2009/12/panetone_bauduco-150x150.jpg" alt="panetone_bauduco" width="150" height="150" /></strong></p>
<p><strong>Bauduco Tradicional:</strong><br />
É encontrado nos tamanhos 80b, 500g, 750 e 4kg. A massa é leve, bem aerada e de sabor agradável. Dos tradicionais é o que tem a melhor massa, meu favorito (apesar das frutas cristalizadas). Nota 8,5 (afinal não gosto das frutas).</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-754" title="Chocotone_bauduco" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2009/12/Chocotone_bauduco-150x150.jpg" alt="Chocotone_bauduco" width="150" height="150" /></strong></p>
<p><strong>Bauduco Chocottone original:</strong><br />
A massa é idêntica ao panetone tradicional, porém com gotas de chocolate no lugar das frutas. Nota 8.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-753" title="panetone_chocotonemaxi" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2009/12/panetone_chocotonemaxi-150x150.jpg" alt="panetone_chocotonemaxi" width="150" height="150" /></strong></p>
<p><strong>Chocottone Maxi, Top e Mousse:</strong><br />
Acredito que são feitos para agradar crianças e pessoas que não acham graça no tradicional. O Maxi tem mais recheio de chocolate que o chocottone tradicional. Já o Top é coberto com chocolate, o recheio e a massa são iguais. O Mousse é estranho, mais parece um bolo de chocolate com recheio cremoso. O melhor dos três é o Top. Nota 8</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-755" title="panetone_light" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2009/12/panetone_light-150x150.jpg" alt="panetone_light" width="150" height="150" /></strong></p>
<p><strong>Panetone Light:</strong><br />
Mais um da Bauduco. Vi pela primeira vez agora em 2009. Até então eu nunca havia visto nenhum panetone industrializado sem adição de açúcar. É vendido na versão tradicional e Chocottone. A embalagem não traz o selo de produto seguro para diabéticos. Mas lendo os ingredientes vi que ele é feito sem adição de açúcar. Esse fica sem nota porque não tive a chance de provar.</p>
<p><strong>Panetone Guanabara:</strong><br />
A oposição pode falar que é feio, ruim e de pobre. Pura intriga. Dos panetones de supermercado é o que mais gosto. É só ficar atento a data de fabricação, se ele estiver bem fresco, não estará com &#8220;aroma de prateleira&#8221;. Tem almoço de Natal na casa da sogra e te mandaram levar a sobremesa? Não perca tempo e dinheiro. Compre uns dois ou três e seja feliz. Nota 7,0 (relação custo x benefício).</p>
<p>Dica: se você ficar envergonhado retire da embalagem original. Você pode colocar ele dentro da caixa de um de marca ou falar que é artesanal. Outra opção é jogar alguma cobertura em cima.</p>
<p><strong>Extra:<br />
</strong>Mais um de supermercado, tem aroma e sabor agradaveis. Parece um pouco com o Guanabara. Nota 6.5.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-756" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="panetone_cacaushow" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2009/12/panetone_cacaushow-150x150.jpg" alt="panetone_cacaushow" width="150" height="150" />Cacau Show:</strong><br />
Esse costuma evaporar das lojas. Tem que comprar em novembro.  Sem frutas, recheado apenas com um creme de trufas (o mesmo que recheia os bombons da loja) e coberto de chocolate ao leite. De fato é obsceno, impossível não perder a linha. Pena que custe R$ 36,00 cada bolo de 750g. Este ano a rede lançou novos sabores, não experiementei nenhuma, falo pelo original. Nota 10 <em>editor&#8217;s choice.</em></p>
<p><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-757" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="panetones_nestle" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2009/12/panetones_nestle-150x150.jpg" alt="panetones_nestle" width="150" height="150" />Nestlé</strong><em>:<br />
</em>A mania de fazer versões dos chocolates em barra chegou aos panetones. Esse fenômeno ocorreu primeiro com os bombons, ovos de Páscoa e sorvetes.  Já vi o de Leite Moça e o Prestígio. Lembro que em 2008 tinha o Alpino. Nunca provei. Mas fiquei curioso.</p>
<p>O panetone é bom sozinho ou acompanhado de sorvete, chantili e outras coberturas. Torrado no café da manhã, lanche etc.</p>
<p>Felizmente temos panetones o ano inteiro graças aos supermercados.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lugares legais e nem tão baratinhos para almoçar no centro &#8211; Damasco</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 05:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[árabe]]></category>
		<category><![CDATA[arroz de lentilha]]></category>
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		<description><![CDATA[Cansado dos quilos, aproveitei a recarga do vale refeição para tirar onda de patrão, minha companheira de blog foi junto. Para melhorar ela ainda levou o estagiário da empresa dela. O lugar escolhido foi o restaurante especializado em culinária árabe Damasco.
O tempo para o almoço era curto (o restaurante era de patrão, mas não podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Cansado dos quilos, aproveitei a recarga do vale refeição para tirar onda de patrão, minha companheira de <em>blog</em> foi junto. Para melhorar ela ainda levou o estagiário da empresa dela. O lugar escolhido foi o restaurante especializado em culinária árabe Damasco.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">O tempo para o almoço era curto (o restaurante era de patrão, mas não podemos esquecer que só estávamos tirando onde de patrão) e a fome monstruosa (a minha, ela não come, e o estagiário faz o que a gente manda). Então para poupar tempo e dinheiro recusamos o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Homus</em> oferecido como entrada e partimos direto para o prato principal. Dividimos um arroz de lentilhas com cebola frita, R$ 14,00, e cada um de nós comeu um acompanhamento diferente. Fiquei com o quibe de forno, R$ 9,00, Ela escolheu uma <em style="mso-bidi-font-style: normal;">kafta</em>, R$ 7,00, para o estagiário sobrou o quibe frito, R$ 4,00 cada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Agora você leitor deve estar se perguntando por que diabos para o estagiário sobrou o quibe frito? Simples. Ambos pedimos quibe de forno, como a casa só tinha uma unidade eu fiquei com ele por ter escolhido antes. Mas não se preocupe, o quibe frito estava ótimo, segundo nosso nobre amigo estagiário.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Para a sobremesa dividimos um doce árabe, um tipo de mil folhas, feito com mel e amêndoas picadas. Doce de doer. O nome da guloseima eu esqueci, mas é só pedir para o garçom o doce árabe com amêndoas picadas e mel, não tem erro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">O ambiente é agradável, principalmente o segundo andar, onde ficamos, e o atendimento é bom. Os preços são elevados para quem tem vale refeição abaixo de R$ 20,00. Quem gosta de comida árabe não deve deixar de fazer uma visita. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">E lembre-se, leve seu estagiário (ou estagiária) para tornar o almoço mais divertido. Não tem estagiário? Procure em volta, com certeza algum colega mais afortunado possui um e poderá emprestá-lo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">O Damasco fica na Rua do Rosário, 148, Centro. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"> </span><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Glossário:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Homus</span></em></strong><em><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">:</span></em><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"> uma espécie de patê feito basicamente com grão de bico e pasta de gergelim e temperado com cebola e cebolinha. Come-se com pão árabe (um treco redondo, bem fino).<br />
</span><strong><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Kafta</span></em></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">: ta aí uma comida de duplo sentido. É aquele tipo de coisa que você vê e pensa diversas besteiras diferentes. É feita com carne e grelhada.<br />
<strong>Quibe</strong>: não saber o que é quibe é dose (para não falar um palavrão). Se este é seu caso sugiro que se mate e aguarde a reencarnação.<br />
<strong>Gergelim</strong>: sabe aquelas sementinhas que vêm em cima do Big Mac? Pois é, aquilo é o tal gergelim. Tem até uma música do Mamonas Assassinas que fala dele: <em>&#8220;Comi uns bicho estranho com um tal de gergelim&#8230;&#8221;,</em> esqueci o nome e tô com preguiça de olhar no CD.<br />
<strong>Damasco</strong>: tá é o nome do restaurante dãããã&#8230; É aquela fruta seca cor de laranja que a gente come no natal e em algumas tortas chiques. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"></em></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lugares legais e nem tão baratinhos para almoçar no centro &#8211; Restaurante Paço Imperial</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[almoço]]></category>
		<category><![CDATA[churrasco]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[dourado]]></category>
		<category><![CDATA[paço imperial]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro de março]]></category>
		<category><![CDATA[refeição]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[salmão]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje darei continuidade a série Lugares legais para comer no Centro. Sempre gastando pouco é claro. O restaurante de hoje é o Paço Imperial.
Entre meus pratos favoritos, que você não pode deixar de provar, estão o salmão ao molho de maracujá, o dourado assado e a panqueca de carne seca, além dos pasteis de queijo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float: left; border: 1px solid black; margin: 10px;" src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/pacoimperial.jpg" alt="" width="198" height="148" /></p>
<p>Hoje darei continuidade a série Lugares legais para comer no Centro. Sempre gastando pouco é claro. O restaurante de hoje é o Paço Imperial.</p>
<p>Entre meus pratos favoritos, que você não pode deixar de provar, estão o salmão ao molho de maracujá, o dourado assado e a panqueca de carne seca, além dos pasteis de queijo e do rolinho de camarão, que em minha opinião é o melhor petisco do restaurante. A casa oferece também churrasco feito na brasa todos os dias. Há também uma boa variedade de saladas e para a sobremesas pelo menos três variedades de frutas estão disponíveis. Tudo isso custa o preço único de R$ 2,49 para cada 100g.  Razoável para quem não come muito. Fui lá com minha companheira de <em>blog</em>, a Ana Carolina, ela gastou apenas R$ 5,00 pela refeição completa (almoço e um mate <em>diet</em>).</p>
<p>Pessoas normais comem bem com R$ 10,00. A comida é bem legal e o churrasco melhor do que muita churrascaria por aí. Limpeza e atendimento também são bons.</p>
<p>Hoje,sexta-feira, é dia de feijoada e quem está trabalhando pode aproveitar.</p>
<p>O Restaurante Paço Imperial, fica na Rua 1º de Março,19, Centro do Rio, pertinho do Paço Imperial e funciona de segunda a sexta das 11às 16h.</p>
<p>OBS.: talvez eu convide um collaborador para o blog que escreva a respeito de lugares bem baratos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rodízio de pizza</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 02:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
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		<description><![CDATA[Último dia do feriadão (04/05/2008). O que fazer nesse domingo deprimente só pelo simples fato de ser véspera da segunda-feira? Eu e minha esposa resolvemos por um rápido passeio no shopping, comprar algumas coisas para o bebê, e um rodízio de pizza na Parmê. Fomos ao Norte Shopping, já que não havíamos provado o rodízio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Último dia do feriadão (04/05/2008). O que fazer nesse domingo deprimente só pelo simples fato de ser véspera da segunda-feira? Eu e minha esposa resolvemos por um rápido passeio no shopping, comprar algumas coisas para o bebê, e um rodízio de pizza na Parmê. Fomos ao Norte Shopping, já que não havíamos provado o rodízio de lá.</p>
<p class="MsoNormal">As bebidas estão incluídas no preço. Basta o cliente levantar e se servir de refrigerantes, água, mate e suco. Da para repetir e trocar a bebida quantas vezes quiser. Outras filiais da rede oferecem a bebida no rodízio, porém somente Coca-cola e guaraná. Mas como rodízio de pizza não é feito só de líquidos, vamos ao que importa.</p>
<p class="MsoNormal">As pizzas. Para que não conhece a da Parmê vamos a uma breve descrição. A massa é grossa, bem fofa e macia, possuem cobertura geralmente generosa com uma boa camada de queijo e molho suave.</p>
<p class="MsoNormal">O problema é que eu escolhi um mau dia para experimentar: domingo + início de mês + vitória do flamengo = restaurante LOTADO. Quando cheguei não havia nenhum copo disponível (depois resolveram isso e não faltou mais). A variedade de sabores estava razoável, mas pelo preço (R$ 21,90 por pessoa) poderia ser maior. Muitas repetições das pizzas com Catupiry e frango.</p>
<p class="MsoNormal">Apesar da demora das salgadas e da pouca variedade elas ainda tinham a qualidade das pizzas da casa. O problema foi quando passamos para as doces. A de banana estava com excesso de queijo, muito salgada, com partes queimadas e o açúcar sem derreter. Com certeza a pior pizza de banana que já comi. A de chocolate com coco estava com uma quantidade ridícula de coco, a graça dela é o coco molhadinho fazendo contraste com o chocolate. A de chocolate branco não estava com ele derretido e as de chocolate preto mais pareciam uma calda de chocolate açucarada.</p>
<p class="MsoNormal">Continuo preferindo a Parmê do Méier e até mesmo a de Vila Isabel (são as duas que mais freqüento). Com certeza farei uma nova visita em um horário de menor movimento e de preferência com menos flamenguistas na rua.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
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		<title>Onde está minha banana?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 03:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[banana frita]]></category>
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		<description><![CDATA[É difícil imaginar como uma simples banana pode estragar um almoço de domingo que estava quase perfeito. Acontece. E aconteceu comigo no último domingo (06/04/08).
Eu e minha esposa resolvemos ir a uma tradicional churrascaria no Norte Shopping para comemorar, com um dia de atraso, nosso quinto aniversário de casamento. O local, até este dia, era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil imaginar como uma simples banana pode estragar um almoço de domingo que estava quase perfeito. Acontece. E aconteceu comigo no último domingo (06/04/08).</p>
<p>Eu e minha esposa resolvemos ir a uma tradicional churrascaria no Norte Shopping para comemorar, com um dia de atraso, nosso quinto aniversário de casamento. O local, até este dia, era um dos nossos restaurantes favoritos. Ao contrário do usual fomos durante a tarde.</p>
<p>Estava lotado, com fila na entrada. R$ 45 por pessoa, R$ 14 mais caro que o preço do jantar. Fazer o que? Eles cobram, paga quem quer. Resolvemos pagar. Refrigerante em lata R$ 3,90, água mineral garrafa pequena (menos de meio litro) R$ 3,40! Mas a comida valia a pena, das carnes ao sashimi de salmão. Pedimos então a tradicional banana frita. Começaram aí os desencontros entre a equipe do restaurante.</p>
<p>Primeiro o garçom que servia nossa mesa disse que &#8220;estavam fazendo a banana&#8221;. Quase 20 minutos depois aparece outro e diz que a casa estava sem banana. Ficou olhando para nossa cara sem sequer oferecer outra sobremesa. Limitando-se a perguntar se queria-mos mais alguma coisa. Pedi a conta. Ele entregou uma que estava na mão dele. Errada, é claro, e com bufê de sobremesas incluído nela&#8230;</p>
<p>Chamei um dos chefes de salão e pedi para trocar a conta pois aquela estava errada. Nesse meio tempo aparece o primeiro garçom e se desculpa pela falta de banana mas que eles estavam tentando dar um jeitinho. Falamos que não precisava, pagamos a conta, R$ 115, e nos levantamos.</p>
<p>No caminho para a saída, o que eu vejo? Um daqueles carrinhos de sobremesas, com um tremendo cacho de banana em cima e um garçom preparando banana flambada. Fiquei pensando no que pessoas mais estressadas fariam nesse momento, porque nós continuamos andando e fomos embora nos sentindo tolos.</p>
<p>Nas próximas vezes pensarei muito antes de voltar lá novamente.</p>
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		<title>Lugares legais e nem tão baratinhos para almoçar no centro &#8211;  Casa Cavé</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 02:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[almoço]]></category>
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		<description><![CDATA[Como prometido, hoje darei segmento a lista com bons lugares para se almoçar no intervalo de trabalho. Começarei a lista pelo local onde almocei na última sexta (28/03/08), a Casa Cave.
 Visto de fora o local não impressiona. Quem não conhece pensa que é apenas uma simples e pequena confeitaria. Quem entra e anda até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Como prometido, hoje darei segmento a lista com bons lugares para se almoçar no intervalo de trabalho. Começarei a lista pelo local onde almocei na última sexta (28/03/08), a Casa Cave.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>Visto de fora o local não impressiona. Quem não conhece pensa que é apenas uma simples e pequena confeitaria. Quem entra e anda até o fundo da loja se depara com uma charmosa e aconchegante sala de chá. O cardápio de refeições é pequeno, afinal a Cave não é um restaurante, existem duas ou três opções diferentes. Optei pelo prato de salada de maionese com frango empanado, R$ 7,50, acrescido de arroz por mais R$ 1,10. O frango pode ser trocado por peito de peru ou peixe.<span>  </span>O prato, apesar de simples, estava delicioso tinha sabor de comida caseira.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>Como já disse o local é uma confeitaria. Muito antiga, deve ter uns 100 anos. Então o objetivo principal de uma ida até lá é só um: comer doce! Portanto a refeição é só a entrada. Assim que terminamos, eu estava acompanhado de uma amiga, pedimos o cardápio novamente para escolher as sobremesas. E esse, posso garantir, tem tanta opção que fica difícil escolher.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>Os preços dos doces varia entre R$ 3,00 e R$ 4,40. Escolhi um croissant de chocolate que dispensa apresentações, descrições e comentários além da informação de que trata-se de um doce grande. Já minha companhia de almoço ficou com um “Brisa”, um mil folhas com creme de ovos. Igualmente delicioso.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>Saímos de lá nos sentido culpados por tamanha ingestão de doces, e olha que foi apenas um doce para cada, atrasados para voltar ao trabalho e com a promessa de um retorno em breve para provar as outras iguarias do cardápio.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>Não é um dos lugares mais baratos para almoçar, mas com cerca de R$ 20,00 da para fazer uma refeição completa (com sobremesa claro). Vale a pena pelo passeio histórico e para descansar dos restaurantes lotados, quentes, barulhentos e muitas vezes sujos do Centro do Rio.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>A Casa Cave fica na Rua Sete de Setembro, 133. Aceita cartões de débito, crédito e vales refeição.</p>
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		<title>&#8220;Conheço um lugar baratinho e a comida é ótima!&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 02:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[almoço]]></category>
		<category><![CDATA[centro rio de janeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A hora do almoço. Momento de tirar a marmiquente do armário, deixar esquentando por meia-hora e depois apreciar a deliciosa refeição caseira, preparada com todo o carinho pela amorosa esposa, jogando conversa fora com os colegas do trabalho. Sua realidade não é  essa? Então vamos a outra.
A hora do almoço. Momento de tirar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/marmita.jpg" align="left" border="0" height="167" hspace="10" vspace="10" width="82" />A hora do almoço. Momento de tirar a marmiquente do armário, deixar esquentando por meia-hora e depois apreciar a deliciosa refeição caseira, preparada com todo o carinho pela amorosa esposa, jogando conversa fora com os colegas do trabalho. Sua realidade não é  essa? Então vamos a outra.</p>
<p>A hora do almoço. Momento de tirar o pote de comida da geladeira, colocar no microondas e comer na copa do escritório. Não vou repetir tudo a respeito da esposa, pode ser a mãe também. Ainda não é essa sua realidade? Vamos tentar mais uma.</p>
<p>A hora do almoço. Você pega o potinho de salada, sem molho e sem torradinhas, na geladeira e come gelado mesmo, acompanhado de um delicioso suco de berinjela. Sem a conversa alegre com os colegas, afinal o almoço é um momento que te deixa de mau humor.  Mas podem existir outras realidades. Vou sintetizar tudo em uma.</p>
<p>Hora do almoço, sua marmita estragou, a salada vazou, alguém roubou sua lasanha ou pior você esqueceu em casa! Nessa hora sempre chega um amigo ou colega dizendo: &#8220;Conheço um lugar baratinho e a comida é ótima!&#8221;. Você acompanha o sujeito e descobre: que o lugar não é tão barato assim e a comida nem é tão boa.</p>
<p>Para evitar que você leitor, principalmente se  for daqueles que, assim como eu, não tem como levar a fiel marmita, caia em furadas na hora do almoço no meu próximo post publicarei uma lista com os restaurantes que já visitei no Centro do Rio, Barrashopping, Downtown e Norteshopping. Tudo com o ponto de vista de quem está fazendo a refeição do intervalo do trabalho e na medida do ticket.  Quem tiver algo a comentar sobre algum restaurante ou experiencia (desagradavel ou boa na hora do almoço) é só me mandar mensagem.</p>
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		<title>Bar do Manolo</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 00:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[aipim]]></category>
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		<category><![CDATA[camarão]]></category>
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		<category><![CDATA[rua do rio]]></category>
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		<description><![CDATA[Sábado passado fui ao Bar do Manolo, fica no shopping Nova América, para comemorar o aniversário de uma velha amiga. Como não bebo bebida alcoólica sempre fico como um peixe fora d’água nestes lugares. Geralmente com poucas e caras opções de comida. Fui somente por consideração, afinal não poderia deixar de ir a festa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><o:p></o:p>Sábado passado fui ao Bar do Manolo, fica no shopping Nova América, para comemorar o aniversário de uma velha amiga. Como não bebo bebida alcoólica sempre fico como um peixe fora d’água nestes lugares. Geralmente com poucas e caras opções de comida. Fui somente por consideração, afinal não poderia deixar de ir a festa de aniversário dela.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p></o:p>Logo na chegada a visão do inferno: diversos bares, todos lotados, com garçons chatos perguntando se você quer mesa (é, lugares de grande concorrência são assim, pegam o cliente no laço), barulho, muito barulho, aquela massa de vozes inteligíveis. Encontrei nosso grupo, nos acomodamos e bateu a fome. Tomei coragem e peguei o cardápio.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p></o:p>A primeira boa surpresa aconteceu. Havia diversas opções de comida de bar e os preços eram bem razoáveis. Eu e minha esposa dividimos uma porção de carne seca desfiada, com aipim gratinada com mussarela e parmesão (R$ 29,50). O prato parecia uma lasanha. O aipim ia por baixo, coberto pela carne e o queijo fechava. Muito saborosa e não estava exageradamente salgada.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p></o:p>Depois partimos para os pasteis (R$ <st1:metricconverter productid="8,00 a" w:st="on">8,00 a</st1:metricconverter> porção com 6). Pedi os meus de camarão, da para resumir em uma palavra: excelentes. Minha esposa provou os de carne. Como eu detesto pastel de carne nem quis provar. Segundo ela, apesar de bons, estavam com o recheio um pouco seco e, pecado mortal, não tinham azeitona dentro.</p>
<p>A única dificuldade foi conseguir as bebidas, o garçom sempre se enrolava, esquecia de trazer, demorava. Para conseguir um simples suco ou refrigerante era preciso pedir no mínimo duas vezes, mas nada que tenha comprometido a noite! O local é uma boa opção para reunir os amigos ou fazer uma pequena refeição no intervalo das compras.</p>
<p class="MsoNormal"> <o:p> </o:p>O Bar do Manolo fica na Rua do Rio, no Shopping Nova América.</p>
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		<title>Nada de comida hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 02:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária & Restaurantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, dia do meu post sobre culinária e assuntos afins dos comestíveis. Só que hoje não vou escrever a respeito do tema, pois nada relativo à comida hoje me agradou. O almoço, por exemplo, foi bem ruim, a sobremesa também (nem vou citar os lugares).
E para fechar a noite gastei todo o meu tempo instalando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, dia do meu post sobre culinária e assuntos afins dos comestíveis. Só que hoje não vou escrever a respeito do tema, pois nada relativo à comida hoje me agradou. O almoço, por exemplo, foi bem ruim, a sobremesa também (nem vou citar os lugares).</p>
<p>E para fechar a noite gastei todo o meu tempo instalando meu novo ventilador de teto no quarto de dormir. Instalação feita a luz de vela, já que para evitar acidentes desliguei a chave geral e o AP ficou no escuro.</p>
<p>Não gosto de ventiladores de teto. Sempre fica a impressão de que essas coisas vão despencar e cortar minha cabeça, além de tragédias maiores com sangue jorrando e se espalhando bem ao estilo Kill Bill. Uso esse negócio porque não posso arcar com a despesa de um condicionador de ar o tempo inteiro, feliz de quem mora em apartamento com ar central. No fim, fora um alicate que caiu na minha cabeça, tudo deu certo: não caiu, não saiu voando, não pegou fogo, não se partiu em milhares de pedaços de plástico.</p>
<p>A figura que aparece nas fotos é um amigo que ajudou na instalação.</p>
<p><img src="/imagens/ventilador1.jpg" align="left" border="0" height="333" hspace="5" vspace="5" width="250" /></p>
<p>Ligando o espelho com os controles.<br />
<img src="/imagens/ventilador2.jpg" align="left" border="0" height="333" hspace="5" vspace="5" width="250" /></p>
<p>Colocando as lâmpadas, só neste momento reparamos no detalhe das pás da hélice. Elas deram trabalho. Esse modelo lembra um kit da Revell, todo de plástico.</p>
<p><img src="/imagens/ventilador3.jpg" border="0" height="188" hspace="5" vspace="5" width="250" /></p>
<p>Meu &#8220;refrescador de cuca&#8221; montado e funcionando.</p>
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