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	<title>O Quarto Elemento &#187; Cinema</title>
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	<description>Ouça o que o quarto elemento tem a dizer</description>
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		<title>Resenha: Anjos e demônios (Livro e filme)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 20:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Érika dos Anjos
Quando li O Código Da Vinci, me perguntei centenas de vezes o motivo de tamanha festa em cima do livro. Pois, na minha opinião, apesar de ter uma boa história, tem uma escrita muitíssimo fraca. Pensei que nunca mais leria nada de Dan brown, porém, perto do lançamento do filme, resolvi me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Érika dos Anjos</p>
<p><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/anjos.jpg"><img class="alignright" title="Anjos e demônios" src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/anjos.jpg" alt="" width="160" height="212" /></a>Quando li O Código Da Vinci, me perguntei centenas de vezes o motivo de tamanha festa em cima do livro. Pois, na minha opinião, apesar de ter uma boa história, tem uma escrita muitíssimo fraca. Pensei que nunca mais leria nada de Dan brown, porém, perto do lançamento do filme, resolvi me aventurar com Robert Langdom mais uma vez, mesmo esperando ser o mesmo fracasso do outro. No entanto, Anjos e demôminos me surpreendeu positivamente.<br />
Apesar de ainda não ser um livro excelente ou que mereça tamanha devoção, é mais bem escrito do que o Código e possui uma história mais redonda, com menos furos do que a outra. E nisso tudo, o que mais me surpreende é que Anjos e demônios foi escrito antes do Código, o que pressume-se deveria ser a iniciação acabou se transformando em algo superior.<br />
Nesta primeira empreitada de Robert Langdom, o autor procura esmiuçar demair o caráter e a genialidade do seu professor de Harvard, pecando no excesso de detalhes de sua vida acadêmica. Ao mesmo tempo, ele coloca em Vittoria Vetra características que a deixam beirando a &#8216;mulher perfeita&#8217;, receita que repetiria com a criptógrafa de Código. Os demais personagens são bem estereotipados: &#8216;o grande cientista&#8217;, &#8216;aquele dividido entre a ciência e a religião&#8217;, &#8216;o provável traíra&#8217;, &#8216;o louco que faz tudo&#8217; etc.<br />
Quanto a história em si, há algo de possível no início e até mesmo fácil de acontecer, pois a religião ainda é uma fonte riquíssima de questionamentos, porém, no desenrolar dos fatos, qualquer vestígio de possível verdade é jogado no ralo com cenas inacreditáveis e situações bizarras.<br />
No frigir do ovos, o Vaticano acaba fortalecido e o autor deixa no ar aquela coisa de &#8216;é melhor que a humanidade continue acreditando em Deus&#8217;. Ao mesmo tempo, ele deixa na cabeça de algumas pessoas que adoram confundir realidade com ficção (vide o fenômeno do Código) a sensação de que Bento XVI pode cair com a língua negra a qualquer momento&#8230;</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<ul>
<li>Livro: Anjos e demônios</li>
<li>Autor: Dan Brown</li>
<li>Editora: Sextante</li>
<li>Nº de páginas: 465</li>
<li>ISBN: 8575421468</li>
<li>Sinopse: Antes de decifrar ´O Código Da Vinci´, Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima &#8211; um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo &#8211; é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos.</li>
</ul>
<p><strong><em>Anjos e demônios, o filme</em></strong></p>
<p><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/anjos2.jpg"><img class="alignright" title="Tom Hanks e Ewan MacGregor estão no longa" src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/anjos2.jpg" alt="" width="309" height="208" /></a>Tendo me surpreendido positivamente com o livro, fui de coração aberto ver a segunda aventura de Robert Langdon nos cinemas. E só tenho uma coisa a dizer: sofrível! Sempre sou muita atenta às nuances necessárias para se transformar uma obra literária em roteiro de cinema e acredito que muitas vezes são importantes as grande mudanças. No entanto, o que foi feito com a história original do livro foi uma mutilação sem precedentes! Uma coisa abusrda!<br />
Pode-se dizer, sem parecer exagero, que o filme foi levemente inspirado no livro, pois mais de 50% das situações foram modificadas e sumariamente descartadas. Há certas coisas que são quase impossível de se entender, começando pela mudança do nome dos personagens. Alguém pode me explicar porque Leonardo Vetra virou Salviano? Ou porque o carmelengo Carlo Ventresca se transformou em Patrick? Não há motivo!<br />
Fora as mudanças dos nomes, objetivos e motivações também foram arruinadas, como a retirada do parentesco de Vittoria e Leonardo vetra; os &#8216;depósitos&#8217; na conta do Hassasin (e sua morte, então???); a supressão de um dos personagens mais intrigantes e importantes da trama, Maximilian Kohler; e, até mesmo, o futuro papa! Onde já se viu!?!?!?!<br />
Fora isso, o final que já era lunático no livro, no filme acabou sem nexo total, deixando muitas pontas soltas, que nem quem leu o livro consegue explicar. Porque fulano fez aquilo? Mas, sicrano não conseguiria fazer aquilo outro! São questinamentos recorrentes de quem acaba de assistar à película.<br />
E o amis triste de tudo: nem as atuações de Tom Hanks e Ewan MacGregor salvam o filme. Até esses dois atores estão fora de sintonia! Muito triste.</p>
<p>Enfim, a emenda ficou pior do que o soneto. Nunca pensei que diria isso, mas o livro do Dan Brown é melhor do que o filme! E você, o que achou?</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cloverfield &#8211; Monstro</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 04:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cloverfield]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Não dei a menor importância para Cloverfiled na ocasião do lançamento, tampouco me interessei pelo DVD ou por assisti-lo no famigerado pay-per-view. Afinal para que assistir um filme onde não explicam de onde o monstro vem, e muito menos para onde ele vai. A idéia da câmera na mão também não me agradou.
Eis que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não dei a menor importância para Cloverfiled na ocasião do lançamento, tampouco me interessei pelo DVD ou por assisti-lo no famigerado <em>pay-per-view</em>. Afinal para que assistir um filme onde não explicam de onde o monstro vem, e muito menos para onde ele vai. A idéia da câmera na mão também não me agradou.</p>
<p>Eis que ele foi programado para a super estréia do dia 11 de abril no canal Telecine Premium (todos os sábados às 22 horas o canal exibe um filme inédito), resolvi aproveitar e assistir este filme tão , por assim dizer, diferente. Ao fim ficou aquela sensação: ok eu já sabia que era um filme diferente, seguida de um perturbador sentimento, de perda de tempo.</p>
<p>Um amontoado de clichês que resolveram chamar de filme:</p>
<p>Um monstro gigante;<br />
durante a noite;<br />
todos os personagens principais morrem (aqui terei que ser justo, morrem todos mesmo. Os outros filmes sempre deixam pelo menos um vivo);<br />
cidade destruída;<br />
bomba atômica para eliminar o problema (ops, contei o final do filme).</p>
<p>Uma mariola, <em>diet,</em> para quem adivinhar a cidade atacada pelo inseto gigante. É , Nova Iorque mesmo. Quanta imaginação! Quanto a inovação da câmera na mão, um lembrete. O nacional Bicho de Sete Cabeças também foi totalmente rodado com câmera na mão, claro que ele sacode menos.</p>
<p>Só faltaram as Meninas Super Poderosas para enxotar o monstro e salvar o dia. Particularmente o filme teria terminado melhor.</p>
<p>Em resumo, Se quiser ver um filme de monstro não perca tempo e/ou dinheiro com esse traste cinematográfico. Assista Qualquer seriado japonês (Changeman, Jaspion, Jiraia etc.)&amp;lt; Guerra dos Mundos ( o antigo  o novo), Godzilla ou mesmo o desenho das Meninas Super Poderosas (disparado o mais violento de todos).</p>
<p>Caso não possua esses recursos ao seu alcance, mude paraa novela das oito lá na Globo.  Desligar a TV, ler um livro, revista em quadrinhos, jogar videogame ou fazer um &#8220;coelhinho&#8221; são opções muito melhores.</p>
<p>Se você é masoquista e quer comprovar com os próprios olhos ele está programado para passar no Telecine Premium nas seguintes datas:</p>
<p>Sex, 17/04 às 23h55<br />
Dom, 19/04 às 18h00<br />
Qui, 30/04 às 20h20<br />
Sáb, 02/05 às 12h55<br />
Ter, 19/05 às 22h00</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
Cloverfield &#8211; Monstro (Cloverfield)  2008<br />
84:00 Colorido &#8211; Ação &#8211; 14 anos</p>
<p>Sinopse<br />
A população de Manhattan entra em completo pânico quando o local é atacado por um monstro gigante. Todo o terror espalhado pela criatura é acompanhado por meio de registros feitos por um grupo de amigos, que corre grande perigo, através de uma câmera de vídeo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um nojo não classificável se apoderou de mim neste filme</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 20:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Érika dos Anjos]]></category>
		<category><![CDATA[kiki black]]></category>
		<category><![CDATA[novo filme]]></category>
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		<description><![CDATA[* Kiki Black
Se arrependimento matasse, estaria mais morta do que a montanha de corpos que apareceram em Encarnação do demônio, de José Mojica Marins, o famoso Zé do Caixão. Não sei nem por onde começar a criticar este&#8230; hã&#8230; filme, na falta de melhor definição. Comecemos pelo milionário orçamento: mais de R$ 1 milhão para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* Kiki Black</p>
<p>Se arrependimento matasse, estaria mais morta do que a montanha de corpos que apareceram em <em>Encarnação do demônio</em>, de José Mojica Marins, o famoso Zé do Caixão. Não sei nem por onde começar a criticar este&#8230; hã&#8230; filme, na falta de melhor definição. Comecemos pelo milionário orçamento: mais de R$ 1 milhão para ver mulher saindo nua de dentro de um porco? É demais para minha cabeça; vejamos outro ponto: vocês lembram daquela parte de Tropa de Elite em que respinga sangue na tela? Pode-se resumir este filme em uma reprodução de centenas cenas dessa!; mais um porém: <em>Encarnação do demônio</em> é a última parte de uma trilogia&#8230; perceberam a incógnita? Uma trilogia, ou seja, já existiram dois filmes, À meia-noite levarei sua alma e esta noite encarnarei no teu cadáver, que culminaram nesta&#8230; hã&#8230; obra! Agora, imaginem, caros leitores, a produção disso nos anos 60, quando foram feitas as primeiras partes&#8230; com pouquíssimos recursos visuais e, acredito eu, quase nenhuma verba! Deve ter sido, com trocadilho <em>please</em>, uma coisa de outro mundo! E falando no Além, depois de 40 anos ‘afastado’ do personagem Zé do Caixão, o Mojica bem que poderia ter cortado aquelas unhas, não? Imagine a quantidade de cutícula, fungos e outros seres ainda não estudados pela ciência deve ter por ali? Deus me livre&#8230;</p>
<p>* Kiki Black é um personagem de ficção que odeia qualquer filme… que não seja Harry Potter</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 23:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[batman]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[heath keager]]></category>
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		<description><![CDATA[No último sábado, fui ao cinema assistir ao filme Batman – O Cavaleiro das Trevas. Filmes de super-heróis nunca fizeram a minha cabeça, com exceção dos do homem morcego. Gosto dele pelo ar misterioso – que não chega a ser um diferencial – e, principalmente, por não ter super poderes. Ele derrota os maus elementos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">No último sábado, fui ao cinema assistir ao filme <em>Batman – O Cavaleiro das Trevas</em>. Filmes de super-heróis nunca fizeram a minha cabeça, com exceção dos do homem morcego. Gosto dele pelo ar misterioso – que não chega a ser um diferencial – e, principalmente, por não ter super poderes. Ele derrota os maus elementos contando apenas com seu conhecimento científico, sua vocação para detetive e é claro, a força física. Isso faz dele muito mais um guardião de Gotham do que um super-herói tradicional.</p>
<p class="MsoNormal">Havia uma longa fila a espera da última sessão naquele dia. Todos com grande expectativa por conta das críticas favoráveis &#8211; o filme é o maior lançamento cinematográfico de 2008 no Brasil, desbancando Indiana Jones &#8211;  e dos rumores de um possível Oscar póstumo a Heath Leager.</p>
<p class="MsoNormal">Pois bem, lá fui eu ansiosa! Após um <em>trailler</em> quase sem fim, eis que começa a saga do meu super-herói favorito. O clima é pesado, sombrio e as cenas trazem violência, mas tudo é coerente com a trama do filme. Sinceramente, não me pareceu exagerado.</p>
<p class="MsoNormal">Bruce Wayne é mais uma vez interpretado por Christian Bale. Acho que há Batmans melhores! Prestem atenção na entonação de Bale; tem um quê de Darth Vader. <em>Risos</em><span> </span>Ponto para o Coringa! Ou melhor, para Heath Ledger, brilhante no papel do vilão. Sua missão era difícil, já que Jack Nicholson foi, no mínimo, marcante na pele do palhaço. Mas Ledger não só deu conta do recado, como superou expectativas (a minha inclusive! E olhem que sou fanzoca de Nicholson!) Seu Coringa recebeu pitadas de loucura, desequilíbrio e frieza na medida certa (se é que isso existe! <em>risos</em>), aproximando-o do personagem dos quadrinhos.</p>
<p class="MsoNormal">Aliás, esta parece mesmo ser a proposta deste filme e de seu antecessor – <em>Batman Begins</em>. Prova disso é o personagem Harvey Dent, o Duas Caras. A versão mais conhecida do papel é de Tommy Lee Jones, em <em>Batman Forever</em><em> </em>(1995). Em <em>O Cavaleiro</em><em> das Trevas</em>, presenciamos o surgimento do vilão, com a boa interpretação de Aaron Eckhart – o mocinho de <em>Sem Reservas</em> (2007).</p>
<p class="MsoNormal">Além dos vilões conhecidos da ficção, há um time de meliantes “barra pesada” comuns no mundo real. Como um pouco de teoria da conspiração não faz mal a ninguém, queria fazer um comentário em relação a isso. Um dos cabeças da turma é chinês, mas o tom com que isto usado no filme me remeteu aos longas da época de grande rivalidade EUA – URSS. Lembram dos vilões espiões russos, normalmente interpretados por Dolph Lundgren (tá bem, peguei pesado agora! <em>risos</em>)?</p>
<p class="MsoNormal">O longa traz ainda outros coadjuvantes de primeira linha, como Gary Oldman, Michael Kane, Morgan Freeman e Maggie Gyllenhaal.</p>
<p class="MsoNormal">O talento do elenco e a inspiração do diretor Christopher Nolan atrai o público durante as 2 horas e meia de filme (lembrem-se: peguei a última sessão, agora, imaginem a hora que saí do cinema <em>risos</em>). Sem dúvida, valeu a pena.</p>
<p class="MsoNormal">É bom lembrar que o protagonista de <em>Batman – O Cavaleiro das Trevas</em> é o Batman mesmo. Parece uma observação redundante e boba, mas se considerarmos as peças promocionais do filme espalhadas pelas salas brasileiras e o <em>trailler</em> há tempos exibido, podemos atribuir este papel ao Coringa. Isto não só pela importância do personagem e pela memorável atuação de Heath Ledger, mas também pelo sensacionalismo por trás da morte do ator, no início deste ano.</p>
<p class="MsoNormal">Há rumores de uma possível indicação ao Oscar e até uma premiação/homenagem póstuma. No início, confesso que achei exagero e parte de uma jogada de marketing para aumentar a audiência do evento. Hoje, continuo vendo o lado publicitário da coisa, mas considero a premiação de Ledger muito justa.</p>
<p class="MsoNormal">Agora, aguardo mais filmes do Batman, um novo Coringa e um candidato a Pingüim. Será que alguém supera o de Danny DeVito? Surpresas serão bem-vindas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica para quem não gosta de críticos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 20:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Érika dos Anjos]]></category>
		<category><![CDATA[filme hulk]]></category>
		<category><![CDATA[filme o incrível hulk crítica]]></category>
		<category><![CDATA[kiki black]]></category>
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		<description><![CDATA[O Incrível Hulk
* Por Kiki Black
 Realmente é muito fácil esconder num cara de três metros de altura, meia tonelada e, simpaticamente, verde por cinco anos. E ele ser achado em uma favela do Rio de Janeiro. Começa assim um filme com o roteiro mais difícil de se engolir do que True Lies: O incrível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Incrível Hulk</p>
<p>* Por Kiki Black<br />
<img class="alignleft" style="float: left; border: 1px solid black; margin-left: 15px; margin-right: 15px; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/hulkposter.jpg" alt="" /> Realmente é muito fácil esconder num cara de três metros de altura, meia tonelada e, simpaticamente, verde por cinco anos. E ele ser achado em uma favela do Rio de Janeiro. Começa assim um filme com o roteiro mais difícil de se engolir do que True Lies: O incrível Hulk, segundo da última ‘leva’ de longas do herói da DC Comics.<br />
Aí eu te pergunto caro leitor: por quê cargas d&#8217;água devemos achar que o cara é corajoso se diz que vai pra Rocinha e está na Tavares Bastos, usa fio dental e ainda parece um frango? Não dá, não mesmo. Mas explicarei esses pontos de vista.<br />
No começo do filme, Bruce Banne, que ninguém nunca percebeu ser o Hulk, está há cinco anos fugindo da polícia americana. Repare bem que Osama Bin Laden está fugindo há sete, mas o Hulk, pequeno e delicado, só conseguiu fugir por cinco. Então, o cara é achado em uma favela do Rio, que eles dizem ser a Rocinha, mas na verdade é a Tavares Bastos, no Catete. A comunidade mais calma do Estado, por abrigar ‘somente’ a sede do Bope, principalmente do Capitão Nascimento. Ou seja, para o Verdão, que não é o Palmeiras, colocar medo em alguém, a favela primeiro tem que ser dominada pelo nosso grande héroi de Tropa de Elite.<br />
Segundo ponto. As roupas do cara rasgam toda, ele praticamente duplica o seu tamanho, mas continua de bermuda e cueca! Ou seja, mesmo com aquela cara de mau e aquela pose toda, usa fio-dental. Não venham me convencer de que a cueca rasgou e a bermuda não, porque não cola. É fio-dental sim! Só falta colocar silicone e fazer topless.<br />
Terceiro e último ponto, porém não menos importante. Como tiveram a coragem de trocar o Eric Bana, que é maravilhoso, pelo frangote do Eduard Norton? Deixe ele para o Hannibal Lecter, é bem melhor.<br />
Pelo menos no outro filme pude me deliciar o com o Bana, nesse nem isso.</p>
<p>* Kiki Black é um personagem de ficção que odeia qualquer filme… que não seja Harry Potter</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Críticas para quem não gosta de críticos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 20:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[caspian]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Nárnia priíncipe Caspian filme]]></category>
		<category><![CDATA[Érika dos Anjos]]></category>
		<category><![CDATA[kiki black]]></category>

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		<description><![CDATA[As Crônicas de Nárnia &#8211; O Príncipe Caspian
Por Kiki Black*
Como se não bastasse suportar uma semana inteira de trabalho, ainda fui assitir ao filmeco As Crônicas de Nárnia: príncipe Caspian para fazer esta crítica. Porém, a pior parte, aquilo que foi muito difícil de escolher num roteiro de quinta categoria, foi o fato de essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Crônicas de Nárnia &#8211; O Príncipe Caspian</p>
<p>Por Kiki Black*</p>
<p><img class="alignleft" style="float: left; border: 1px solid black; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 15px; margin-right: 15px;" src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/principecaspian.jpg" alt="" width="250" height="375" />Como se não bastasse suportar uma semana inteira de trabalho, ainda fui assitir ao filmeco As Crônicas de Nárnia: príncipe Caspian para fazer esta crítica. Porém, a pior parte, aquilo que foi muito difícil de escolher num roteiro de quinta categoria, foi o fato de essa ser a segunda parte de sete! Não são apenas um ou dois, mas sete contos que compõem o livro de C.S. Lewis. Ou seja, ainda temos mais cinco desses para ver. Não dá nem para pensar naquelas quatro crianças remelentas, que acham que podem salvar o mundo, em mais cinco filmes. É muita tortura. E, além de tudo, elas já vão estar de bengala. Se neste filme o mais velho dos irmãos, o tal de Peter, e o próprio Príncipe Caspian já parecem saídos de Malhação, quando chegar ao fim, eles já vão estar com cara de protagonista de novela das oito!</p>
<p>Outra situação que pode nos deixar confortavelmente instalados para dormir são aqueles bichinhos falantes que compõem o exército de Nárnia. Ô coisinha chata! Paracem aqueles casais que ficam arrulhando pelos cantos fazendo voz de criança. Sem noção e sem nexo total. Mas o que me deixa mais admirada nessa ruindade toda é que, no final, eles vencem. E não reclamem: não estraguei o fim da história, porque em todo filme de criança o bem sempre vence.</p>
<p>Atores de Malhação, crianças remelentas e bichinhos falantes&#8230; Era melhor ter ido fazer as unhas no salão.</p>
<p>* Kiki Black é um personagem de ficção que odeia qualquer filme&#8230; que não seja Harry Potter</p>
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