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	<title>O Quarto Elemento &#187; Diário de um pai atrapalhado</title>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Festinha de aniversário</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 04:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa
Festa de criança. Tá aí uma coisa para a qual muita gente torce o nariz, afinal festa infantil é um saco. Quem não tem filhos pode se dar ao luxo, já os afortunados pela paternidade não escapam, precisam ir as festinhas. Pense positivo, apesar das armadilhas escondidas estes eventos podem ser divertidos. Aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Leonardo Costa</em></p>
<div id="attachment_1302" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2011/03/1093393_21815263.jpg"><img class="size-full wp-image-1302" title="1093393_21815263" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2011/03/1093393_21815263.jpg" alt="Bolo de aniversário" width="200" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Bolo de aniversário</p></div>
<p>Festa de criança. Tá aí uma coisa para a qual muita gente torce o nariz, afinal festa infantil é um saco. Quem não tem filhos pode se dar ao luxo, já os afortunados pela paternidade não escapam, precisam ir as festinhas. Pense positivo, apesar das armadilhas escondidas estes eventos podem ser divertidos. Aqui falo das experiências de convidado, ser o pai do aniversariante e bancar o evento é outra história.</p>
<p><strong>Presentes. </strong>Deixe as roupas para os pais comprarem. Nada mais irritante e triste para uma criança do que ganhar meias e cuecas sob o pretexto de sua utilidade.</p>
<p><strong>Roupas leves</strong>. O Rio de Janeiro é quente igual ao inferno e você vai ficar o tempo inteiro correndo atrás do pimpolho. Nessas horas roupas quentes,  apertadas ou que limitam os movimentos causam muito desconforto. Lembre-se: nas festas de criança  o conforto prevalece sobre o estilo.</p>
<p><strong>Coma antes</strong>. Aqui a polêmica. As casas de festa prometem caminhões de comida e bebida, o pai da criança acredita e na vida real, digo na festa, a mini pizza só da uma volta no salão. Chegou tarde? perdeu o &#8220;evento da mini pizza&#8221;.  Reze para que a pipoca e o cachorro quente ainda não tenham feito suas aparições.  Em resumo, pode haver pouca comida e você ficará com fome.</p>
<p>Mas não se engane, mesmo em uma festa regada, como as promovidas pelo Amigo Américo: certa vez levei o pequeno João na festa da filha desse amigo. Tinha muita comida, comida boa, jantar mesmo, a vontade&#8230; Passei fome! Porque? Levei o garoto sozinho, não tinha a figura da mãe para tomar conta enquanto eu comia, e não tinha quem olhasse ele. Então ou eu comia e deixava ele subir e descer escadas, levar boladas dos mais velhos etc. Escolhi não comer.</p>
<p>Vejam como é o azar: antes de ter filho as festas não tinham comida (ou ela era em sua maioria horrorosa). Agora elas são uma orgia gastrônomica eu eu não consigo comer em paz.</p>
<div id="attachment_1305" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2011/03/705363_64302909.jpg"><img class="size-full wp-image-1305 " title="705363_64302909" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2011/03/705363_64302909.jpg" alt="705363_64302909" width="200" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Língua de sogra, brinquedo raro nas festas atuais</p></div>
<p><strong>Exercite seu lado Óleo de Peróba. </strong>Isso mesmo, cara de pau é fundamental. Não pense você que seu filho é o modelo do comportamento exemplar. Como  as coisas acontecem antes que você possa fazer algo só lhe restará a expressão sem graça com o sorriso amarelo quando lhe dirigirem aquele olhar típico de &#8220;olha-que-pais-mais-relapso-e-que-não-da-educação-ao-filho&#8221;. Saia de casa conformado com a seguinte ideia: o meu garoto vai me deixar em algumas saias justas.</p>
<p><strong>Os recreadores são pessoas cuidadosas e confiáveis</strong>. Tenha fé.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_1308" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2011/03/239780_winter_fun_series_3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1308" title="Um anjinho fazendo outro" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2011/03/239780_winter_fun_series_3-150x150.jpg" alt="Um anjinho fazendo outro" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Um anjinho fazendo outro</p></div>
<p><strong>Quem disse que só da para fazer anjinhos na neve? </strong>Nãoooo, anjinho também se faz naquele sujo e melequento piso de salão pós-festa.<strong> </strong>Nessa hora fazer o que? só resta lembrar daquela campanha de uma famosa marca de sabão em pó: se sujar faz bem. Faz bem para a criança e, sem dúvida nenhuma, para o cara que vende sabão.</p>
<p><strong>Crianças brigam. </strong>Primeiro fato:o brigadeiro da outra  é sempre mais doce, assim como brinquedo é sempre mais interessante. Segundo fato:  as outras crianças pensam exatamente da mesma forma. Resultado: briga. Não esquente a cabeça. fique atento e separe  os pequenos antes que o imbrólio se torne mais sério e envolva os pais. Nada mais feio qo que adultos brigando por causa de crianças (geralmente nessa hora os pequenos já fizeram as pases).</p>
<p><strong>Mágicos e brincadeiras miquentas.</strong> Se você não tem vocação para palhaço, bobo da corte ou mesmo se o trote da faculdade já te bastou fuja, se esconda ou concentre-se em tomar conta da sua criança. Saudade do tempo que as brincadeiras nas festas infantis eram reservadas para as crianças.</p>
<p><strong>Vamos cantar o PARABÉNS! </strong>É a deixa para comer bolo, doce e finalmente voltar pra casa :O)</p>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado: bancando o Papai Noel</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 04:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>

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		<description><![CDATA[ALERTA DE SPOILER!
Este texto contém segredos do Papai Noel, caso não queira conhece-los não prossiga!
É eu sei que é &#8220;quase&#8221; Carnaval e eu aqui com um post de Natal. Confesso que estou relapso com esse blog, mas meu mico como Papai Noel merece ser contado.
25 de dezembro de 2010.
Criança dormindo, sapato na janela, presente resgatado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ALERTA DE SPOILER!</strong><br />
Este texto contém segredos do Papai Noel, caso não queira conhece-los não prossiga!</span></p>
<p>É eu sei que é &#8220;quase&#8221; Carnaval e eu aqui com um <em>post</em> de Natal. Confesso que estou relapso com esse blog, mas meu mico como Papai Noel merece ser contado.</p>
<p>25 de dezembro de 2010.</p>
<p>Criança dormindo, sapato na janela, presente resgatado do armário e  colocado no sapato. Agora é só esperar amanhecer. E o que esperamos  nessa hora? Que a pimpolho saia correndo pegue o pacote e rasgue o  embrulho. Pois é, só que isso vai ficar para 2012 (se o planeta chegar  até o Natal). Se você acha que o garoto pegou o presente se enganou.  Depois de eu muito apontar para o presente do Papai Noel no sapatinho.  Ele foi até a janela e&#8230;</p>
<p>Pegou a P%!$#@%$ dos sapatos. Mais cinco vezes nãooo João, pega o seu presente! Até que ele finalmente pega o pacote e&#8230;</p>
<p>Me entrega!</p>
<p>Muita calma nessa hora, tem que ter paciência mesmo. Ajudei na hora de abrir o pacote e quando ele viu a caixa começou com o  &#8220;<em>Qué abri,  qué abri</em>&#8220;, finalmente uma reação! E convenhamos esperar que uma criança compreenda toda essa presepada de Papai Noel é demais. Mas espero mesmo que este ano ele pelo menos comece pegando o presente e não os sapatos.</p>
<p>Isso me trouxe a mente outra tentativa desastrada de bancar o bom velhinho para o meu irmão mais novo. Tá certo que o nome é diário de um pai atrapalhado, mas irmão, de certa forma, é um ensaio para a paternidade.</p>
<p>24 de dezembro de 2001:</p>
<p><em>&#8220;Leo, pega o cartão de crédito, vai no Meier e compra um lava rápido (Hot Wheels) para ser o presente de Papai Noel do seu irmão.&#8221;</em></p>
<p>Então lá fui eu cumprir a missão. Só eu na minha ingenuidade para acreditar que ia encontrar alguma coisa que prestasse na véspera do Natal, quiçá o lava rápido. Americanas, Casa &amp; Vídeo etc. e a cada visita menos brinquedos, menos variedade e uma certeza. Tava parecendo cena do filme <em>Um Heroi de Brinquedo. </em>Teria que improvisar.</p>
<p>Plano B, comprar um novo controle para o Nintendo 64. Nada em nenhuma loja. (Na verdade eles acabaram naquele ano e jamais voltariam as prateleiras das grandes redes). Plano B mixado, plano C saindo da manga. Cinco da tarde e lá estou eu na última esperança: a loja da Blockbuster. Lá consegui comprar um CD-ROM com o jogo Dinossauro. joguinho infantil baseado no filme da Disney. Não era o que a gente queria, mas ia ter que servir. Como não tinha papel de presente aceitei o embrulho da BB mesmo, um grande saco de TNT com a logomarca da loja.</p>
<p>Presente comprado, mãe decepcionada, é hora de montar o circo. Expliquei que não precisava se decepcionar, afinal a culpa era do Papai Noel e não dela. Quem nunca fez isso não tem ideia de como a tarefa é complicada. Você precisa entrar em casa com o pacote, enconder em algum lugar e depois colocar no sapatinho. Sem que a criança veja, é claro. Sem entrar nos pormenores, feito isso foi só aguardar pela manha seguinte.</p>
<p>Em tempo, lá em casa a cultura era abrir todos os presentes meia noite. Então era meio estranho para meu irmão encontrar o presente pela manhã.</p>
<p>— Alberto, acorda e vai ver se Papai Noel trouxe presente para você.</p>
<p>— Estranho, tem uma emrembrulho da Blockbuster no sapato! Acho que não foi o Papai Noel, foram vocês!</p>
<p>— Que isso garoto! Foi ele sim, por que acha que não foi!</p>
<p>— Papai Noel não traz presente da Blockbuster!</p>
<p>— Deixa de ser tonto Alberto. Você acha que o Papai Noel tem como fabricar presentes para todas as crianças? Claro que não! Coisas que ele não tem como fazer, como esse jogo, ele manda os ajudantes comprarem em lojas normais. Entendeu porque seu presente veio da Blockbuster.</p>
<p>— Ahhh agora eu entendi, eu tinha achado que vocês estavam mentindo para mim! Manheeeeee, vem ver o que o Papai Noel trouxe para mim!!!!</p>
<p>Bem, vamos respeitar a inocência das crianças. Mas confesso que foi por pouco, pois o pirralho ficou muito desconfiado mesmo.  Quase dez anos depois chega a vez do Noel visitar  o meu pequeno João. Com dois anos e sete meses ele ainda não tem ideia direito nem do que é Natal ou mesmo presentes, apesar de pedir e tentar abrir desesperadamente qualquer pacote de brinquedo.</p>
<p>Como podem ver, bancar Papai Noel não é fácil como parece. É uma missão dura, complicada e que necessita de muito planejamento e suporte logistico dos familiares. Vale a pena pela alegria estampada no rosto dos pequenos. Expressão esta que eu ainda não vi, mas não desistirei, pois enquanto as crianças acreditarem na figura do velhinho de vermelho eu continuarei colocando os sapatos na janela.</p>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Toys from hell</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 21:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Érika dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos infantis]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dican]]></category>
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		<category><![CDATA[velocípede]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leonardo Pereira
Parece exagero, mas somente aqueles que têm filhos ou netos (nesse caso, o sofrimento tem um gosto de déjà vu) concordarão com a afirmação de que alguns brinquedos parecem ter sido feitos pelas mãos do capeta.  Não que sejam perigosos ou ruins para as crianças, longe disso. Eles só existem para você começar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Leonardo Pereira</em></p>
<p>Parece exagero, mas somente aqueles que têm filhos ou netos (nesse caso, o sofrimento tem um gosto de <em>déjà vu</em>) concordarão com a afirmação de que alguns brinquedos parecem ter sido feitos pelas mãos do capeta.  Não que sejam perigosos ou ruins para as crianças, longe disso. Eles só existem para você começar a pagar seus pecados aqui na Terra. A lista é pequena porque me baseei apenas em brinquedos do meu João.</p>
<p><strong>Mini laptop Dican</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1062" title="lap´top" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/lap´top-300x225.jpg" alt="lap´top" width="210" height="158" /></p>
<p>O bichinho até que é bonitinho, pisca luzes, toca musiquinhas. Bem simples. João ganhou este antes de nascer. Porém, duas coisas fazem deste brinquedo infernal: o volume dos sons, que é excessivamente alto, e uma trava na tampa, que o bebê sempre fechava a tampa e não conseguia abrir. Resultado? Choro. Mas você abre e ele fecha novamente no segundo seguinte. Como todo o castigo é pouco, ele ganhou um novo de aniversário, presente da tia-avó.</p>
<p>E foi na má intenção mesmo. Vingança por causa de presentes do gênero para sua filha no passado. Mas, como Deus existe, e ainda gosta de mim não sei o porquê, o priminho do João estava perto e se apaixonou pelo brinquedo. Claro, nem pensamos duas vezes, demos o mini laptop novo para ele. Cunhada foi embora feliz da vida. Coitada, nem sabia que eu estava era passando o batata quente. O antigo já estava escondido no fundo do armário há um tempo.</p>
<p><strong>Máquina fotográfica Dican</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1063" title="maquina" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/maquina-300x300.jpg" alt="maquina" width="210" height="210" /></p>
<p>Pode paracer campanha contra a Dican, mas eu juro que não é. O que posso fazer se essa maquininha também é vendida por eles? Nesse brinquedo o diabo fez hora extra. É a essência do lobo em pele de cordeiro saltitante. Pisca o flash, grande, colorida e tem vários sons pré-gravados. O problema começa quando a criança começa a apertar os botões sem parar e os <em>Sorria, Olha o passarinho, Vamos tirar uma foto</em> e outros sons se repetem de forma tão rápida e interminável que você nem vai mais achar o CRÉU na velocidade cinco tão ruim. Essa foi presente da tia!</p>
<p><strong>Chocalho lagarta</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1064" title="lagarta" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/lagarta-300x225.jpg" alt="lagarta" width="210" height="158" /></p>
<p>Essa eu não sei de onde veio, nem o fabricante. Se você encontrar essa carinha sorridente, só posso sugerir que você faça a coisa mais sensata ao seu alcance: saia correndo. Ela é bonitinha. Fato. O barulho de chuva em telhado de metal nem incomoda tanto. O problema é o peso da criatura. Lagartas são molengas, mas essa atinge o chão como uma marreta. A vizinha de baixo deve ser uma santa, pois quando João inventava de usá-la como bate estacas no chão a sensação era que o prédio ia desabar. Potencialmente perigosa para pés, cabeças e dentes. Morte certa para TVs e monitores LCD.</p>
<p><strong>Piscina de bolas</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1065" title="bolas_big" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/bolas_big-300x224.jpg" alt="bolas_big" width="210" height="157" /></p>
<p>Antes restritas aos parquinhos de shoppings, chegaram às festas infantis e finalmente aos nossos lares. Faça seu filho aprender que piscina de bola “é para brincar no parque ou na festinha, não para ter em casa”. Ignore aqueles e-mails alarmistas que alertam para o perigo de cobras venenosas nessas piscinas.</p>
<p>Sabe o que uma criança faz com a piscina de bolas em casa? Joga todas as bolas para fora. E não cata. E chora para você catar&#8230; Enfim, infernal. Se mesmo assim você quiser embarcar nessa aventura (seja porque seu filho te enche o saco ou porque você ainda acredita no e-mail da cobra) tenha o cuidado de comprar uma piscina de bolas e não uma piscina que vem com bolas. Avó do João fez isso. Comprou uma “piscina de bolas” de dois metros e meio de comprimento, acompanhada de 50 bolas. Foi engraçado ver as bolas correndo pelo fundo como bolas em uma mesa de bilhar.</p>
<p><strong>Tico-ticos, carinhos andadores e coisas do tipo</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1066" title="tico tico speed pequena" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/06/tico-tico-speed-pequena.jpg" alt="tico tico speed pequena" width="130" height="130" />João já ganhou vários. Inclusive da companheira aqui do BLOG, mas a Érika dos Anjos um dia vai ter bebê também! Quando esse dia chegar vou dar um lindo casal de periquitos para ela :OP</p>
<p>O velocípede, inclusive, rendeu um braço engessado. Fora esses ossos do ofício, estes brinquedos só oferecem dois problemas: quando acertam seus pés e canelas (dói pra chuchu) e quando arremessados pela criança enfurecida, o que invariavelmente leva a outro momento “parece que o prédio vai desabar”.</p>
<p>Pensando na minha infância, lembrei que eu tive uma metralhadora da estrela, cujo nome eu não lembro, que só brinquei uma vez. Depois, as pilhas sumiram e ninguém nunca comprava pilhas para ela. Passei mais de um ano pedindo pilhas e sempre me enrolavam. Agora, sei o motivo&#8230;</p>
<p><em>E você, já teve, conhece ou presenteou alguém com um brinquedo infernal?</em></p>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Pocoyo, descobrindo o mundo (DVD)</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 21:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Discovey Kids]]></category>
		<category><![CDATA[DVD infantil]]></category>
		<category><![CDATA[interagir com as crianças]]></category>
		<category><![CDATA[logon]]></category>
		<category><![CDATA[logon editora]]></category>
		<category><![CDATA[Pocoyo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Certa madrugada, como todo insone, eu estava trocando aleatoriamente de canal até que ao passar pelo Discovery Kids o desenho de um garotinho azul em um bizarro cenário branco chamou minha atenção. Afinal, não é todo o dia que vemos personagens infantis atuando no cenário do filme THX 1138&#8230; como eu já disse: bizarro! Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-941   alignleft" src="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/wp-content/2010/05/pocoyo-150x150.jpg" alt="Pocoyo - Conhecendo o mundo (DVD)" width="150" height="150" /></p>
<p>Certa madrugada, como todo insone, eu estava trocando aleatoriamente de canal até que ao passar pelo Discovery Kids o desenho de um garotinho azul em um bizarro cenário branco chamou minha atenção. Afinal, não é todo o dia que vemos personagens infantis atuando no cenário do filme THX 1138&#8230; como eu já disse: bizarro! Ainda bem que as semelhanças com o filme param por aqui.</p>
<p>Passado o choque inicial, você se acostuma com os personagens coloridos atuando no branco sem fim (objetos de cena aparecem quando necessários para o desenrolar da trama), as estórias são interessantes, feitas para crianças pequenas e, além de despertarem a atenção dos miúdos, passam valores fundamentais, como a necessidade de compartilhar, do por favor e obrigado, reconhecer os erros e desculpar-se etc.</p>
<p>Meu filho, apesar de pequeno, parecia gostar desse desenho (depois do episódio da madrugada, encontrei passando em horário mais adequado para crianças), então comprei o DVD logo quando lançado. Ele trás 11 episódios e nenhum extra. Infelizmente, assim como fez com o Pingu, a  editora agrupou os episódios por tema e não por ordem cronológica. Mas fique tranquilo, garanto que as crianças não ligam para esse pequeno detalhe.</p>
<p>Porém, para nós adultos e pais carinhosos que nos obrigamos a ver os desenhos com nossos filhos (tá bom, é bacana, sim), duas coisas irritam tanto que eu espero que tenham sido revistas nas novas edições:</p>
<p>1. A demora para começar, antes que você possa fazer qualquer coisa, uma narradora com voz de criança lê vagarosamente o título de todos os episódios, diz onde o idioma pode ser trocado e onde você deve clicar para ver os episódios restantes. Perturbador, da vontade de arremessar na parede. Quem fez isso não tem criança em casa. O pimpolho no pé esperneando por que quer ver o “coyo” e aquele “cardápio”<span style="color: #800000;">*</span> maldito fazendo apresentações&#8230; Talvez eu seja só mal humorado mesmo, ou acelerado demais, a vida de fato está assim, muita pressa para tudo</p>
<p>2. O segundo problema irritante é que não existe a opção “ver todos”, ou seja, ao fim de cada episódio você precisa iniciar o próximo manualmente. Não, você não vai escutar a menininha novamente, ele já coloca o cursor sobre o episódio seguinte. Graças a este fabuloso recurso não é possível usar o DVD como babá eletrônica, já que a cada sete minutos sua presença será requisitada.</p>
<p>Mesmo com esses problemas, Pocoyo é no momento um dos desenhos infantis favorito do meu filho. Todo dia é a mesma coisa, entra em casa e aponta para a prateleira de DVDs dizendo “COYO COYOOO”, nem adianta tentar colocar outro. Ele só quer saber das aventuras do Pocoyo e seus amigos. Talvez seja a identificação com a faixa etária que fica em torno de 2 anos. Ainda não comprei os outros volumes da série porque sinceramente achei muito caros, cerca de R$ 44,90 cada (além do medo do menu). Pesquisando para este post vi que este primeiro DVD foi relançado, agora com extras e de brinde vem um pequeno boneco (representado na foto que ilustra este post).</p>
<p>Rir e aprender, esse é o slogan da série. João sempre ri muito assistindo e tenta repetir o que vê na aventuras do Pocoyo, arrumar os brinquedos por exemplo,  então ela cumpre o que promete. Pelo menos isso&#8230;</p>
<p><span style="color: #800000;">*Escrevi menu, mas o M$ Word pediu para trocar por cardápio, achei engraçado e acabei deixando.</span></p>
<p><span style="color: #008080;">Episódios do DVD:</span></p>
<p><span style="color: #008080;">1. Varrendo tudo</span></p>
<p><span style="color: #008080;">2. Bolinhas de sabão</span></p>
<p><span style="color: #008080;">3. Pega Loula! Pega!</span></p>
<p><span style="color: #008080;">4. Borboleta</span></p>
<p><span style="color: #008080;">5 . Não toque</span></p>
<p><span style="color: #008080;">6. Pegadas misteriosas</span></p>
<p><span style="color: #008080;">7. Brilha, brilha</span></p>
<p><span style="color: #008080;">8. As manchinhas da Elly</span></p>
<p><span style="color: #008080;">9. Hora de dormir</span></p>
<p><span style="color: #008080;">10. O carteiro Pato</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="color: #008080;">11. Pato Bagunceiro.</span><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Resenha &#8220;MPBaby Cantigas de roda&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 19:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[atirei o pau no gato]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
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		<category><![CDATA[mpbaby]]></category>
		<category><![CDATA[música infantil]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa
Conforme prometido no meu post anterior (Tecnologia acalma neném), faço agora a primeira resenha dos DVDs infantis disponíveis no mercado. Resolvi começar pelo MPBaby por ser 100% brasileiro e uma das nossas últimas aquisições.
Descobri o MPBaby em uma das minhas muitas buscas no You Tube or algo que acalmasse meu filho, na verdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leonardo Costa</p>
<p>Conforme prometido no meu post anterior (<a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/2009/09/06/diario-de-um-pai-atrapalhado-tecnologia-acalma-nenem/" target="_blank">Tecnologia acalma neném</a>), faço agora a primeira resenha dos DVDs infantis disponíveis no mercado. Resolvi começar pelo MPBaby por ser 100% brasileiro e uma das nossas últimas aquisições.</p>
<p>Descobri o MPBaby em uma das minhas muitas buscas no You Tube or algo que acalmasse meu filho, na verdade que mo mativesse quisto por alguns minutos. E um dia encontrei esses clipes esquisitos, com uma animação aparentemente tosca e uma música violada. Tosco ou não João adorou, até dormia vendo isso.</p>
<p>Resolvi pesquisar na internet e descobri que o MPBaby é uma série de CDs e dois DVDs. Compramos o primeiro volume, o <em>Cantigas de roda,</em> já que o João não despertou o menor interesse pelos clipes do  <em>Hora de dormir</em>.</p>
<p>São 14 músicas,  todas arranjadas no violão. Embora não tenha vocais, O DVD possui letras em todos os vídeos, para ativar basta ligar as legendas e cantar junto.</p>
<p>As animações, com poucas exceções correspondema música. Adaptadas para o público infantil, então os pais podem ficar relaxados, pois ninguém se afoga após a virada da canoa nem atira pau em gato nenhum.</p>
<p><em>Atirei o pau no gato</em> merece um comentário a parte.  Tá certo que maltratar animais é errado, inclusive considerado crime, e não é uma coisa que deve ser incentivada. Mas então que alguém me explique porque nessa música  aparece uma abelha, uma formiga e um vaga-lume jogando bola? A formiga leva bolada, não o gato, mas ela não morre, sai sorrindo. Talvez a única faixa que tenha ficado mal resolvida.</p>
<p>Os insetos aparecem apenas com dois pares de patas cada um. Quando o certo seriam três. E o tatu-bola é do tamanho da formiga. Fora esses detalhes,  o DVD é uma ótima opção para fazer os pimpolhos &#8220;reduzirem a marcha&#8221; ou para a hora de dormir.</p>
<p>Nunca vi os DVDs destá série nas lojas. Compramos o do João na Internet.</p>
<p>Veja no You Tube alguns dos vídeos do DVD:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=O31y21mo9AQ" target="_blank">Peixe Vivo</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ecoOK3Txn9M" target="_blank">A Canoa Virou</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=v5Kb4tg9c5c" target="_blank">Sapo Cururu</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jCrpIJArb1A" target="_blank">Samba Lelê</a></p>
<p>Muito bacana a iniciativa da produtora em colocar quatro dos dez vídeos do DVD na internet. Ao contrário de fazer desistir de comprar nos incentivou.</p>
<p>Na minha humilde e leiga opinião:</p>
<p><strong>prós</strong>: música e animação suaves, valoriza a música brasileira, agradável para os pais.</p>
<p><strong>contras</strong>: difícil de achar, tem a música <em>Atirei o pau no gato</em>, insetos de quatro patas.</p>
<p>No próximo post: DVD Galinha Pintadinha</p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p><em><em>Uma produção inovadora, que se destaca no mercado brasileiro como o primeiro lançamento do gênero dedicado às tradicionais cantigas de roda, o DVD MPBaby Cantigas de Roda contribui com pais e educadores na formação de uma cultura interativa de aprendizagem e de confraternização, fundamental para o desenvolvimento dos processos neurológicos, psíquicos e sociais da criança, desde a gestação até a idade escolar.<br />
O conteúdo musical do DVD &#8211; 100% instrumental e acústico &#8211; foi desenvolvido a partir de cantigas de roda típicas do folclore brasileiro, especialmente recriadas pelo compositor e violonista Reginaldo Frazatto Jr. para o disco MPBaby Cantigas de Roda. Já o conteúdo visual do DVD MPBaby recebeu um tratamento multidimensional, no qual as imagens foram sobrepostas em diferentes níveis de profundidade, que vão além da simples perspectiva de figura e fundo.</em></em></p>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Tecnologia acalma neném</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 23:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[babá]]></category>
		<category><![CDATA[babá 24 horas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa
Todos sabemos, embora muitos recusem admitir, que a televisão é de fato é a melhor babá do mundo. Com a popularização da TV a cabo tornou-se uma babá disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. E enquanto a criança está paralisada, em estado quase catatônico, assistindo pela centésima vez a reprise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leonardo Costa</p>
<p>Todos sabemos, embora muitos recusem admitir, que a televisão é de fato é a melhor babá do mundo. Com a popularização da TV a cabo tornou-se uma babá disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. E enquanto a criança está paralisada, em estado quase catatônico, assistindo pela centésima vez a reprise do HI-5, com uma expressão de deleite, alegria e surpresa (embora ainda catatônica) como se fosse um programa inédito. Você pode curtir alguns bons momentos da vida.</p>
<p>Oportunidade melhor que essa só quando ela está dormindo. A TV só perde para a casa da avó. Que também tem lá seus efeitos adversos, como biscoitos e bolos pouco antes das refeições; deixar dormir fora de hora entre outras coisas que é melhor nem citar, pois mesmo com os contras é a única oportunidade dos pais curtirem um momento a sós.</p>
<p>Mas voltando a vaca fria. Embora não de para se afastar enquanto o pimpolho está em frente a telinha mágica, você pode fazer algumas coisas boas da vida, por  exemplo: ler livros, jornais, quadrinhos etc.; fazer um lanchinho básico ou mesmo a refeição se for a hora (eu mesmo programo o jantar para o horário do desenho favorito dele); usar internet, computador, falar ao telefone ou mesmo não fazer nada.</p>
<p>Se o programinha for educativo melhor ainda. Você perceberá, que a TV não vai ser útil apenas para a criança te deixar em paz, mas para ela ficar calma e permitir a execução de tarefas simples, corriqueiras e indispensáveis. Como a troca de fraldas, hora da sopinha (a hora da sopinha, gororobinha, comidinha, não importa o período merecerá um post exclusivo), o momento de se arrumar antes da creche. Todas estas, são ocasiões onde ele se agitam, choram, cospem, enfim fazem da sua vida (seja pai, mãe, empregada ou algum parente que está de “bucha”) um inferno na Terra!</p>
<p>Esse nariz de cera, de quatro parágrafos, caminhando já para o quinto, era para entrar no seguinte mérito: o que fazer quando a TV não produz mais os resultados esperados? Acontece, afinal o HI-5 passa “apenas” duas vezes por dia. E a criancinha não quer saber disso. Sempre tem o <em>YouTube</em>, mas de cadeira eu digo: acostume a criança no <em>YouTube</em> e você vai criar um monstro. Jamais conseguira sentar no computador novamente. Salvo os momentos que você vai abrir o dito cujo para seu pimpolho assistir.</p>
<p>Tá certo, assistir aberturas de desenhos no <em>YouTube</em> com a criança tem toda aquela cândida ligação pai e filho etc. Mas isso as vezes cansa. E quem pensar em abrir a boca para me chamar de insensível que tente ficar duas horas vendo os vídeos do HI-5 e Galinha Pintadinha sem parar. Para diminuir o problema e tirar do YouTube o <em>status</em> de babá da casa apelamos para os DVDs.</p>
<p>Com os DVDs do Baby Einstein e Galinha pintadinha já consegui manter o garoto sossegado por mais de uma hora e meia seguida. Fiquei assustado. Em geral não deixo que ele assista mais de duas vezes seguidas. Nós próximos <em>posts</em> farei as resenhas de alguns volumes do <em>Baby Einstein</em> (Disney), <em>MPbaby</em> e da versão completa da <em>Galinha Pintadinha</em>.</p>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Hipoglós Amêndoas</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Costa
 Nem vou entrar no mérito se a Hipoglós comum é boa ou não. O fato é que sempre usei essa pomada no bebê e ela, apesar do cheiro, dá conta do serviço. Porém, este post é para tratar da nova Hipoglós Amêndoas.
A publicidade diz maravilhas.  E a gente, como o Fox Mulder do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leonardo Costa</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="/wp/imagens/hipoglos_amendoas.jpg" alt="" width="218" height="129" /> Nem vou entrar no mérito se a Hipoglós comum é boa ou não. O fato é que sempre usei essa pomada no bebê e ela, apesar do cheiro, dá conta do serviço. Porém, este post é para tratar da nova Hipoglós Amêndoas.</p>
<p>A publicidade diz maravilhas.  E a gente, como o Fox Mulder do Arquivo X, quer acreditar. Fui ansiosamente até a farmácia mais próxima comprar um tubo do novo produto. Custou R$ 6,99 por 45 gramas do produto, mas caro do que a original. No entanto, uma hipoglós fácil de aplicar, de limpar e com cheiro de óleo de amêndoas seria perfeita, tudo que um pai atrapalhado precisa para sobreviver.</p>
<p>A esperança se esvaiu logo na primeira troca de fraldas. Eles confundiram fácil de espalhar com uma textura de filtro solar com manteiga.  Pessoas estabanadas terão dificuldades. Além disso, o cheiro consegue ser pior que conhecido cheiro de peixe estragado da versão original.</p>
<p>Na troca de fraldas seguinte lavei e coloquei a original mesmo, pelo menos com essa já estou acostumado.  E mais uma vez, confirmei que publicidade com bebês fofinhos e mamães fazendo cara de felicidade ao limpar cacas é mera ilusão.</p>
<p>Falando em ilusão e imaginação criativa, descobri algo bizarro. Pesquisando na internet sobre a milagrosa pomada contra assaduras, li alguns depoimentos de pessoas que relatam vontade de comer Hipoglós. Não sei de onde esses tarados tiram essas idéias, pois uma cheira a peixe podre e a outra a verniz de madeira. É inacreditável alguém gostar disso!</p>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Hora do soninho</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 19:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[hora de dormir]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou de volta depois de um longo período de ausência. Problemas diversos me impediram de continuar escrevendo. Hoje falerei pelo momento mais esperado no dia dos casais que têm filhos: a hora do sono.
Você gosta de dormir? É daqueles que precisa de silêncio e escuridão total para ter um sono completo? Muitas horas? É, amigo leitor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estou de volta depois de um longo período de ausência. Problemas diversos me impediram de continuar escrevendo. Hoje falerei pelo momento mais esperado no dia dos casais que têm filhos: a hora do sono.</em></p>
<p><a href="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/DSC07477.JPG"><img class="alignright" title="Hora do soninho" src="http://www.oquartoelemento.com.br/imagens/DSC07477.JPG" alt="" width="309" height="212" /></a>Você gosta de dormir? É daqueles que precisa de silêncio e escuridão total para ter um sono completo? Muitas horas? É, amigo leitor, se você respondeu sim a pelo menos uma destas perguntas, e está esperando um bebê, infelizmente só posso dizer uma coisa: aproveite agora. Porque depois nunca mais. Pelo menos não no primeiro ano&#8230;</p>
<p>A vida dos pais de um bebê pode ser dividida em duas partes:</p>
<ul>
<li>Quando ele não deixa você dormir;</li>
<li>E quando você não consegue fazê-lo dormir.</li>
</ul>
<p><strong>Bebê recém nascido</strong></p>
<p>Essa é a melhor fase para o pai. Afinal, embora o pimpolho acorde a cada três horas para alimentar-se nos sagrados seios da mãe, isso é uma tarefa única e exclusiva dela. No máximo, a figura paterna faz figuração mesmo. No máximo pega o bebê no berço, coloca de volta, troca fraldas, acende luz, apaga luz, pega cobertor etc.</p>
<p>Se o bebê toma mamadeira, o pai pode ser mais participativo. Pode além das tarefas normais, dar o apoio moral, pode preparar o leite e oferecer para a criança. É bem fácil (leia o post  &#8220;<a href="http://www.oquartoelemento.com.br/wp/?p=65" target="_blank">Preparando a mamadeira</a>&#8220;).</p>
<p>A grande dica para ser feliz nesse período é abstrair da vontade de dormir. Você sobrevive com apenas quatro horas de sono. E, se por motivos diversos, da fome à cólica (nessa idade eles ainda não fazem manha), você sempre poderá dormir no trabalho (se for motorista, piloto de avião ou coisa parecida esqueça essa dica) e restaurar suas forças para a próxima noite.</p>
<p><strong>Dos quase um ano aos dois</strong></p>
<p>É. É aqui que a jiripóca começa a piar. Claro que você ainda não tem um sono full night. Afinal ele ainda acorda, chora, esperneia, tem fome e sente dor. Mas o foco do problema nessa idade deixa de ser a criança acordar. O desesperador é ela não querer dormir.</p>
<p>Você vai descobrir que sua vida (conjugal, gastronômica etc.) se dará nos breves intervalos de tempo que ele está dormindo.  É a &#8220;hora do soninho&#8221;. Ela pode durar mais de uma hora, geralmente dura menos, sempre menos do que você precisa.</p>
<p>Todavia, são nestes breves momentos que o casal vai aproveitar para fazer a higiene pessoal, da casa,  fazer comida, assistir TV, videogame, praticar para no futuro dar um irmão para o bebê etc. Pode ter certeza absoluta de uma coisa: depois de muito sacrifício para fazer a criança dormir, ela vai acordar no exato momento em que o casal está no meio da atividade (se ela for prazeirosa então&#8230;.). Fora as vezes que você lava a louça, mas na hora que se prepara para tomar sorvete, ele acorda. Acontece mais do que parece.</p>
<p>Visão literal do inferno é o dia que o pimpolho não dorme nos horários certos durante o dia. E apaga na hora exata das refeições.  Como dormiu na hora da refeição, não dorme à noite porque e está enjoado e com fome. Nesse momento o casal atinge o clímax&#8230; do estresse, é claro. Afinal eles não fizeram nada durante o dia, porque no único momento que a criança dormiu com certeza estavam preparando as refeições dele. Que obviamente foi para o lixo.</p>
<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p>Bem, fez aguenta né? Jogar para os parentes tomarem conta é para os fracos e folgados. Brincadeira! Nessa hora, as avós são bastante úteis. O casal também descobrirá utilidade para as respectivas sogras.  Nada substiui os pais durante a madrugada, mas durante o dia nada melhor do que algumas horas fazendo bagunça na casa da vovó. Titias também servem.</p>
<p>No mais não se desespere. Nada será pior que a adolescência&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Viajando com o bebê</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 19:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[bebê conforto]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeira para auto]]></category>
		<category><![CDATA[cadeira para carro]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirinha de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vai viajar e pretende levar teu rebento junto? De carro? Prepare os ouvidos e a paciência, pois a viagem poderá ser bem longa. 
Com tudo já arrumado, mamadeira d’água, remédio para nariz, assadura, picada de mosquito, febre, tosse etc, fraldas sobressalentes, roupas sobressalentes, brinquedinhos para distrair etc. E o assessório mais importante do bebê viajante: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="/imagens/cadeirinha.jpg" alt="" width="200" height="150" /></p>
<p class="MsoNormal">Vai viajar e pretende levar teu rebento junto? De carro? Prepare os ouvidos e a paciência, pois a viagem poderá ser bem longa.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Com tudo já arrumado, mamadeira d’água, remédio para nariz, assadura, picada de mosquito, febre, tosse etc, fraldas sobressalentes, roupas sobressalentes, brinquedinhos para distrair etc. E o assessório mais importante do bebê viajante: A cadeirinha para<span> </span>automóvel.</p>
<p class="MsoNormal">Os assentos são as únicas coisas que protegem as crianças em casos de acidentes, já que os cintos de segurança não são projetados para elas. Levar no colo não é boa idéia, não há como<span> </span>segurar em caso de acidente.</p>
<p class="MsoNormal">Então cadeirinha nele. A viagem de ida foi moleza. De manhã cedo, ele ainda com sono dormiu o caminho todo, quase não reclamou. O maior trabalho foi montar a dita cuja no carro. Isso as vezes é bem chato. Agora a volta&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">A volta&#8230; O que falar dela. Meio-dia, sol de rachar, bebê ligadão. Para não perder mais tempo, e tentar evitar o mega engarrafamento previsto para o fim daquele dia, resolvemos almoçar na estrada. A primeira perna da viagem foi fácil como a de ida, ele dormiu até a hora do almoço. Deu para almoçar na maior paz.</p>
<p class="MsoNormal">Um adendo que nada tem a ver com o assunto. De sobremesa resolvi tomar um picolé de uva. Fiquei com ele no colo enquanto degustava a sobremesa gelada enquanto minha esposa comprava água mineral. Que dó, ele ficou o tempo inteiro com a carinha de felicidade achando que ia ganhar alguma coisa. É mas fazer o que, sorvete ainda não podia.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>De volta a vaca fria, ou melhor a estrada. O trânsito ficou lento no pedágio, com o carro sem se movimentar ele começou a ficar impaciente e reclamar. Essa reclamação virou um chorinho, não o ritmo musical, quem dera fosse <em>brasileirinho</em> do Waldir Azevedo, daí passou a ficar mais forte. No clímax chegou a um grito agudo, contínuo (lembram dos Nazguls do Senhor dos Anéis? Pois é&#8230;) e acompanhado de um sacudir frenético e incessante dos braços e pernas.</p>
<p class="MsoNormal">Basicamente foi assim até o fim da viagem. Para quem nos acompanhava só restava repetir a frase feita impressa no manual da cadeirinha, alguma coisa mais ou menos assim: não importa o quanto a criança chore. Não ceda, com o tempo ela entenderá que é o melhor para ela. Blá blá blá&#8230; A foto do post sintetiza o momento.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário de um pai atrapalhado &#8211; Derretendo a bombinha</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 17:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Pereira Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de um pai atrapalhado]]></category>
		<category><![CDATA[Aspirador nasal]]></category>
		<category><![CDATA[bombinha de nariz]]></category>
		<category><![CDATA[meleca]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou a acontecer, mas&#8230; Aconteceu novamente. Desta vez a vitima não foi nenhuma pobre mamadeira (quem não leu post original pode clicar aqui para ver). O objeto destruído foi o famigerado aspirador nasal. Particularmente prefiro chamar a coisa de “bombinha de meleca”.
Eis que fui colocar chupetas, mordedores e mamadeiras para ferver, afinal alguns até pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Demorou a acontecer, mas&#8230; Aconteceu novamente. Desta vez a vitima não foi nenhuma pobre mamadeira (quem não leu <em>post</em> original pode clicar aqui para ver). O objeto destruído foi o famigerado aspirador nasal. Particularmente prefiro chamar a coisa de “bombinha de meleca”.</p>
<p class="MsoNormal">Eis que fui colocar chupetas, mordedores e mamadeiras para ferver, afinal alguns até pelo chão do supermercado passearam, quando olhei para a bombinha e pensei: “por que não?). Taquei ela no meio das outras coisas, liguei o fogo e fui cuidar da vida. Depois<span> </span>do derretimento fiquei esperto e não deixo mais nada no fogo sem alarme!</p>
<p class="MsoNormal">É, secar não secou. O único senão era o fato da bombinha não poder ser fervida. Quando cheguei encontrei uma massa azul, disforme e molenga agarrando-se aos brinquedos dentro da panela.</p>
<p class="MsoNormal">Saldo do prejuízo: R$ 9,90 da compra de um novo aspirador e um bebê entupido até o dia seguinte.</p>
<p class="MsoNormal">Abaixo você pode ver o objeto após a “cirurgia plástica”.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">A dica que fica é: leia sempre as instruções.</p>
<p class="MsoNormal">
<p><img src="/imagens/aspirador.jpg" alt="" /></p>
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