Resenha: O mais querido do Brasil em quadrinhos (Ziraldo)
Por Érika dos Anjos
Apesar de pessoalmente não ir muito com a cara do Ziraldo, ameiiiiiii o livreto sobre o Flamengo! É lindo, emocionante, único e muito real. Além diss, ter feito em primeira pessoa foi uma ótima ideia, pois deu um ‘quê’ de depoimento muito emocionante.
O livro começa com a descoberta do Flamengo por um pequenino Ziraldo, ainda em sua cidade natal. Depois disso, o autor vai narrando com delicadeza e um coração rubro-negro a história do Clube de Regatas Flamengo. desde os primórdios, quando ainda tinha somente o remo, até a conquista do penta-tri campeonato estadual no primeiro semestre de 2009.
Uma das partes que mais gostei, foi quando ele mostrou a história dos grandes ídolos rubro-negros, como Dida, Júnior, Rondinelli e, claro, Zico, maior ídolo do clube. Outra parte muito legal é a galeria de títulos brasileiros, onde é contada a história dos campeonatos e as emoções da final.
Enfim, para todos os flamenguistas é um prato cheio de gols, vitórias e ídolos. Recomendadíssimo!!!!!!
PS.: Foi uma pena não ter entrado o hexacampeonato! Espero que façam um nova edição incluindo-o.
PS.2: O livro me foi presenteado pelo Leonardo Costa (Diário de um pai atrapalhado) que é vascaíno e anti-flamenguista, não necessariamente nesta mesma ordem! rssss Isso é que é uma prova de amizade!
Ficha técnica:
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Livro: O mais querido do Brasil em quadrinhos
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Autor: Ziraldo
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Editora: Globo
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Nº de páginas: 112
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ISBN: 9788525047526
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Sinopse: Com uma das maiores torcidas do mundo – 35 milhões de torcedores espalhados por todo o país – só mesmo um verdadeiro apaixonado pelo rubro-negro poderia ser escalado para relembrar as glórias do Flamengo. São as ilustrações do Ziraldo e os personagens que ele criou que contam a história do time no livro “>O Mais Querido do Brasil em Quadrinhos.
Postado: March 9th, 2010 em Literatura Nacional.
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Há muitos anos queria ler esse livro, afinal, foi escrito pelo meu ex-professor e orientador da minha monografia, Pery Cotta. Enquanto pouquíssimo alunos da faculdade gostavam de suas aulas, eu passei grande parte do tempo ansiando por elas, pois, no fim, sempre ficava conversando com ele e ouvindo histórias maravilhosas dos tempos aureos do jornalismo e dos tempos de chumbo da ditadura.
Adoroooo livros com repórteres, mas achei a tônica desse meio fraca. Os personagens são até interessantes, sendo a Elizabeth muito sagaz e o Jared forte e delicado na medida certa, porém, não sei se por culpa da autora ou da edição, parece que faltam nuances da personalidade e da vida dos dois.
O mito que envolve Leila Diniz continua firme e forte na memória do Rio de Janeiro. E é mais ou menos isso que a autora Mirian Goldenberg quer mistificar ou desmistificar nesse trabalho acadêmico. Isso mesmo, o livro ‘Toda mulher é meio Leila Diniz’ é o trabalho de doutorado da autora. Então, para isso, ela conseguiu entrevistas preciosíssimas de pessoas muito ligadas à atriz, como os irmãos, tios e grandes amigos.




Quando pensamos já ter visto de tudo, e que tudo de errado que poderia acontecer no sistema ferroviário aqui do Rio de Janeiro já aconteceu, nos deparamos com cenas dignas de filmes Norte Americanos classe D que passam na Sessão da Tarde (meu favorito é o Carro desgovernado, mas isso é história para outro post). Ontem, 18 de janeiro, aparece a notícia que um trem, com cerca de 1.200 passageiros dentro, saiu andando sozinho.
Demorei muitos anos para finalmente ler o clássico Alice no País da Maravilhas… e garanto que não me arrependi. Porém, repetindo o lugar-comum, este não é um livro para crianças. Ou melhor, apesar de falar de uma criança (ou pré-adolescente, como queiram) tem muito mais de filosofia e de indagações do que se espera de um ‘conto de fadas’.




Uma mulher avantajada. A repórter Cannie Shapiro sabia que era assim mesmo. Porém, não esperava que o ex-namorado, Bruce, expusesse isso e a dificuldade em namorar uma mulher que pesa mais do que ele em uma revista de circulação nacional.


















